Avaliação da resposta tecidual e da capacidade de mineralização dos cimentos Biodentine e MTA Branco

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Valentim, Diego [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/150355
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar resposta tecidual e a capacidade de mineralização dos materiais endodônticos, Biodentine®, MTA Branco Angelus®, quando comparados com hidróxido de cálcio. Quarenta e oito ratos Wistar foram utilizados; 24 para análise subcutânea e 24 foram submetidos à pulpotomia. Após 7, 15, 30 e 60 dias (subcutâneo) os animais foram eutanasiados e foi realizado o processamento histológico e imunoistoquímico (Fibronectina e Tenascina). Após 7 e 15 dias (pulpotomia) as peças foram submetidas a processamento histológico e imunoistoquímico (Fibronectina e Tenascina) para avaliação da formação da ponte de tecido duro e resposta tecidual da polpa. Os dados tanto do subcutâneo quanto das pulpotomias foram submetidos ao teste de Kruskal Wallis e Dunn (p<0,05 A análise estatística mostrou que no subcutâneo aos 15 dias o Biodentine® gerou menor resposta inflamatória que o Ionômero de vidro e o Ca(OH)2 (p<0,05) enquanto o MTA não apresentou diferença estatística. Na polpa aos 7 dias o MTA e o Hidróxido de cálcio tiveram maior continuidade da ponte de tecido duro que o Ionômero de vidro (p<0,05) e o Biodentine apresentou melhores aspectos morfológicos que o Ionômero de vidro (p<0,05). Aos 15 dias o MTA e o Biodentine apresentaram ponte de tecido duro completa (p<0,05). Para a imunomarcação não houve diferença estatística no subcutâneo, para a pulpotomia o Biodentine obteve maior imunomarcação que o Ionômero de vidro tanto para Fibronectina quanto para Tenascina. O Biodentine®, o MTA Angelus Branco e o Hidróxido de Cálcio apresentaram capacidade de induzir mineralização perante as metodologias aplicadas enquanto o Ionômero de vidro não induziu mineralização e o Biodentine® mostrou melhor resposta tecidual que o Ionômero de vidro e o Hidróxido de cálcio.
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