Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]
Orientador(a): Lourenção, Pedro Luiz Toledo de Arruda [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/258483
Resumo: Resumo Introdução: já está bem estabelecido que o uso de biópsia retal para o diagnóstico das disganglionoses intestinais em crianças, é o padrão ouro para definir o diagnóstico de doença de Hirshsprung. Contudo, até o momento, não há um consenso sobre qual a melhor técnica de obtenção dessas amostras. Vários métodos diferentes continuam sendo utilizados em todo o mundo com resultados heterogêneos. A escolha destes métodos parece depender muito mais da preferência e da experiência de cada serviço do que de evidências científicas. Em recente revisão sistemática, não foram encontrados ensaios clínicos randomizados que realizassem a comparação entre os resultados obtidos através das diferentes técnicas de biopsias retais e que permitissem uma análise com evidências robustas. Objetivo: identificar qual é a melhor técnica de biópsia de reto para análise histopatológica dos plexos nervosos da submucosa, com maior taxa de biopsias adequadas, menor reação tecidual e complicações; e que apresente menor inflamação e/ou fibrose quando avaliadas após 14 dias dos procedimentos. Metodologia: modelo experimental em 28 coelhos, fêmeas, envolvendo a realização de quatro tipos diferentes de procedimentos para realização de biópsia retal. Os animais foram, primeiramente, randomizados por sorteio, divididos em 4 grupos experimentais (Grupo Cirúrgica – biópsia cirúrgica aberta, Grupo Punch – biópsia por “punch”, Grupo Endoscopia - biópsia endoscópica e Grupo Sucção – biópsia de sucção) e 1 grupo controle simulado (Grupo Sham). As amostras da parede do reto foram colhidas e processadas pelo método da Hematoxilina & Eosina para avaliação da presença e característica dos plexos nervosos da submucosa. Após os procedimentos experimentais e simulados, os animais foram monitorados por 14 dias, investigando-se eventuais complicações. No 14º dia após os procedimentos, os animais foram eutanasiados e, posteriormente, submetidos à ressecção cirúrgica em bloco do reto. Estas peças cirúrgicas de reto foram processadas e submetidas à avaliação histopatológica para investigação da presença de reação inflamatória, tecido de granulação e colagenogênese. Resultados: o tempo cirúrgico das biópsias do Grupo Endoscopia foi o mais longo, seguido do Grupo Cirúrgica. Para a obtenção do material, o Grupo Punch foi o que apresentou pior resultado (com relação a quantidade de material e número de células ganglionares), além de mais inflamação e fibrose subsequentes. O Grupo cirúrgica obteve material adequado, porém com mais inflamação e fibrose. O Grupo Sucção se mostrou factível, sendo rápido, simples, com menos inflamação e fibrose, fornecendo material adequado.
id UNSP_c3dde84dd329bb63bd45b491de423b37
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/258483
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Brambilla, Giovana Tuccille Comes [UNESP]Lourenção, Pedro Luiz Toledo de Arruda [UNESP]2024-12-02T13:39:24Z2024-12-02T13:39:24Z2024-10-04https://hdl.handle.net/11449/25848333004064006P8Resumo Introdução: já está bem estabelecido que o uso de biópsia retal para o diagnóstico das disganglionoses intestinais em crianças, é o padrão ouro para definir o diagnóstico de doença de Hirshsprung. Contudo, até o momento, não há um consenso sobre qual a melhor técnica de obtenção dessas amostras. Vários métodos diferentes continuam sendo utilizados em todo o mundo com resultados heterogêneos. A escolha destes métodos parece depender muito mais da preferência e da experiência de cada serviço do que de evidências científicas. Em recente revisão sistemática, não foram encontrados ensaios clínicos randomizados que realizassem a comparação entre os resultados obtidos através das diferentes técnicas de biopsias retais e que permitissem uma análise com evidências robustas. Objetivo: identificar qual é a melhor técnica de biópsia de reto para análise histopatológica dos plexos nervosos da submucosa, com maior taxa de biopsias adequadas, menor reação tecidual e complicações; e que apresente menor inflamação e/ou fibrose quando avaliadas após 14 dias dos procedimentos. Metodologia: modelo experimental em 28 coelhos, fêmeas, envolvendo a realização de quatro tipos diferentes de procedimentos para realização de biópsia retal. Os animais foram, primeiramente, randomizados por sorteio, divididos em 4 grupos experimentais (Grupo Cirúrgica – biópsia cirúrgica aberta, Grupo Punch – biópsia por “punch”, Grupo Endoscopia - biópsia endoscópica e Grupo Sucção – biópsia de sucção) e 1 grupo controle simulado (Grupo Sham). As amostras da parede do reto foram colhidas e processadas pelo método da Hematoxilina & Eosina para avaliação da presença e característica dos plexos nervosos da submucosa. Após os procedimentos experimentais e simulados, os animais foram monitorados por 14 dias, investigando-se eventuais complicações. No 14º dia após os procedimentos, os animais foram eutanasiados e, posteriormente, submetidos à ressecção cirúrgica em bloco do reto. Estas peças cirúrgicas de reto foram processadas e submetidas à avaliação histopatológica para investigação da presença de reação inflamatória, tecido de granulação e colagenogênese. Resultados: o tempo cirúrgico das biópsias do Grupo Endoscopia foi o mais longo, seguido do Grupo Cirúrgica. Para a obtenção do material, o Grupo Punch foi o que apresentou pior resultado (com relação a quantidade de material e número de células ganglionares), além de mais inflamação e fibrose subsequentes. O Grupo cirúrgica obteve material adequado, porém com mais inflamação e fibrose. O Grupo Sucção se mostrou factível, sendo rápido, simples, com menos inflamação e fibrose, fornecendo material adequado.Introduction: the use of rectal biopsy for diagnosing intestinal disganglionosis in children is well-established and is our standard practice for diagnosing Hirschsprung's disease. However, there remains no consensus on the optimal technique for obtaining these samples. Various methods are used globally with heterogeneous results. The choice of these methods appears to be more influenced by the preferences and experience of individual institutions than by scientific evidence. A recent systematic review did not identify any clinical trials that compared outcomes across different rectal biopsy techniques, thereby preventing a robust evidence-based analysis. Objective: identify the most suitable rectal biopsy technique for histopathological analysis of the submucosal nerve plexuses, considering the highest rate of adequate biopsies, the lowest tissue reaction and complications, as well as reduced levels of inflammation and/or fibrosis when assessed 14 days after the procedures. Methodology: the experimental model involved 28 rabbits, females, subjected to four distinct rectal biopsy procedures. The animals were randomly assigned to four experimental groups (Surgical Biopsy Group – open surgical biopsy, Punch Group – punch biopsy, Endoscopy Group – endoscopic biopsy, and Suction Group – suction biopsy) and one simulated control group (Sham Group). Rectal wall samples were collected and processed using Hematoxylin & Eosin staining to assess the presence and characteristics of the submucosal nerve plexuses. Following the experimental and simulated procedures, the animals were monitored for 14 days to identify potential complications. On the 14th day post-procedure, the animals were euthanized and underwent surgical resection of the rectal segment. These surgical specimens were processed and subjected to histopathological evaluation to investigate the presence of inflammation, granulation tissue, and collagenogenesis. Results: the duration of surgical time for biopsies in the Endoscopy Group was the longest, followed by the Surgical Group. In terms of material acquisition, the Punch Group yielded the poorest results (in terms of both material quantity and number of ganglion cells), accompanied by higher levels of inflammation and fibrosis. The Surgical Group provided adequate material but with greater inflammation and fibrosis. The Suction Group demonstrated feasibility, being quick and simple, with reduced inflammation and fibrosis, and yielded adequate material.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Disganglionoses intestinaisExperimentalBiópsia retalTécnicas de biopsiaDoença de hirschsprungIntestinal disganglionosisExperimentalRectal biopsyBiopsy techniquesHirschsprung diseaseQual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.What is the best technique for histopathological diagnosis of intestinal dysganglionoses: evidence from a controlled experimental study in animals.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPCirurgia e Medicina Translacional (Bases Gerais da Cirurgia) - FMBAcuracia dos testes diagnósticos em medicinaCirurgia PediátricaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatu24 meses após a data da defesaBanca públicaPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2bavirtual::98783-1a3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2bavirtual::98783-166ab641f-f646-4429-84ac-12b6c091a1b9virtual::186979-166ab641f-f646-4429-84ac-12b6c091a1b9virtual::186979-1ORIGINALsilva_lcds_dr_bot_intTese Final ultima versão 28-11-24.pdfapplication/pdf2635806https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a9f890e6-1c35-4dc7-8577-4b6da9d3c910/downloadce4303e13df1a8de8cd08b4e052d06b5MD53trueAnonymousREADsilva_lcd_dr_bot_par.pdfapplication/pdf589492https://repositorio.unesp.br/bitstreams/1f9fc583-2d0a-44b0-8f21-70a22f71eb3f/downloadb93af8850b8e49a2ff0b56fe59d38b7dMD54falseAnonymousREADTEXTsilva_lcds_dr_bot_int.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-12-02T15:08:10Z (GMT).Extracted texttext/plain89828https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8efce8bd-6b68-4e05-8f58-db5c9c179067/download5a70eb669ac796806db91d365882fb34MD55falseAnonymousREADsilva_lcd_dr_bot_par.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-12-02T15:08:10Z (GMT).Extracted texttext/plain42030https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5a575768-f7b1-4704-9028-5227fa6e1d72/downloade7d5f4cafef9630ca0ef9e398fcbb784MD57falseAnonymousREADTHUMBNAILsilva_lcds_dr_bot_int.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-12-02T15:08:10Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg4686https://repositorio.unesp.br/bitstreams/07f447a5-9301-4b6b-9ccc-986e85dffcfe/downloadf3f6161aa86e4648269cb53d31dc56a5MD56falseAnonymousREADsilva_lcd_dr_bot_par.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-12-02T15:08:10Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2518https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a875050c-7c28-4366-ac91-50f4f0d7c885/download7dd89a8774dcf4b65b8346b437e80730MD58falseAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-82192https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0716e702-4b46-4def-a27e-06a7d9aba090/download9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26cMD52falseAnonymousREAD11449/2584832026-10-04T03:00:48.741944Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/258483https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-10-04T03:00:48Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgRE8gVFJBQkFMSE8gU1VCTUVUSURPIEFPIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVORVNQCgoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGNvbW8gcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gVHJhYmFsaG8gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVW5lc3AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkYSBwZXNxdWlzYSByZWFsaXphZGEgbmEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVW5lc3ApOgphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gaW5mb3JtYWRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwpiKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSBsZWlzIGRlIGRpcmVpdG8gYXV0b3JhbDsKYykgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsKZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkYSBwZXNxdWlzYSBzdWJtZXRpZGEsIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYXMgZXRhcGFzIGRhIHBlc3F1aXNhOwpmKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIGRpc3BvbmliaWxpemFyLCBkZSBjb3BpYXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyLCBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIGFtYmllbnRlcyBpbnN0aXR1Y2lvbmFpcyBkZSBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8gb3UgYWJlcnRvIGFvIHDDumJsaWNvIGdlcmFsLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgbyB0cmFiYWxobyBpbmZvcm1hZG8gZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287CmcpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBkZXNkZSBxdWUgbsOjbyBzZWphIGFsdGVyYWRvIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWwuCgoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhOgphKSBmb3JuZWNlciB1bWEgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGNsYXJhIGRvIG5vbWUgZG8gYXV0b3IgZHVyYW50ZSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbywgZW0gYW1iaWVudGUgaW5zdGl0dWNpb25hbCwgZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvOwpiKSBzZSBuZWNlc3PDoXJpbywgcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgcXVlIG1lbGhvciByZXByZXNlbnRlbSBlIGlkZW50aWZpcXVlbSBvIHRyYWJhbGhvIHNlbSwgbm8gZW50YW50bywgY29tcHJvbWV0ZXIgc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbDsKYykgcmVzcGVpdGFyIGEgZGVjaXPDo28gZG8gYXV0b3Igc29icmUgYSB2ZXJzw6NvIHF1ZSBkZXZlcsOhIHNlciBkaXNwb25pYmlsaXphZGEgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBhcMOzcyBvIGFjZWl0ZSBkYSBzdWJtaXNzw6NvOwpkKSBuw6NvIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBubyBhcnF1aXZvIGVudmlhZG8gYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgZGVzY3JpdGFzIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
dc.title.pt.fl_str_mv Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
dc.title.alternative.en.fl_str_mv What is the best technique for histopathological diagnosis of intestinal dysganglionoses: evidence from a controlled experimental study in animals.
title Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
spellingShingle Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]
Disganglionoses intestinais
Experimental
Biópsia retal
Técnicas de biopsia
Doença de hirschsprung
Intestinal disganglionosis
Experimental
Rectal biopsy
Biopsy techniques
Hirschsprung disease
title_short Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
title_full Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
title_fullStr Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
title_full_unstemmed Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
title_sort Qual a melhor técnica para diagnóstico histopatológico de disganglionoses intestinais: evidências de estudo experimental controlado em animais.
author Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]
author_facet Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]
author_role author
dc.contributor.institution.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.coadvisor.none.fl_str_mv Brambilla, Giovana Tuccille Comes [UNESP]
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Laura Cantisano de Deus [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Lourenção, Pedro Luiz Toledo de Arruda [UNESP]
contributor_str_mv Lourenção, Pedro Luiz Toledo de Arruda [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Disganglionoses intestinais
Experimental
Biópsia retal
Técnicas de biopsia
Doença de hirschsprung
topic Disganglionoses intestinais
Experimental
Biópsia retal
Técnicas de biopsia
Doença de hirschsprung
Intestinal disganglionosis
Experimental
Rectal biopsy
Biopsy techniques
Hirschsprung disease
dc.subject.eng.fl_str_mv Intestinal disganglionosis
Experimental
Rectal biopsy
Biopsy techniques
Hirschsprung disease
description Resumo Introdução: já está bem estabelecido que o uso de biópsia retal para o diagnóstico das disganglionoses intestinais em crianças, é o padrão ouro para definir o diagnóstico de doença de Hirshsprung. Contudo, até o momento, não há um consenso sobre qual a melhor técnica de obtenção dessas amostras. Vários métodos diferentes continuam sendo utilizados em todo o mundo com resultados heterogêneos. A escolha destes métodos parece depender muito mais da preferência e da experiência de cada serviço do que de evidências científicas. Em recente revisão sistemática, não foram encontrados ensaios clínicos randomizados que realizassem a comparação entre os resultados obtidos através das diferentes técnicas de biopsias retais e que permitissem uma análise com evidências robustas. Objetivo: identificar qual é a melhor técnica de biópsia de reto para análise histopatológica dos plexos nervosos da submucosa, com maior taxa de biopsias adequadas, menor reação tecidual e complicações; e que apresente menor inflamação e/ou fibrose quando avaliadas após 14 dias dos procedimentos. Metodologia: modelo experimental em 28 coelhos, fêmeas, envolvendo a realização de quatro tipos diferentes de procedimentos para realização de biópsia retal. Os animais foram, primeiramente, randomizados por sorteio, divididos em 4 grupos experimentais (Grupo Cirúrgica – biópsia cirúrgica aberta, Grupo Punch – biópsia por “punch”, Grupo Endoscopia - biópsia endoscópica e Grupo Sucção – biópsia de sucção) e 1 grupo controle simulado (Grupo Sham). As amostras da parede do reto foram colhidas e processadas pelo método da Hematoxilina & Eosina para avaliação da presença e característica dos plexos nervosos da submucosa. Após os procedimentos experimentais e simulados, os animais foram monitorados por 14 dias, investigando-se eventuais complicações. No 14º dia após os procedimentos, os animais foram eutanasiados e, posteriormente, submetidos à ressecção cirúrgica em bloco do reto. Estas peças cirúrgicas de reto foram processadas e submetidas à avaliação histopatológica para investigação da presença de reação inflamatória, tecido de granulação e colagenogênese. Resultados: o tempo cirúrgico das biópsias do Grupo Endoscopia foi o mais longo, seguido do Grupo Cirúrgica. Para a obtenção do material, o Grupo Punch foi o que apresentou pior resultado (com relação a quantidade de material e número de células ganglionares), além de mais inflamação e fibrose subsequentes. O Grupo cirúrgica obteve material adequado, porém com mais inflamação e fibrose. O Grupo Sucção se mostrou factível, sendo rápido, simples, com menos inflamação e fibrose, fornecendo material adequado.
publishDate 2024
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-12-02T13:39:24Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-12-02T13:39:24Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2024-10-04
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/11449/258483
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004064006P8
url https://hdl.handle.net/11449/258483
identifier_str_mv 33004064006P8
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a9f890e6-1c35-4dc7-8577-4b6da9d3c910/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/1f9fc583-2d0a-44b0-8f21-70a22f71eb3f/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/8efce8bd-6b68-4e05-8f58-db5c9c179067/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/5a575768-f7b1-4704-9028-5227fa6e1d72/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/07f447a5-9301-4b6b-9ccc-986e85dffcfe/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a875050c-7c28-4366-ac91-50f4f0d7c885/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0716e702-4b46-4def-a27e-06a7d9aba090/download
bitstream.checksum.fl_str_mv ce4303e13df1a8de8cd08b4e052d06b5
b93af8850b8e49a2ff0b56fe59d38b7d
5a70eb669ac796806db91d365882fb34
e7d5f4cafef9630ca0ef9e398fcbb784
f3f6161aa86e4648269cb53d31dc56a5
7dd89a8774dcf4b65b8346b437e80730
9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26c
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343514579795968