Percepção da prosódia em crianças com transtorno fonológico: habilidades relacionadas à segmentação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santos, Karoline Araujo [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/312314
Resumo: A presente pesquisa fundamenta-se na compreensão de que a prosódia caracteriza os aspectos rítmicos e melódicos de uma língua (LADD, 2004) e integra sua fonologia (NESPOR & VOGEL, 1986 e 2007), organizando a fala por meio da demarcação de fronteiras que segmentam os enunciados. Embora exista extensa literatura sobre a aquisição fonológica, os estudos sobre aquisição da prosódia são menos numerosos com crianças falantes do Português Brasileiro. Particularmente, no caso de crianças com diagnóstico de transtorno fonológico, trabalhos recentes sugerem que essas crianças apresentam instabilidades no que diz respeito aos aspectos prosódicos. Sabe-se, ainda, que crianças com diagnóstico de TF podem apresentar dificuldades perceptuais na identificação de contrastes fonêmicos, mas no que diz respeito à percepção da prosódia o conhecimento sobre a acurácia perceptual dessa população é lacunar. Tendo em vista a importância da prosódia para a aquisição da linguagem e o consenso na literatura de que a segmentação da fala é uma das principais funções desempenhadas pela prosódia, é necessário que este tema seja mais aprofundado e abordado em trabalhos científicos que contemplam diferentes populações clínicas. Assim, o objetivo do trabalho foi comparar o desempenho perceptivo-auditivo de crianças com e sem transtorno fonológico quanto à identificação e interpretação semântica da segmentação prosódica assim como verificar se haveria alguma pista acústica que favoreceria essa percepção. Participaram do estudo 20 crianças com diagnóstico de TF e 20 crianças em aquisição típica de linguagem. Foram aplicados dois experimentos de percepção. O primeiro visou identificar as fronteiras prosódicas na fala (E1), enquanto o segundo avaliou a interpretação semântica decorrente de duas possibilidades de segmentação de frase entoacional (E2). As crianças foram expostas a estímulos auditivos que apresentavam sentenças que se diferenciavam pela segmentação prosódica no nível da frase entoacional ([Paulo vai estudar agora]I e [Paulo]I [vai estudar agora]I). Esses estímulos foram obtidos após manipulação acústica das pistas fonéticas indicadoras de fronteira de frase entoacional (duração, pausa e entoação). Assim, foram apresentadas oito condições de estímulos auditivos nos quais ora essas pistas apareceriam combinadas, ora apareciam isoladas e ora não apareciam. Cada condição de estímulo foi apresentada três vezes de forma randomizada, nos dois experimentos, totalizando 24 estímulos apresentados. No E1, os participantes tinham como tarefa identificar a fronteira de frase entoacional nos estímulos auditivos; no E2, interpretavam semanticamente os estímulos, indicando se o que ouviam era uma afirmação ou uma ordem. Os dados foram analisados de forma estatística descritiva e inferencial (p<0,05) com base nas médias das pontuações atribuídas a cada estímulo (E1) e no percentual médio da possibilidade de interpretação semântica de ordem (E2). Os resultados mostraram que no E1 os grupos identificaram de forma similar os diferentes padrões de segmentação prosódica, diferenciando a condição com e sem fronteira, e se guiaram, ambos, majoritariamente pela pista duracional, ou seja, o alongamento pré-fronteira se mostrou favorecedor para a percepção de segmentação prosódica. No E2, estatisticamente, os grupos não diferenciaram semanticamente as duas possibilidades de segmentação, ainda que a combinação das três pistas fonéticas tenha se mostrado mais efetiva para tal tarefa. Conclui-se, por um lado, que crianças com diagnóstico de TF não apresentaram diferenças significativas em termos de acurácia perceptual da segmentação prosódica em comparação a seus pares típicos, por outro lado, conclui-se que crianças, de ambos os grupos, entre 6 e 9 anos falantes do Português Brasileiro estão em processo de aquisição da segmentação prosódica no âmbito da percepção.
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spelling Percepção da prosódia em crianças com transtorno fonológico: habilidades relacionadas à segmentaçãoProsody perception in children with phonological disorder: skills related to phrasingProsódiaPercepção de falaTranstorno fonológicoFraseamentoProsodySpeech perceptionPhonological disorderPhrasingA presente pesquisa fundamenta-se na compreensão de que a prosódia caracteriza os aspectos rítmicos e melódicos de uma língua (LADD, 2004) e integra sua fonologia (NESPOR & VOGEL, 1986 e 2007), organizando a fala por meio da demarcação de fronteiras que segmentam os enunciados. Embora exista extensa literatura sobre a aquisição fonológica, os estudos sobre aquisição da prosódia são menos numerosos com crianças falantes do Português Brasileiro. Particularmente, no caso de crianças com diagnóstico de transtorno fonológico, trabalhos recentes sugerem que essas crianças apresentam instabilidades no que diz respeito aos aspectos prosódicos. Sabe-se, ainda, que crianças com diagnóstico de TF podem apresentar dificuldades perceptuais na identificação de contrastes fonêmicos, mas no que diz respeito à percepção da prosódia o conhecimento sobre a acurácia perceptual dessa população é lacunar. Tendo em vista a importância da prosódia para a aquisição da linguagem e o consenso na literatura de que a segmentação da fala é uma das principais funções desempenhadas pela prosódia, é necessário que este tema seja mais aprofundado e abordado em trabalhos científicos que contemplam diferentes populações clínicas. Assim, o objetivo do trabalho foi comparar o desempenho perceptivo-auditivo de crianças com e sem transtorno fonológico quanto à identificação e interpretação semântica da segmentação prosódica assim como verificar se haveria alguma pista acústica que favoreceria essa percepção. Participaram do estudo 20 crianças com diagnóstico de TF e 20 crianças em aquisição típica de linguagem. Foram aplicados dois experimentos de percepção. O primeiro visou identificar as fronteiras prosódicas na fala (E1), enquanto o segundo avaliou a interpretação semântica decorrente de duas possibilidades de segmentação de frase entoacional (E2). As crianças foram expostas a estímulos auditivos que apresentavam sentenças que se diferenciavam pela segmentação prosódica no nível da frase entoacional ([Paulo vai estudar agora]I e [Paulo]I [vai estudar agora]I). Esses estímulos foram obtidos após manipulação acústica das pistas fonéticas indicadoras de fronteira de frase entoacional (duração, pausa e entoação). Assim, foram apresentadas oito condições de estímulos auditivos nos quais ora essas pistas apareceriam combinadas, ora apareciam isoladas e ora não apareciam. Cada condição de estímulo foi apresentada três vezes de forma randomizada, nos dois experimentos, totalizando 24 estímulos apresentados. No E1, os participantes tinham como tarefa identificar a fronteira de frase entoacional nos estímulos auditivos; no E2, interpretavam semanticamente os estímulos, indicando se o que ouviam era uma afirmação ou uma ordem. Os dados foram analisados de forma estatística descritiva e inferencial (p<0,05) com base nas médias das pontuações atribuídas a cada estímulo (E1) e no percentual médio da possibilidade de interpretação semântica de ordem (E2). Os resultados mostraram que no E1 os grupos identificaram de forma similar os diferentes padrões de segmentação prosódica, diferenciando a condição com e sem fronteira, e se guiaram, ambos, majoritariamente pela pista duracional, ou seja, o alongamento pré-fronteira se mostrou favorecedor para a percepção de segmentação prosódica. No E2, estatisticamente, os grupos não diferenciaram semanticamente as duas possibilidades de segmentação, ainda que a combinação das três pistas fonéticas tenha se mostrado mais efetiva para tal tarefa. Conclui-se, por um lado, que crianças com diagnóstico de TF não apresentaram diferenças significativas em termos de acurácia perceptual da segmentação prosódica em comparação a seus pares típicos, por outro lado, conclui-se que crianças, de ambos os grupos, entre 6 e 9 anos falantes do Português Brasileiro estão em processo de aquisição da segmentação prosódica no âmbito da percepção.This study is grounded in the understanding that prosody characterizes the rhythmic and melodic aspects of a language (LADD, 2004) and integrates its phonology (NESPOR & VOGEL, 1986, 2007), organizing speech through the marking of boundaries that segment utterances. Although there is extensive literature on phonological acquisition, studies on prosodic acquisition are less common in children who are speakers of Brazilian Portuguese. Specifically, in the case of children diagnosed with phonological disorder, recent research suggests that these children present instabilities in prosodic aspects. It is also known that children with phonological disorder may present perceptual difficulties in identifying phonemic contrasts, but regarding prosody perception, knowledge about their perceptual accuracy is still lacking. Considering the importance of prosody for language acquisition and the consensus in the literature that speech segmentation is one of the main functions of prosody, it is essential that this topic be further investigated in scientific studies involving different clinical populations. Therefore, the objective of this study was to compare the perceptual-auditory performance of children with and without phonological disorder in the identification and semantic interpretation of prosodic segmentation, as well as to examine whether any acoustic cue would facilitate this perception. The study included 20 children with phonological disorder and 20 children with typical language development. Two perception experiments were conducted. The first aimed to identify prosodic boundaries in speech (E1), while the second assessed the semantic interpretation resulting from two possibilities of intonational phrase segmentation (E2). Children were exposed to auditory stimuli consisting of sentences differing in prosodic segmentation at the level of the intonational phrase ([Paulo vai estudar agora]I and [Paulo]I [vai estudar agora]I). These stimuli were created through acoustic manipulation of phonetic boundary cues (duration, pause, and intonation). Eight auditory stimulus conditions were presented, in which these cues appeared either in combination, in isolation, or were absent. Each condition was presented three times in a randomized order across both experiments, totaling 24 stimuli. In E1, participants were asked to identify the intonational phrase boundary in the auditory stimuli; in E2, they interpreted the stimuli semantically, indicating whether what they heard was a statement or a command. The data were analyzed using descriptive and inferential statistics (p<0.05), based on the mean scores assigned to each stimulus (E1) and the average percentage of command semantic interpretation (E2). Results from E1 showed that both groups similarly identified the different prosodic segmentation patterns, distinguishing between conditions with and without boundaries, and both groups primarily relied on the durational cue—i.e., pre-boundary lengthening favored prosodic segmentation perception. In E2, statistically, the groups did not differ in their semantic interpretation of the two segmentation possibilities, although the combination of the three phonetic cues proved to be the most effective condition. It is concluded, on the one hand, that children with phonological disorder did not present significant differences in prosodic segmentation perceptual accuracy compared to their typically developing peers; on the other hand, children from both groups, aged between 6 and 9 years and Brazilian Portuguese speakers, are still in the process of acquiring prosodic segmentation in the domain of perception.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2023/01478-3Universidade Estadual Paulista (Unesp)Santos, Geovana Carina Neris Soncin [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Santos, Karoline Araujo [UNESP]2025-07-22T11:32:20Z2025-05-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSANTOS, Karoline Araujo. Percepção da prosódia em crianças com transtorno fonológico: habilidades relacionadas à segmentação. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde e Comunicação Humana) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31231433004110045P733004110045P70000-0002-6756-1289porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-07-22T15:09:20Zoai:repositorio.unesp.br:11449/312314Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-07-22T15:09:20Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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