Avaliação e comparação da força axial de diferentes configurações de bloqueio em haste intramedular bloqueada em fratura com falha crítica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Marques, Carina Nobre [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/193627
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo avaliar biomecanicamente (teste de compressão axial) diferentes posicionamentos e quantidades de parafusos “bolts” bloqueados a novo modelo de haste intramedular em simulação à fratura diafisária cominutiva complexa na diáfise média, em corpos de prova padronizados. Os corpos de prova tiveram apoio na extremidade para a preensão na máquina de ensaio e foram fabricados com ácido polilático por impressora 3D. A haste desenvolvida apresentava 6 orifícios, com roscas internas, sendo 3 em cada extremidade (proximal e distal). Um aparato específico (bancada) foi desenvolvido para padronização, inserção da haste intramedular e bloqueios nos corpos de prova. Foram utilizadas 35 amostras divididas em 5 grupos (G1, G2, G3, G4 e G5). No G1 a haste foi bloqueada nos orifícios 1 e 6. Em G2 o bloqueio ocorreu nos orifícios 2 proximal 2 e 5 distal. No G3 obtiveram bloqueio os orifícios 1 e 3 (proximal) e orifícios 4 e 6 (distal). No G4 bloqueados os orifícios 3 proximal e 4 distal. Já no G5 todos os orifícios foram bloqueados por parafusos “bolts”. As médias foram comparadas com teste t de Student com nível de significância de 5% e resultado estatisticamente significativo (p=0,0010). Houve equivalência nos valores médios dos grupos G1 (5933,70), G2 (4941,70) e G4 (5038,90). Superioridade observada no G3 (6321,80) e o maior valor encontrado no G5 (9420,30). Todas as configurações mostraram-se estáveis frente a força axial com suporte de cargas compressivas excessivas sem deformação macroscópica relevante dos implantes de bloqueio. A configuração do G1 parece ser o ideal neste estudo.
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