A escala metropolitana das redes e das regiões: análise a partir do conceito de formação socioespacial

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Valderson Salomão [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/310040
Resumo: Os critérios para definição do que são metrópoles e quais são seus limites não são de modo algum assertivos. A escala metropolitana de análise geográfica é, por isso, múltipla e diversa. Sob a perspectiva da racionalização hegemônica do espaço, essa escala se manifesta como redes metropolitanas que integram as cidades, internamente ou entre si. Como fatos sociais ou ferramentas de planejamento, porém, ela toma a forma de regiões metropolitanas. Nesta tese, um estudo comparativo a partir do conjunto de cidades mundiais revela que o conceito de formação socioespacial é um elemento central dessa pluralidade. Ainda que o fenômeno metropolitano seja global, ele só se realiza efetivamente nos lugares sob a mediação das formações socioespaciais, que representam o desenvolvimento específico de cada sociedade. A organização, a regulação e os usos do território promovidos pelos Estados nacionais e seus entes subnacionais autônomos são fundamentais à compreensão das diversas escalas metropolitanas na superfície terrestre, inclusive no Brasil, que é a formação socioespacial privilegiada nesta pesquisa.
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