Influência da prática regular de atividade física sobre sintomas depressivos em idosos institucionalizados

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Corazza, Danilla Icassatti [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/87440
Resumo: O objetivo do presente estudo foi verificar a influência de um programa de atividade física regular sobre sintomas depressivos e nível de atividade física em idosos institucionalizados. Participaram do estudo 43 idosos institucionalizados, divididos em três grupos: Grupo de Atividade Física (GAF), Grupo Controle (GCT) e Grupo de Convívio Social (GCS). Os participantes foram caracterizados quanto à idade, escolaridade e funções cognitivas, não apresentando diferenças significativas. O GAF atendeu a um programa de atividade física regular, durante 6 meses, com freqüência de 3 sessões semanais de 60 minutos. O GCS atendeu a um programa de atividades de entretenimento. Todos os participantes responderam à Escala para Depressão em Geriatria (GDS) e ao Questionário Baecke Modificado para Idosos (QBMI), antes (pré) e após (pós) as intervenções. Os resultados foram interpretados por meio da ANOVA de medidas repetidas, com nível de significância de p<0,05. Foi encontrada interação entre grupos e momentos, sendo também constatada correlação moderada e significativa entre as variáveis. Apenas o GAF e o GCS apresentaram influência positiva para sintomas depressivos, enquanto o GCT apresentou aumento dos mesmos. Para nível de atividade física somente o GAF apresentou um incremento. Com tais resultados conclui-se que, em idosos institucionalizados; a) baixos níveis de atividade física podem ser um fator de risco para sintomas depressivos; b) programas de atividade física ou de contatos sociais são aptos a reduzir sintomas depressivos; c) programas de atividade física parecem ser mais efetivos para aumentar o nível de atividade física e contrapor-se a sintomas depressivos comparado com programas de convívio social sem atividade física; d) o não envolvimento com programas de atividade física ou de contato social aumenta o risco para sintomas depressivos.
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