Efeitos de três diferentes métodos de treinamento físico sobre os biomarcadores do estresse oxidativo e qualidade óssea de ratas no período da periestropausa.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Silva, Rafael Augusto dos Santos [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/215874
Resumo: O sedentarismo associado à diminuição da concentração plasmática de estrogênio aumenta o estresse oxidativo e promove alterações na homeostase óssea, culminando na osteopenia, que pode evoluir para osteoporose, aumentar a fragilidade óssea e o risco de fraturas. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar a qualidade óssea de ratas Wistar naturalmente envelhecidas, no período da periestropausa submetidas a prática de três diferentes métodos de treinamento físico. Quarenta e oito ratas multíparas da linhagem Wistar com idade inicial de 18 meses foram submetidas três vezes por semana durante 120 dias a treinamento aeróbio (TA; corrida em esteira), treinamento resistido (TR; subir escadas), treinamento concorrente (TC; subir escadas + corrida em esteira) ou permanecer sedentário. Após o período experimental, aos 21 meses, foi realizado a coleta do material biológico para análises. Os diferentes métodos de treinamento propiciaram redução de estresse oxidativo, aumento no desempenho físico, densidade mineral óssea, melhor microarquitetura óssea, resistência mecânica, locomoção e deambulação de ratas envelhecidas naturalmente durante o período da periestropausa. Além de confirmar que o TR é boa estratégia de intervenção, verificamos também que a realização de TA e TC desencadeou benefícios importantes para a estrutura óssea e qualidade da marcha, sendo alternativas de baixo custo financeiro e de fácil acesso à comunidade, que pode ser adotada como estratégia de prevenção de fraturas osteoporóticas.
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