Compostagem de lodo de esgoto: caracterização e bioestabilização

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Ribeiro, Lívia Cristina [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/153225
Resumo: O uso do lodo de esgoto na agricultura é uma alternativa ambiental e economicamente viável para o resíduo. A compostagem propicia a eliminação de patógenos nocivos à saúde humana, viabilizando o uso do lodo de esgoto como fertilizante orgânico. Objetivou-se com o presente trabalho caracterizar o processo de compostagem de lodo de esgoto misturado com diferentes fontes de carbono (bagaço de cana-de-açúcar, casca de arroz e casca de eucalipto) e analisar a bioestabilização dos compostos produzidos. A compostagem foi realizada em estufa durante 90 dias, em delineamento experimental em blocos ao acaso, com 4 repetições. A partir dos 40 dias de compostagem, foram realizadas coletas a cada 10 dias para avaliar as características químicas, físicas e biológicas dos compostos. As misturas de lodo de esgoto com bagaço de cana-de-açúcar e lodo de esgoto com casca de eucalipto proporcionaram a compostagem e a bioestabilização dos compostos no período de 90 dias, sendo verificado ao final do processo temperatura dos materiais próxima a temperatura ambiente, ausência de odor, presença de macronutrientes e micronutrientes disponíveis para as plantas, relação C/N abaixo de 20 e índices favoráveis no teste de germinação. A mistura de lodo de esgoto e casca de arroz não proporcionou a compostagem e o material não foi bioestabilizado no período de 90 dias.
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