Lo que no se ve, se mantiene: perspectivas decoloniais nos exames de proficiência de espanhol língua estrangeira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Millani, Márcio [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/250063
Resumo: A língua estrangeira é um importante veículo para a comunicação entre sociedades e realidades plurais. Com o intuito de usar a comunicação de uma forma efetiva, parte-se da ideia de que o falante da língua estrangeira (LE) se coloque em contato com todos os temas e realidades presentes em qualquer sociedade, para que assim produza a comunicação em diferentes esferas de complexidade. Dessa forma, tendo como escopo a língua espanhola na sua projeção internacional, observo as atividades de leitura e das propostas de expressão escrita e oral dos exames de proficiência de espanhol como língua estrangeira – DELE, SIELE e CELU como evidencias que projetam realidades da língua em foco. A escolha destes exames se justifica por serem desenvolvidos por diferentes instituições de ensino, responsáveis por difundir, ensinar, avaliar e certificar o uso da língua. O objetivo desta pesquisa é compreender a presença de aspectos (de)coloniais no processo de avaliação do espanhol como língua estrangeira dos referidos exames revelando como deve ser o perfil do falante estrangeiro para aqueles que detêm o poder em avaliar a língua. Ademais, identificar quais conhecimentos são considerados relevantes para alcançar o status de proficiente na língua e o que estas escolhas podem revelar. O nível escolhido para a análise foi o B1. A escolha deste nível se justifica por ser considerado como o nível do falante independente e por ser o nível que todos os exames avaliam. Parte-se da discussão sobre como a colonialidade se articula no processo avaliativo de espanhol como língua estrangeira, tendo como escopo perspectivas teóricas relacionada à linguagem, focando principalmente na construção de lugares de fala, nos lócus enunciativos e nos elementos de articulação e formação identitária e performática do falante estrangeiro por meio dos textos e imagens das propostas destes exames. Assim, por meio das teorias enfocadas, efetua-se a análise dos textos escritos dos referidos exames tidos como modelos disponibilizados nos sites oficiais das instituições que os elaboram, promovendo uma discussão sobre de que forma a língua estrangeira se articula na formação crítica do falante, e observando quais realidades e identidades são evidenciadas nestas atividades que são, de maneira geral, a projeção de mundo a partir de uma perspectiva linguística.
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Dessa forma, tendo como escopo a língua espanhola na sua projeção internacional, observo as atividades de leitura e das propostas de expressão escrita e oral dos exames de proficiência de espanhol como língua estrangeira – DELE, SIELE e CELU como evidencias que projetam realidades da língua em foco. A escolha destes exames se justifica por serem desenvolvidos por diferentes instituições de ensino, responsáveis por difundir, ensinar, avaliar e certificar o uso da língua. O objetivo desta pesquisa é compreender a presença de aspectos (de)coloniais no processo de avaliação do espanhol como língua estrangeira dos referidos exames revelando como deve ser o perfil do falante estrangeiro para aqueles que detêm o poder em avaliar a língua. Ademais, identificar quais conhecimentos são considerados relevantes para alcançar o status de proficiente na língua e o que estas escolhas podem revelar. O nível escolhido para a análise foi o B1. A escolha deste nível se justifica por ser considerado como o nível do falante independente e por ser o nível que todos os exames avaliam. Parte-se da discussão sobre como a colonialidade se articula no processo avaliativo de espanhol como língua estrangeira, tendo como escopo perspectivas teóricas relacionada à linguagem, focando principalmente na construção de lugares de fala, nos lócus enunciativos e nos elementos de articulação e formação identitária e performática do falante estrangeiro por meio dos textos e imagens das propostas destes exames. Assim, por meio das teorias enfocadas, efetua-se a análise dos textos escritos dos referidos exames tidos como modelos disponibilizados nos sites oficiais das instituições que os elaboram, promovendo uma discussão sobre de que forma a língua estrangeira se articula na formação crítica do falante, e observando quais realidades e identidades são evidenciadas nestas atividades que são, de maneira geral, a projeção de mundo a partir de uma perspectiva linguística.La lengua extranjera es un importante vehículo de comunicación entre sociedades y realidades plurales. Para un uso eficaz de la comunicación, partimos de la idea de que el hablante de una lengua extranjera debe estar en contacto con todos los temas y realidades presentes en cualquier sociedad, de manera que pueda producir una comunicación en diferentes ámbitos de complejidad. De este modo, teniendo como ámbito la lengua española en su proyección internacional, observo las actividades de lectura y propuestas de expresión escrita y oral de los exámenes de suficiencia de español como lengua extranjera - DELE, SIELE y CELU como evidencias que proyectan realidades de la lengua en análisis. La elección de estos exámenes se justifica porque son elaborados por diferentes instituciones educativas, encargadas de difundir, enseñar, evaluar y certificar el uso de la lengua. El objetivo de esta investigación es comprender la presencia de aspectos (de)coloniales en el proceso de evaluación de lengua extranjera de estos exámenes revelando cómo debe ser el perfil del hablante extranjero por quienes tienen el poder de evaluar la lengua. Además, identificar qué conocimientos se consideran relevantes para alcanzar el estatus de competente en la lengua y qué pueden revelar estas elecciones. El nivel elegido para el análisis fue el B1. La elección de este nivel se justifica porque se considera el nivel del hablante independiente y porque es el nivel que evalúan todos los exámenes. La discusión sobre cómo se articula la colonialidad en el proceso de evaluación del español como lengua extranjera se basa en perspectivas teóricas relacionadas con el lenguaje, centradas principalmente en la construcción de los lugares del habla, los loci enunciativos y los elementos de articulación y formación identitaria y performativa del hablante extranjero a través de los textos e imágenes de cada examen. Así, a través de las teorías enfocadas, se analizan los textos escritos de estos exámenes como modelos disponibles en las páginas web oficiales de las instituciones que los preparan, promoviendo una discusión sobre cómo se articula la lengua extranjera en la formación crítica del hablante, y observando qué realidades e identidades se evidencian en estas actividades que son, en general, la proyección del mundo desde una perspectiva lingüística.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Rocha, Nildiceia Aparecida [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Millani, Márcio [UNESP]2023-07-31T18:37:47Z2023-07-31T18:37:47Z2023-05-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/25006333004030009P4porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-04-16T06:10:12Zoai:repositorio.unesp.br:11449/250063Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-04-16T06:10:12Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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