Estudo da viabilidade celular comparando os meios de conservação para enxerto ósseo de calota craniana: análise microscópica e imunoistoquímica em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Tanaka, Fábio Yoshio [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/101040
Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar a viabilidade celular comparando os meios de conservação para enxerto ósseo. A preservação de células viáveis em procedimentos de enxerto ósseo é de fundamental importância para que se tenha a osteogênese. Foram utilizados 43 ratos machos. Após a antissepsia do campo operatório foi realizada incisão linear na região mediana da calota craniana para obtenção do enxerto da região parietal direita e esquerda as quais foram removidas com auxílio de trefina de 5mm de diâmetro acoplada em micro-motor de baixa rotação, sob constante irrigação com solução de soro fisiológico 0,9% estéril. As peças do enxerto foram acondicionadas em tubos de ensaio estéreis os quais foram devidamente identificadas de acordo com o grupo e mantidas dentro deste tubo conforme cada condição do grupo. Como meio de conservação da viabilidade celular do enxerto foi utilizado o soro fisiológico a 0,9% (Grupo I) e a solução de Euro Collins® (Grupo II) e ainda para verificar se a temperatura tem influência direta na manutenção da viabilidade celular foi analisado o enxerto ósseo conservado em temperatura ambiente (Grupo III) e o enxerto ósseo sem nenhuma solução, porém mantido em gelo (GrupoIV). Para avaliar a viabilidade celular foi utilizada análise histológica e imunoistoquímica imediata e ainda em cada grupo analisou-se a viabilidade celular no período de 6 horas, 12 horas, 24 horas e 30 horas. Como resultado observou-se que a solução de Euro Collins® apresentou-se superior ao soro fisiológico no que se diz respeito à manutenção da viabilidade celular do enxerto ósseo onde se pode notar viabilidade celular até o período de 30 horas.
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