Examinando os efeitos de estressores climáticos na motivação de forrageamento e comunicação química em crustáceos decápodes
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/257443 |
Resumo: | Os ambientes do entremarés são considerados ricos em diversidade e são frequentemente influenciados por variáveis bióticas e abióticas. Nesses habitats, as poças de maré em costões rochosos passam por variações significativas nas condições abióticas devido aos ciclos alternados de submersão e emersão. Em razão do seu tamanho reduzido, essas poças possuem baixa inércia térmica e respondem rapidamente às mudanças de temperatura, pH e níveis de oxigênio durante as marés baixas. Isso pode resultar em altas temperaturas, queda de pH e condições de hipóxia, criando ambientes próximos aos limites de sobrevivência para os organismos que as habitam. Considerando o cenário atual de mudanças do clima, é de suma importância entender como que os organismos que habitam esses ambientes irão responder a intensificação dessas variáveis. Apesar das poças de maré serem ambientes menores em relação à extensão total dos costões rochosos, é importante ressaltar que a dinâmica que ocorrem nesse habitat pode nos auxiliar no entendimento da relação entre as espécies e variáveis ambientais em diferentes níveis de complexidade dos organismos. As oscilações drásticas das variáveis abióticas fazem com que os organismos que habitam as poças de maré sejam um ótimo modelo para testarmos a interferência de estressores climáticos. As interferências negativas dessas relações podem gerar efeitos em cascata no ambiente, podendo ter impactos em níveis ecossistêmicos colocando em risco a diversidade biológica. |
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Examinando os efeitos de estressores climáticos na motivação de forrageamento e comunicação química em crustáceos decápodesExamining the effects of climatic stressors on foraging motivation and chemical communication in decapod crustaceansEcossistemas AquáticosEcologia MarinhaDinâmica predador-presaComunicação animalCrustáceosMundanças do ClimaOs ambientes do entremarés são considerados ricos em diversidade e são frequentemente influenciados por variáveis bióticas e abióticas. Nesses habitats, as poças de maré em costões rochosos passam por variações significativas nas condições abióticas devido aos ciclos alternados de submersão e emersão. Em razão do seu tamanho reduzido, essas poças possuem baixa inércia térmica e respondem rapidamente às mudanças de temperatura, pH e níveis de oxigênio durante as marés baixas. Isso pode resultar em altas temperaturas, queda de pH e condições de hipóxia, criando ambientes próximos aos limites de sobrevivência para os organismos que as habitam. Considerando o cenário atual de mudanças do clima, é de suma importância entender como que os organismos que habitam esses ambientes irão responder a intensificação dessas variáveis. Apesar das poças de maré serem ambientes menores em relação à extensão total dos costões rochosos, é importante ressaltar que a dinâmica que ocorrem nesse habitat pode nos auxiliar no entendimento da relação entre as espécies e variáveis ambientais em diferentes níveis de complexidade dos organismos. As oscilações drásticas das variáveis abióticas fazem com que os organismos que habitam as poças de maré sejam um ótimo modelo para testarmos a interferência de estressores climáticos. As interferências negativas dessas relações podem gerar efeitos em cascata no ambiente, podendo ter impactos em níveis ecossistêmicos colocando em risco a diversidade biológica.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)2021/07565-0Universidade Estadual Paulista (Unesp)Costa, Tânia Marcia [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)De Grande, Fernando RafaelMartins, Carolina Guardino [UNESP]2024-09-17T20:43:46Z2024-09-17T20:43:46Z2024-07-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfMARTINS, Carolina Guardino. Examinando os efeitos de estressores climáticos na motivação de forrageamento e comunicação química em crustáceos decápodes. 2024. Dissertação (Mestre em Zoologia). Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Botucatu, Botucatu, 2024.https://hdl.handle.net/11449/25744333004064012P827699020255477470000-0001-9993-1064porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-23T11:31:52Zoai:repositorio.unesp.br:11449/257443Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-23T11:31:52Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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Os ambientes do entremarés são considerados ricos em diversidade e são frequentemente influenciados por variáveis bióticas e abióticas. Nesses habitats, as poças de maré em costões rochosos passam por variações significativas nas condições abióticas devido aos ciclos alternados de submersão e emersão. Em razão do seu tamanho reduzido, essas poças possuem baixa inércia térmica e respondem rapidamente às mudanças de temperatura, pH e níveis de oxigênio durante as marés baixas. Isso pode resultar em altas temperaturas, queda de pH e condições de hipóxia, criando ambientes próximos aos limites de sobrevivência para os organismos que as habitam. Considerando o cenário atual de mudanças do clima, é de suma importância entender como que os organismos que habitam esses ambientes irão responder a intensificação dessas variáveis. Apesar das poças de maré serem ambientes menores em relação à extensão total dos costões rochosos, é importante ressaltar que a dinâmica que ocorrem nesse habitat pode nos auxiliar no entendimento da relação entre as espécies e variáveis ambientais em diferentes níveis de complexidade dos organismos. As oscilações drásticas das variáveis abióticas fazem com que os organismos que habitam as poças de maré sejam um ótimo modelo para testarmos a interferência de estressores climáticos. As interferências negativas dessas relações podem gerar efeitos em cascata no ambiente, podendo ter impactos em níveis ecossistêmicos colocando em risco a diversidade biológica. |
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