Desgaste das lâminas de corte basal: efeito na colheita e na rebrota do canavial

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Bernache, Leonardo [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/157386
Resumo: A cana-de-açúcar é uma cultura de grande relevância no cenário agrícola nacional devido à produção de açúcar e etanol. O corte da cultura é realizado por meio do mecanismo de corte basal, composto por múltiplas lâminas. Devido ao seu desgaste, ocorrem danos e abalos às soqueiras, os quais podem vir a prejudicar o desenvolvimento do canavial, assim diminuindo a longevidade dos canaviais. objetivou- se neste trabalho avaliar a qualidade do corte basal de cana-de-açúcar em situações de desgaste intenso das lâminas, utilizando-se os indicadores danos, abalos e altura de corte, correlacionando-os com a rebrota do canavial, seguindo as premissas do Controle Estatístico do Processo. As variáveis relacionadas à colheita (porte e posição, índice de danos e abalos, comprimento de corte) foram coletadas a cada 30 minutos seguindo as premissas do Controle Estatístico do Processos. Para o desgaste das lâminas foram definidos 3 períodos de avaliação (8h, 16h e 24h de trabalho). Após a colheita foram realizadas avaliações em laboratório e em campo, sendo que em laboratório avaliou-se a energia gasta no corte basal com lâminas de períodos diferentes de trabalho (0, 8, 16 e 24 horas), já em campo foram realizadas avaliações de rebrota (78 DAC), avaliando-se o número de perfilhos, falhas, diâmetro e altura da soqueira. Para as variáveis índice de danos, índice de abalos, altura e diâmetro de planta nota-se que o 2º período de trabalho apresentou maior qualidade. O processo foi considerado fora de controle para as variáveis: altura de corte, número de perfilhos, altura e diâmetro de plantas; e sob controle para as variáveis: índice de danos, índice de abalos, porte e sentido, e energia no corte. O 1º período apresentou danos periféricos ou sem danos e índices de abalos fracos e médios, enquanto que para o 2º e 3º períodos predominaram de danos extremos e abalos médios e fortes.
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