Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2009 |
| Autor(a) principal: |
Santos, Taízha Cristine Ciasca dos [UNESP] |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Tese
|
| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: |
|
| Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/101451
|
Resumo: |
Este estudo teve como objetivo, utilizando para tanto 22 cabeças de cadáveres equinos sadios, obtidas em abatedouro frigorífico, avaliar comparativamente de forma minuciosa e detalhada a anatomia da articulação temporo-hióide de equinos, por meio do exame radiográfico convencional, ultrassonográfico articular e tomográfico. Ambas as articulações, direita e esquerda, foram avaliadas. As imagens obtidas pelos três métodos foram identificadas e agrupadas sob aspecto das imagens que se repetem, que se somam e que se complementam, além da realização de avaliação minuciosa das características anatômicas da articulação temporo-hióide como um todo pelos diferentes acessos diagnósticos, buscando o meio de diagnóstico menos agressivo, não invasivo, rápido e de relativo baixo custo quando comparados. Observou-se que a tomografia visibilizou sempre de forma clara, ou seja, com melhor qualidade e precisão, todas as características e estruturas avaliadas. Já o raios-x e a ultrassononografia variaram bastante, algumas vezes de forma positiva, em concordância com a tomografia, outras nem tanto, limitando a avaliação de determinadas estruturas por estes métodos. Os três métodos de diagnóstico demonstraram uma concordância plena significativa (93,18%) apenas em relação à sua localização anatômica, o que não significa que os três métodos não podem gerar informações adicionais de grande valia. Concluiu-se que a TC é superior aos outros métodos, porém os três podem ser aliados no sentido de que se complementam, repetindo e somando imagens e informações importantes na escolha de um tratamento e na avaliação de seu prognóstico. Estes resultados propõem referências de abordagem que adicionarão informações na avaliação da região da articulação temporo-hióide dos equinos. |