Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Paolino, Bruno Monção [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/250961
http://lattes.cnpq.br/9012667997804219
http://lattes.cnpq.br/5036108722896458
Resumo: Introdução: O Estado do Amazonas se localiza na Amazônia Ocidental Brasileira, local onde não existem trabalhos publicados sobre doença trofoblástica gestacional (DTG). Em 2020, iniciou-se a reestruturação do centro de referência (CR) de DTG do Amazonas visando harmonizar condutas no tratamento desta doença. Objetivos: Avaliar características epidemiológicas, sociodemográficas e clínicas das pacientes com DTG atendidas no CR do Amazonas no período de 2020 até 2022 e de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) no período de 2011 até 2022. Método: Estudo de coorte que incluiu pacientes com DTG diagnosticadas, tratadas e acompanhadas em CR da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON). Os dados obtidos foram analisados pelo software R, utilizando-se teste Mann-Whitney para análises de variáveis qualitativas e Qui-quadrado para variáveis quantitativas. P<0,05 foi considerado como limite estatisticamente significativo. Resultados: A frequência de DTG no CR do Amazonas foi de 57 casos no período de 2020 até 2022, dos quais 18 casos evoluíram para malignização (NTG) em três anos. A população estudada foi formada, em sua maioria, por mulheres jovens, pardas, com escolaridade média, que não faziam uso de contraceptivo, não planejavam gestação, desconheciam a DTG e residiam distante do CR. Foram encontradas diferenças significativas entre as pacientes do interior e da capital quanto aos critérios socioeconômicos e clínicos. As pacientes do interior eram mais jovens (p<0,01), maior representatividade de raça indígena (p=0,04) e menor renda (p<0,01). As pacientes do interior apresentaram maior tamanho uterino (p=0,01), maior necessidade de hemotransfusão (p=0,02) e maior tempo para normalização do hCG (p=0,03) em relação às pacientes da capital. Foi observada uma maior escolaridade nas pacientes que evoluíram para NTG na capital (p<0,01). Foram identificados 29 casos de NTG no período de 2011 até 2022, sendo 11 antes e 18 após a implementação do CR. Após a implementação do CR-DTG do Amazonas, foi evidenciada diminuição da necessidade de troca de esquemas de quimioterapia (p=0,01) e perda de seguimento (p=0,01). A frequência de óbitos por NTG no CR-DTG do Amazonas foi de 5 casos (17%) e, destes, 2 de pacientes indígenas (40%). Quando comparada ao grupo de sobreviventes, as pacientes que evoluíram a óbito tiveram demora para início de quimioterapia (p=0,04), maior presença de metástases (p=0,03) e maior classificação de tumores de alto risco (p=0,01). Conclusão: As mulheres amazônicas apresentam vulnerabilidade à DTG e desconhecimento sobre a doença que as acomete. Foram observados indicadores de maior gravidade em pacientes do interior do Estado, o que sugere que a distância ao CR é um fator que impacta o tratamento destas pacientes no Amazonas. Outro achado foi a alta escolaridade de pacientes com NTG na capital. Houve uma alta taxa de mortalidade pela doença na região, em especial de pacientes indígenas. Estes achados demonstram a necessidade de investimentos no diagnóstico e tratamento precoce e a estruturação adequada das instituições para o efetivo tratamento desta doença no Estado. Trata-se de um estudo relevante pois traz informações inéditas da região da Amazônia Ocidental Brasileira além de servir de modelo para a análise dos impactos positivos da organização de um CR de DTG.
id UNSP_e1bc46865b2af2e7fe2351f7c4a8be25
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/250961
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em ManausStrategies for implementation and treatment outcomes of a gestational trophoblastic disease center in ManausMola hidatiformeCoriocarcinomaDoença trofoblástica gestacionalNeoplasia trofoblástica gestacionalAmazônia ocidental brasileiraGestational trophoblastic diseaseHydatidiform moleGestational trophoblastic neoplasiaWestern brazilian amazonIntrodução: O Estado do Amazonas se localiza na Amazônia Ocidental Brasileira, local onde não existem trabalhos publicados sobre doença trofoblástica gestacional (DTG). Em 2020, iniciou-se a reestruturação do centro de referência (CR) de DTG do Amazonas visando harmonizar condutas no tratamento desta doença. Objetivos: Avaliar características epidemiológicas, sociodemográficas e clínicas das pacientes com DTG atendidas no CR do Amazonas no período de 2020 até 2022 e de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) no período de 2011 até 2022. Método: Estudo de coorte que incluiu pacientes com DTG diagnosticadas, tratadas e acompanhadas em CR da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON). Os dados obtidos foram analisados pelo software R, utilizando-se teste Mann-Whitney para análises de variáveis qualitativas e Qui-quadrado para variáveis quantitativas. P<0,05 foi considerado como limite estatisticamente significativo. Resultados: A frequência de DTG no CR do Amazonas foi de 57 casos no período de 2020 até 2022, dos quais 18 casos evoluíram para malignização (NTG) em três anos. A população estudada foi formada, em sua maioria, por mulheres jovens, pardas, com escolaridade média, que não faziam uso de contraceptivo, não planejavam gestação, desconheciam a DTG e residiam distante do CR. Foram encontradas diferenças significativas entre as pacientes do interior e da capital quanto aos critérios socioeconômicos e clínicos. As pacientes do interior eram mais jovens (p<0,01), maior representatividade de raça indígena (p=0,04) e menor renda (p<0,01). As pacientes do interior apresentaram maior tamanho uterino (p=0,01), maior necessidade de hemotransfusão (p=0,02) e maior tempo para normalização do hCG (p=0,03) em relação às pacientes da capital. Foi observada uma maior escolaridade nas pacientes que evoluíram para NTG na capital (p<0,01). Foram identificados 29 casos de NTG no período de 2011 até 2022, sendo 11 antes e 18 após a implementação do CR. Após a implementação do CR-DTG do Amazonas, foi evidenciada diminuição da necessidade de troca de esquemas de quimioterapia (p=0,01) e perda de seguimento (p=0,01). A frequência de óbitos por NTG no CR-DTG do Amazonas foi de 5 casos (17%) e, destes, 2 de pacientes indígenas (40%). Quando comparada ao grupo de sobreviventes, as pacientes que evoluíram a óbito tiveram demora para início de quimioterapia (p=0,04), maior presença de metástases (p=0,03) e maior classificação de tumores de alto risco (p=0,01). Conclusão: As mulheres amazônicas apresentam vulnerabilidade à DTG e desconhecimento sobre a doença que as acomete. Foram observados indicadores de maior gravidade em pacientes do interior do Estado, o que sugere que a distância ao CR é um fator que impacta o tratamento destas pacientes no Amazonas. Outro achado foi a alta escolaridade de pacientes com NTG na capital. Houve uma alta taxa de mortalidade pela doença na região, em especial de pacientes indígenas. Estes achados demonstram a necessidade de investimentos no diagnóstico e tratamento precoce e a estruturação adequada das instituições para o efetivo tratamento desta doença no Estado. Trata-se de um estudo relevante pois traz informações inéditas da região da Amazônia Ocidental Brasileira além de servir de modelo para a análise dos impactos positivos da organização de um CR de DTG.Introduction: The state of Amazonas is located in the Western Brazilian Amazon, for which there are no published studies on gestational trophoblastic disease (GTD). In 2020, the restructuring of the referral center (RC) for DTG in the state of Amazonas began in order to harmonize the treatment of this disease. Objectives: Evaluate epidemiological, sociodemographic and clinical characteristics of patients with GTD treated in the RC in the state of Amazonas in the period from 2020 to 2022 and gestational trophoblastic neoplasia (GTN) in the period from 2011 to 2022. Methods: A cohort study that included patients with GTD diagnosed, treated and followed up in the RC of the Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON). The data obtained were analyzed using R software, using the Mann-Whitney test for qualitative variables and chi-squared test for quantitative variables. P<0.05 was considered a statistically significant limit. Results: The frequency of GTD in the RC of the state of Amazonas was 57 cases in the period from 2020 to 2022, of which 18 cases evolved to malignancy (NTG) within three years. The studied population was formed, mostly, by young, brown-skinned women, with an average education, who did not use contraception, did not plan pregnancy, did not know about DTG and lived far from the RC. Significant differences were found between patients from the interior and the capital regarding socioeconomic and clinical criteria. The patients from the interior were younger (p<0.01), with a greater number of indigenous women (p=0.04) and had a lower income (p<0.01). Patients from the interior had a larger uterine size (p=0.01), a greater need for blood transfusion (p=0.02) and a longer period for hCG normalization (p=0.03) in relation to patients from the capital. A higher level of education was observed in patients from the capital who evolved to NTG (p<0.01). 29 cases of NTG were identified in the period from 2011 to 2022, 11 before and 18 after the implementation of the RC. After the implementation of the DTG-RC in the state of Amazonas, there was a decrease in the need to change chemotherapy regimens (p=0.01) and loss of patients to follow-up (p=0.01). The frequency of deaths due to NTG in the DTG-RC in the state of Amazonas was 5 cases (17%) and, of these, 2 involved indigenous patients (40%). When compared to the group of survivors, patients who died had a delay in starting chemotherapy (p=0.04), a greater presence of metastases (p=0.03) and a higher classification for high-risk tumors (p=0.01). Conclusion: Amazonian women present vulnerability to GTD and lack of knowledge regarding the disease that affects them. Indicators of greater severity were observed in patients from the interior of the state, which suggests that the distance to the RC is a factor that impacts the treatment of these patients in the state of Amazonas. Another finding was the high level of education of patients with NTG in the capital. There was a high mortality rate from the disease in the region, especially involving indigenous patients. These findings demonstrate the need for investments in early diagnosis and treatment and the proper structuring of institutions for the effective treatment of this disease in the state. This is a relevant study because it provides unpublished information from the Western Brazilian Amazon region and serves as a model for the analysis of the positive impacts of the organization of a DTG-RC.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Maestá, Izildinha [UNESP]Universidade Federal do Amazonas (UFAM)Paolino, Bruno Monção [UNESP]2023-10-11T13:19:49Z2023-10-11T13:19:49Z2023-09-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfapplication/pdfhttps://hdl.handle.net/11449/25096133004064077P2http://lattes.cnpq.br/9012667997804219http://lattes.cnpq.br/50361087228964580000-0001-8100-87570000-0002-5875-7335porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T09:00:25Zoai:repositorio.unesp.br:11449/250961Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T09:00:25Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
dc.title.none.fl_str_mv Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
Strategies for implementation and treatment outcomes of a gestational trophoblastic disease center in Manaus
title Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
spellingShingle Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
Paolino, Bruno Monção [UNESP]
Mola hidatiforme
Coriocarcinoma
Doença trofoblástica gestacional
Neoplasia trofoblástica gestacional
Amazônia ocidental brasileira
Gestational trophoblastic disease
Hydatidiform mole
Gestational trophoblastic neoplasia
Western brazilian amazon
title_short Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
title_full Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
title_fullStr Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
title_full_unstemmed Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
title_sort Estratégias para implementação e resultados de tratamento de um centro de doença trofoblástica gestacional em Manaus
author Paolino, Bruno Monção [UNESP]
author_facet Paolino, Bruno Monção [UNESP]
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Maestá, Izildinha [UNESP]
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
dc.contributor.author.fl_str_mv Paolino, Bruno Monção [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Mola hidatiforme
Coriocarcinoma
Doença trofoblástica gestacional
Neoplasia trofoblástica gestacional
Amazônia ocidental brasileira
Gestational trophoblastic disease
Hydatidiform mole
Gestational trophoblastic neoplasia
Western brazilian amazon
topic Mola hidatiforme
Coriocarcinoma
Doença trofoblástica gestacional
Neoplasia trofoblástica gestacional
Amazônia ocidental brasileira
Gestational trophoblastic disease
Hydatidiform mole
Gestational trophoblastic neoplasia
Western brazilian amazon
description Introdução: O Estado do Amazonas se localiza na Amazônia Ocidental Brasileira, local onde não existem trabalhos publicados sobre doença trofoblástica gestacional (DTG). Em 2020, iniciou-se a reestruturação do centro de referência (CR) de DTG do Amazonas visando harmonizar condutas no tratamento desta doença. Objetivos: Avaliar características epidemiológicas, sociodemográficas e clínicas das pacientes com DTG atendidas no CR do Amazonas no período de 2020 até 2022 e de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) no período de 2011 até 2022. Método: Estudo de coorte que incluiu pacientes com DTG diagnosticadas, tratadas e acompanhadas em CR da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON). Os dados obtidos foram analisados pelo software R, utilizando-se teste Mann-Whitney para análises de variáveis qualitativas e Qui-quadrado para variáveis quantitativas. P<0,05 foi considerado como limite estatisticamente significativo. Resultados: A frequência de DTG no CR do Amazonas foi de 57 casos no período de 2020 até 2022, dos quais 18 casos evoluíram para malignização (NTG) em três anos. A população estudada foi formada, em sua maioria, por mulheres jovens, pardas, com escolaridade média, que não faziam uso de contraceptivo, não planejavam gestação, desconheciam a DTG e residiam distante do CR. Foram encontradas diferenças significativas entre as pacientes do interior e da capital quanto aos critérios socioeconômicos e clínicos. As pacientes do interior eram mais jovens (p<0,01), maior representatividade de raça indígena (p=0,04) e menor renda (p<0,01). As pacientes do interior apresentaram maior tamanho uterino (p=0,01), maior necessidade de hemotransfusão (p=0,02) e maior tempo para normalização do hCG (p=0,03) em relação às pacientes da capital. Foi observada uma maior escolaridade nas pacientes que evoluíram para NTG na capital (p<0,01). Foram identificados 29 casos de NTG no período de 2011 até 2022, sendo 11 antes e 18 após a implementação do CR. Após a implementação do CR-DTG do Amazonas, foi evidenciada diminuição da necessidade de troca de esquemas de quimioterapia (p=0,01) e perda de seguimento (p=0,01). A frequência de óbitos por NTG no CR-DTG do Amazonas foi de 5 casos (17%) e, destes, 2 de pacientes indígenas (40%). Quando comparada ao grupo de sobreviventes, as pacientes que evoluíram a óbito tiveram demora para início de quimioterapia (p=0,04), maior presença de metástases (p=0,03) e maior classificação de tumores de alto risco (p=0,01). Conclusão: As mulheres amazônicas apresentam vulnerabilidade à DTG e desconhecimento sobre a doença que as acomete. Foram observados indicadores de maior gravidade em pacientes do interior do Estado, o que sugere que a distância ao CR é um fator que impacta o tratamento destas pacientes no Amazonas. Outro achado foi a alta escolaridade de pacientes com NTG na capital. Houve uma alta taxa de mortalidade pela doença na região, em especial de pacientes indígenas. Estes achados demonstram a necessidade de investimentos no diagnóstico e tratamento precoce e a estruturação adequada das instituições para o efetivo tratamento desta doença no Estado. Trata-se de um estudo relevante pois traz informações inéditas da região da Amazônia Ocidental Brasileira além de servir de modelo para a análise dos impactos positivos da organização de um CR de DTG.
publishDate 2023
dc.date.none.fl_str_mv 2023-10-11T13:19:49Z
2023-10-11T13:19:49Z
2023-09-01
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/11449/250961
33004064077P2
http://lattes.cnpq.br/9012667997804219
http://lattes.cnpq.br/5036108722896458
0000-0001-8100-8757
0000-0002-5875-7335
url https://hdl.handle.net/11449/250961
http://lattes.cnpq.br/9012667997804219
http://lattes.cnpq.br/5036108722896458
identifier_str_mv 33004064077P2
0000-0001-8100-8757
0000-0002-5875-7335
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1854954321404231680