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Gramsci em movimento: política, trabalho e revolução (1917-1926)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Machado, Marília Gabriella Borges [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/304723
Resumo: A qual consciência se chegou durante o processo de desenvolvimento da tradição do movimento operário em relação a um Partido político com determinada visão histórica e econômica? Esta é a questão que problematiza e norteia esta investigação científica. Enquanto resposta e tese, chegou-se à conclusão de que a maior densidade teórica de Gramsci está nas vivências pessoais e políticas durante os anos de 1917-1926, na práxis. É nesse período, em cartas, artigos e documentos, no movimento cotidiano e dialético de transformações nacionais, internacionais e individuais, que culminou na ditadura fascista, que foi forjado um intelectual orgânico das classes subalternas que compreendeu a fábrica como o locus mais importante de articulação política e cultural do movimento operário. Elemento essencial para analisar o antifascismo e a revolução socialista gramsciana é o de formação de uma nova hegemonia produzida a partir da fábrica, assim como o desenvolvimento da consciência crítica. Para tanto, Gramsci se torna objeto de investigação, aparato teórico e metodológico. O método de estudo desta pesquisa é o da filologia vivente, compreendido em sentido vivo e utilizado para analisar a história e a política enquanto processos em contínuas transformações no campo das relações de força e da disputa hegemônica. Enquanto exposição, utiliza-se o método diacrônico. A relevância deste trabalho é presente nos diversos âmbitos da vida social, assim como no preenchimento da lacuna teórica sobre o período de produção de Gramsci entre os anos de 1917-1926.
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