Efeito do diabete induzido por streptozotocin na matriz extracelular e no músculo estriado uretral em ratas prenhes
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/115949 |
Resumo: | A prevalência de Incontinência Urinária (IU) em gestantes diabéticas é significantemente elevada e permanece alta 2 anos após o parto cesárea. Esses achados evidenciam que o diabete na gestação é fator de risco para o desenvolvimento de IU nas mulheres que não tiveram a influência da via de parto. Os estudos desse binômio diabete e IU na gestação são escassos na literatura. A incontinência pode ser a consequência mais comum da hiperglicemia comparada a outras complicações, assim, identificar os fatores de risco para o desenvolvimento da IU em diabéticas é o maior objetivo na prevenção desta condição tão comum. Pesquisas recentes apontam que não apenas o músculo mas também a matriz extracelular (MEC) uretral desempenham importante papel no mecanismo da continência urinária. Os trabalhos translacionais do nosso grupo de pesquisa evidenciaram que o diabete na prenhez de ratas lesa a matriz extracelular e o músculo estriado uretral, o que pode explicar a alta prevalência de IU e disfunção do assoalho pélvico em mulheres com diabete mellitus gestacional. O diabete exerce efeito na expressão, organização e modificação nos componentes da MEC em diversos órgãos e a remodelação do tecido e a fibrose parecem ser uma consequência direta do diabete. Assim, entendendo o impacto de fatores de risco modificáveis como o diabete, implica que o uso de estratégias preventivas pode reduzir as taxas de IU e melhorar a qualidade de vida das mulheres, especialmente na gestação e no pós-parto |
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Efeito do diabete induzido por streptozotocin na matriz extracelular e no músculo estriado uretral em ratas prenhesEffects of short-term severe and long-term mild STZ-induced diabetes in urethral tissue of female ratsDiabetesMatriz extracelularRato como animal de laboratorioSistema musculoesqueléticoA prevalência de Incontinência Urinária (IU) em gestantes diabéticas é significantemente elevada e permanece alta 2 anos após o parto cesárea. Esses achados evidenciam que o diabete na gestação é fator de risco para o desenvolvimento de IU nas mulheres que não tiveram a influência da via de parto. Os estudos desse binômio diabete e IU na gestação são escassos na literatura. A incontinência pode ser a consequência mais comum da hiperglicemia comparada a outras complicações, assim, identificar os fatores de risco para o desenvolvimento da IU em diabéticas é o maior objetivo na prevenção desta condição tão comum. Pesquisas recentes apontam que não apenas o músculo mas também a matriz extracelular (MEC) uretral desempenham importante papel no mecanismo da continência urinária. Os trabalhos translacionais do nosso grupo de pesquisa evidenciaram que o diabete na prenhez de ratas lesa a matriz extracelular e o músculo estriado uretral, o que pode explicar a alta prevalência de IU e disfunção do assoalho pélvico em mulheres com diabete mellitus gestacional. O diabete exerce efeito na expressão, organização e modificação nos componentes da MEC em diversos órgãos e a remodelação do tecido e a fibrose parecem ser uma consequência direta do diabete. Assim, entendendo o impacto de fatores de risco modificáveis como o diabete, implica que o uso de estratégias preventivas pode reduzir as taxas de IU e melhorar a qualidade de vida das mulheres, especialmente na gestação e no pós-partoFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 10/10740-3Universidade Estadual Paulista (Unesp)Rudge, Marilza Vieira Cunha [UNESP]Barbosa, Angélica Mércia Pascon [UNESP]Matheus, Selma Maria Michelin [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Marini, Gabriela [UNESP]2015-03-03T11:52:45Z2015-03-03T11:52:45Z2014-02-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis123 f.application/pdfMARINI, Gabriela. Efeito do diabete induzido por streptozotocin na matriz extracelular e no músculo estriado uretral em ratas prenhes. 2014. 123 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Medicina de Botucatu, 2014.http://hdl.handle.net/11449/115949000807414000807414.pdf33004064077P267586803888350780000-0002-9227-832XAlephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-10-16T08:19:52Zoai:repositorio.unesp.br:11449/115949Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T08:19:52Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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A prevalência de Incontinência Urinária (IU) em gestantes diabéticas é significantemente elevada e permanece alta 2 anos após o parto cesárea. Esses achados evidenciam que o diabete na gestação é fator de risco para o desenvolvimento de IU nas mulheres que não tiveram a influência da via de parto. Os estudos desse binômio diabete e IU na gestação são escassos na literatura. A incontinência pode ser a consequência mais comum da hiperglicemia comparada a outras complicações, assim, identificar os fatores de risco para o desenvolvimento da IU em diabéticas é o maior objetivo na prevenção desta condição tão comum. Pesquisas recentes apontam que não apenas o músculo mas também a matriz extracelular (MEC) uretral desempenham importante papel no mecanismo da continência urinária. Os trabalhos translacionais do nosso grupo de pesquisa evidenciaram que o diabete na prenhez de ratas lesa a matriz extracelular e o músculo estriado uretral, o que pode explicar a alta prevalência de IU e disfunção do assoalho pélvico em mulheres com diabete mellitus gestacional. O diabete exerce efeito na expressão, organização e modificação nos componentes da MEC em diversos órgãos e a remodelação do tecido e a fibrose parecem ser uma consequência direta do diabete. Assim, entendendo o impacto de fatores de risco modificáveis como o diabete, implica que o uso de estratégias preventivas pode reduzir as taxas de IU e melhorar a qualidade de vida das mulheres, especialmente na gestação e no pós-parto |
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