Avaliação da qualidade de vida antes e após a doação renal
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/95181 |
Resumo: | Qualidade de vida (QV) é um conceito recente na avaliação de saúde, composto por domínios: físico, psicológico e social. Com o aumento da expectativa de vida da população, mensurar QV passou a ser de grande valia para as áreas da saúde, pois, juntamente com a longevidade, as doenças crônicas também aumentaram, entre elas, a Insuficiência Renal Crônica (IRC), é considerada um grande problema de saúde pública, devido as suas elevadas taxas de mortalidade, morbidade e alto custo ao Sistema Único de Saúde. O transplante renal é a melhor opção de tratamento para IRC terminal, pois oferece melhor qualidade de vida, maior reabilitação profissional, maior sobrevida e menor custo que a diálise. Devido à escassez de órgãos provenientes de doadores falecidos e demanda de pacientes em listas de espera, o transplante com doadores vivos passou a ser bastante encorajado pela literatura, pois a nefrectomia unilateral é considerado um procediemnto seguro sob o ponto de vista físico, porém, poucos estudos relatam a QV do doador. Diante deste fato, este trabalho objetivou avaliar e comparar a QV dos doadores renais antes e após a nefrectomia. Pacientes e método: estudo prospectivo, longitudinal, com avaliação de 50 doadores consecutivos por um período de 2 anos no HC UNESP - Botucatu. Utilizou-se 2 questionários: um com perguntas específicas sobre todo o processo de doação (aplicado antes e 3 meses após doação), e o validado SF-36 (aplicado antes, com 3 meses e com mais de 6 meses após doação). Resultados: sexo feminino 62%, idade média 41 anos, escolaridade: 62% ensino fundamental, grau de parentesco: irmãos 42%, evolução do receptor 94% saudáveis, 2 óbitos, 1 perda de enxerto. Motivo da doação: 66% dos doadores sensibilizados pelo sofrimento do receptor, mais de 90% dos doadores não apresentaram limitações gerais, no trabalho, psicológicas... |
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