A concepção freudiana de melancolia: elementos para uma metapsicologia dos estados da mente melancólicos
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/97640 |
Resumo: | Atualmente fala-se muito sobre depressão. Este estado tornou-se muito comum no tempo atual, sendo um fato raro encontrar alguém que não tenha tido, com ele, algum contato direto ou indireto. Nosso interesse de investigação partiu destes estados depressivos, tendo como referencial teórico a psicanálise. Foi Freud que inaugurou os estudos sobre os estados depressivos por meio da compreensão oferecida sobre a melancolia em seu conhecido artigo Luto e melancolia (1917[1915]). Este trabalho se tornou referência básica para qualquer estudioso que pretenda desenvolver um conhecimento sobre os estados depressivos a partir da psicanálise. Frente a isto partimos do exame detalhado deste artigo freudiano e elegemos os elementos melancólicos (formados pela articulação entre a organização narcísica e a ambivalência) como objeto de estudo, a fim de apreender a concepção de Freud sobre a melancolia. Mantivemo-nos sempre no campo da metapsicologia freudiana como referência principal. Percebemos que um estudo sobre a melancolia por meio da metapsicologia acabou por se tornar um estudo sobre a constituição e o funcionamento da vida psíquica em geral. Neste sentido, notamos que os estados depressivos se tornaram o paradigma originário do psiquismo e que a idéia de separação ou perda do seio materno foi o modelo aceito em geral pela psicanálise para compreender o momento do nascimento do ego para alguns, ou de integração deste para outros. O comum é que o momento de discriminação entre o ego e o mundo externo seja provocado pela perda e acompanhado por depressividade, provocando uma mutação que vai desde o princípio de prazer até o princípio de realidade, ou ainda, desde o narcisismo... |
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A concepção freudiana de melancolia: elementos para uma metapsicologia dos estados da mente melancólicosPsicanaliseLutoMelancoliaDepressão mentalSofrimentoMental depressionFreudian psychoanalysisMetapsychologyNarcissismAtualmente fala-se muito sobre depressão. Este estado tornou-se muito comum no tempo atual, sendo um fato raro encontrar alguém que não tenha tido, com ele, algum contato direto ou indireto. Nosso interesse de investigação partiu destes estados depressivos, tendo como referencial teórico a psicanálise. Foi Freud que inaugurou os estudos sobre os estados depressivos por meio da compreensão oferecida sobre a melancolia em seu conhecido artigo Luto e melancolia (1917[1915]). Este trabalho se tornou referência básica para qualquer estudioso que pretenda desenvolver um conhecimento sobre os estados depressivos a partir da psicanálise. Frente a isto partimos do exame detalhado deste artigo freudiano e elegemos os elementos melancólicos (formados pela articulação entre a organização narcísica e a ambivalência) como objeto de estudo, a fim de apreender a concepção de Freud sobre a melancolia. Mantivemo-nos sempre no campo da metapsicologia freudiana como referência principal. Percebemos que um estudo sobre a melancolia por meio da metapsicologia acabou por se tornar um estudo sobre a constituição e o funcionamento da vida psíquica em geral. Neste sentido, notamos que os estados depressivos se tornaram o paradigma originário do psiquismo e que a idéia de separação ou perda do seio materno foi o modelo aceito em geral pela psicanálise para compreender o momento do nascimento do ego para alguns, ou de integração deste para outros. O comum é que o momento de discriminação entre o ego e o mundo externo seja provocado pela perda e acompanhado por depressividade, provocando uma mutação que vai desde o princípio de prazer até o princípio de realidade, ou ainda, desde o narcisismo...Nowadays depression is a much discussed issue. The occurrence of depression is so widespread that we may think it as rare to find a person who has not undergone through depression periods or has not had any direct or indirect contact with this phenomenon. Our research interest has been motivated by questions related to depression states and the psychoanalysis theoretical referential framework. It is well known that Freud inaugurated the studies about depression states by his statements on melancholy presented in his article Mourning and melancholia (Trauer und melancolie 1917[1915]). This work has become the basic reference for any scholar who intends a comprehension of the depression states within a psychoanalysis framework. We started our study with a through examination of Freud's article and elected the melancholic elements (the articulation of narcissistic organization and ambivalence) as the main object of our investigation aiming at apprehending Freud's conceptions on melancholy. We have maintained the field of Freudian metapsychology as our main reference frame. We realize that a study about melancholy in terms of metapsychology has turned out to be a study about the constitution and functioning of the psychic life as a whole. Consequently we also noted that the depression states have become the originating paradigm of psychoanalysis and that the idea of separation or loss of the mother's breast has become the model accepted as a whole by psychoanalysis to comprehend ego birth moment by some and its integration by others. What is common is that the moment of discrimination between the ego and the external world is brought about by loss and depressiveness, leading to a mutation which extends... (Complete abstract click electronic access below)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Universidade Estadual Paulista (Unesp)Hashimoto, Francisco [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Teixeira, Marco Antônio Rotta [UNESP]2014-06-11T19:29:03Z2014-06-11T19:29:03Z2007-04-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis186 f.application/pdfTEIXEIRA, Marco Antônio Rotta. A concepção freudiana de melancolia: elementos para uma metapsicologia dos estados da mente melancólicos. 2007. 186 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras de Assis, 2007.http://hdl.handle.net/11449/97640000510706teixeira_mar_me_assis.pdf33004048021P67778086667028727Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-05-28T09:30:24Zoai:repositorio.unesp.br:11449/97640Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-05-28T09:30:24Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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Atualmente fala-se muito sobre depressão. Este estado tornou-se muito comum no tempo atual, sendo um fato raro encontrar alguém que não tenha tido, com ele, algum contato direto ou indireto. Nosso interesse de investigação partiu destes estados depressivos, tendo como referencial teórico a psicanálise. Foi Freud que inaugurou os estudos sobre os estados depressivos por meio da compreensão oferecida sobre a melancolia em seu conhecido artigo Luto e melancolia (1917[1915]). Este trabalho se tornou referência básica para qualquer estudioso que pretenda desenvolver um conhecimento sobre os estados depressivos a partir da psicanálise. Frente a isto partimos do exame detalhado deste artigo freudiano e elegemos os elementos melancólicos (formados pela articulação entre a organização narcísica e a ambivalência) como objeto de estudo, a fim de apreender a concepção de Freud sobre a melancolia. Mantivemo-nos sempre no campo da metapsicologia freudiana como referência principal. Percebemos que um estudo sobre a melancolia por meio da metapsicologia acabou por se tornar um estudo sobre a constituição e o funcionamento da vida psíquica em geral. Neste sentido, notamos que os estados depressivos se tornaram o paradigma originário do psiquismo e que a idéia de separação ou perda do seio materno foi o modelo aceito em geral pela psicanálise para compreender o momento do nascimento do ego para alguns, ou de integração deste para outros. O comum é que o momento de discriminação entre o ego e o mundo externo seja provocado pela perda e acompanhado por depressividade, provocando uma mutação que vai desde o princípio de prazer até o princípio de realidade, ou ainda, desde o narcisismo... |
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