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Impacto de parâmetros físicos e clínicos sobre a ocorrência de sinais e sintomas em participantes de um programa de reabilitação cardíaca

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Silva, Paula Fernanda da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/236508
Resumo: Introdução: Alterações autonômicas, cardiorrespiratórias e físicas têm sido utilizadas como marcadores de risco de eventos adversos. Contudo, é desconhecido se variáveis mensuradas em repouso podem influenciar a ocorrência de sinais e/ou sintomas (S/S) em pacientes inseridos em programas de reabilitação cardiovascular (PRC). Objetivo: Analisar a correlação entre a ocorrência de S/S durante um PRC e valores em repouso de parâmetros cardiorrespiratório, autonômico e físico. Materiais e Métodos: Foram coletados dados pessoais de 75 voluntários e avaliados o sistema cardiorrespiratório, a modulação autonômica cardíaca, a força muscular de quadríceps, capacidade funcional (CF), nível de atividade física (NAF), medidas antropométricas e de composição corporal. Em seguida, os voluntários foram submetidos a avaliação dos S/S durante 24 sessões do PRC. Para análise dos dados, os voluntários foram divididos em três grupos: G1: ≤2S/S (n=25; 63,16±11,23anos); G2: entre 3 e 8 S/S (n=25; 62,68±11,97 anos); G3: >8S/S (n=25; 70,40±9,75 anos). Os índices foram comparados pelo teste ANOVA One Way ou pelo teste de Kruskal Wallis. As correlações de Pearson e Spearman foram usadas para analisar os dados e a regressão linear foi aplicada, quando possível (p< 0,05). Resultados: O G1 apresentou correlação moderada negativa entre sinais e o NAF moderado e correlação moderada positiva entre os sinais e a CF. O G2, apresentou correlação moderada positiva entre a reatância e sintomas e também, com a soma de S/S. Para o G3 observou-se correlação moderada negativa entre sinais e o NAF leve e entre sintomas e a força muscular de quadríceps, altura, taxa metabólica basal, massa magra, água corporal, capacidade vital forçada, volume expiratório forçado 1”, pico do fluxo respiratório, pressão expiratória máxima e o Alfa2. Correlação negativa forte entre a ocorrência de sintomas e flutuação depurada de tendências, além de, correlação moderada positiva entre sintomas e a resistência e a relação SD1/SD2. Conclusão: Pacientes menor desempenho cardiorrespiratório, da modulação autonômica, menor NAF, CF, força muscular de quadríceps e maiores alterações na composição corporal possuem maior o risco da ocorrência de S/S durante PRC.
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Materiais e Métodos: Foram coletados dados pessoais de 75 voluntários e avaliados o sistema cardiorrespiratório, a modulação autonômica cardíaca, a força muscular de quadríceps, capacidade funcional (CF), nível de atividade física (NAF), medidas antropométricas e de composição corporal. Em seguida, os voluntários foram submetidos a avaliação dos S/S durante 24 sessões do PRC. Para análise dos dados, os voluntários foram divididos em três grupos: G1: ≤2S/S (n=25; 63,16±11,23anos); G2: entre 3 e 8 S/S (n=25; 62,68±11,97 anos); G3: >8S/S (n=25; 70,40±9,75 anos). Os índices foram comparados pelo teste ANOVA One Way ou pelo teste de Kruskal Wallis. As correlações de Pearson e Spearman foram usadas para analisar os dados e a regressão linear foi aplicada, quando possível (p< 0,05). Resultados: O G1 apresentou correlação moderada negativa entre sinais e o NAF moderado e correlação moderada positiva entre os sinais e a CF. O G2, apresentou correlação moderada positiva entre a reatância e sintomas e também, com a soma de S/S. Para o G3 observou-se correlação moderada negativa entre sinais e o NAF leve e entre sintomas e a força muscular de quadríceps, altura, taxa metabólica basal, massa magra, água corporal, capacidade vital forçada, volume expiratório forçado 1”, pico do fluxo respiratório, pressão expiratória máxima e o Alfa2. Correlação negativa forte entre a ocorrência de sintomas e flutuação depurada de tendências, além de, correlação moderada positiva entre sintomas e a resistência e a relação SD1/SD2. Conclusão: Pacientes menor desempenho cardiorrespiratório, da modulação autonômica, menor NAF, CF, força muscular de quadríceps e maiores alterações na composição corporal possuem maior o risco da ocorrência de S/S durante PRC.Background: Autonomic, cardiorespiratory and physical changes have been used as risk markers for adverse events. However, it is unknown whether variables measured at rest can influence the occurrence of signs and/or symptoms (S/S) in patients enrolled in cardiac rehabilitation programs (CRP). Aim: To analyze the correlation between the occurrence of S/S during a CRP and resting values of cardiorespiratory, autonomic and physical parameters. Methods: Personal data were collected from 75 volunteers and evaluated the cardiorespiratory system, cardiac autonomic modulation, quadriceps muscle strength, functional capacity (FC), physical activity level (PAL), anthropometric measurements and body composition. Then, the volunteers underwent S/S assessment during 24 PRC sessions. For data analysis, the volunteers were divided into three groups: G1: ≤2S/S (n=25; 63.16±11.23 years); G2: between 3 and 8 S/S (n=25; 62.68±11.97 years); G3: >8S/S (n=25; 70.40±9.75 years). The indices were compared using the One Way ANOVA test or the Kruskal Wallis test. Pearson and Spearman correlations were used to analyze the data and linear regression was applied when possible (p<0.05). Results: G1 showed moderate negative correlation between signs and PAL moderate and moderate positive correlation between signs and FC. G2 showed moderate positive correlation between reactance and symptoms and also with the sum of S/S. For G3, there was a moderate negative correlation between signs and mild PAL and between symptoms and quadriceps muscle strength, height, basal metabolic rate, lean mass, body water, forced vital capacity, forced expiratory volume 1”, peak flow respiratory rate, maximal expiratory pressure and Alpha2. Strong negative correlation between the occurrence of symptoms and clear fluctuation of trends, in addition to a moderate positive correlation between symptoms and resistance and the SD1/SD2 ratio. Conclusion: Patients with lower cardiorespiratory performance, lower autonomic modulation, lower PAL, CF, quadriceps muscle strength and greater changes in body composition are at greater risk for the occurrence of S/S during CRP.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CAPES: 001Universidade Estadual Paulista (Unesp)Vanderlei, Luiz Carlos Marques [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Paula Fernanda da2022-09-09T17:45:49Z2022-09-09T17:45:49Z2022-07-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/23650833004129045P2porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-22T17:05:19Zoai:repositorio.unesp.br:11449/236508Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T17:05:19Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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