Análise da diversidade dos sistemas de produção na horticultura no contexto do desenvolvimento do município de Botucatu-SP
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/180591 |
Resumo: | O município de Botucatu é reconhecido por ser importante fornecedor de produtos orgânicos e por possuir diversos sistemas de produção ligados à horticultura. A ausência de dados oficiais sobre a produção no município tem impedido o planejamento adequado de ações que visem o seu desenvolvimento, o que justifica o olhar científico sobre este tema. Propõe-se analisar o sistema de produção de plantas hortícolas, caracterizar o desenvolvimento de técnicas culturais e as condições socioeconômicas destes produtores rurais do interior paulista. Realizaram-se entrevistas com o planejamento amostral totalizando 89 agricultores familiares e não familiares. Utilizou-se o método estatístico multivariado. Os horticultores pesquisados caracterizam-se por níveis tecnológicos de produção como tradicionais (70%), em transição (11%) e modernos (19%). Houve a definição de classes econômicas (A, B, C, D, E) com base na análise da renda agrícola obtida com a horticultura, que referiu a seguinte porcentagem de distribuição por faixa de renda: Classe E (63%), D (24%), C (11%) e a A/B com (2%). Por meio da análise multivariada com o uso de dendrogramas identificaram-se quatro grupos principais: o agrupamento de horticultores tradicionais e diversificados (63%), dos horticultores em transição tecnológica e especializados (24%), dos produtores rurais modernos e orgânicos (5%) e, por último, o grupo de modernos e convencionais (2%). Conclui-se que a renda agrícola obtida com as produções de hortaliças, plantas medicinais e frutíferas orgânicas em campo aberto, assim como as de tomates e pimentões em ambientes protegidos (estufas agrícolas), e agriões, rúculas e alfaces em sistema de hidroponia foram os sistemas de cultivos evidenciados mais rentáveis. Corrobora com estes resultados o fato de os horticultores que recebem a assistência técnica e extensão rural possuírem correlação positiva sobre a melhoria da gestão administrativa e técnica da propriedade rural. |
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Análise da diversidade dos sistemas de produção na horticultura no contexto do desenvolvimento do município de Botucatu-SPAnalysis of the diversity of horticulture production systems in the context of the development of the municipality of Botucatu-SPOlericultura. Fruticultura. Plantas medicinais. Sistemas de cultivo. Produção familiar.O município de Botucatu é reconhecido por ser importante fornecedor de produtos orgânicos e por possuir diversos sistemas de produção ligados à horticultura. A ausência de dados oficiais sobre a produção no município tem impedido o planejamento adequado de ações que visem o seu desenvolvimento, o que justifica o olhar científico sobre este tema. Propõe-se analisar o sistema de produção de plantas hortícolas, caracterizar o desenvolvimento de técnicas culturais e as condições socioeconômicas destes produtores rurais do interior paulista. Realizaram-se entrevistas com o planejamento amostral totalizando 89 agricultores familiares e não familiares. Utilizou-se o método estatístico multivariado. Os horticultores pesquisados caracterizam-se por níveis tecnológicos de produção como tradicionais (70%), em transição (11%) e modernos (19%). Houve a definição de classes econômicas (A, B, C, D, E) com base na análise da renda agrícola obtida com a horticultura, que referiu a seguinte porcentagem de distribuição por faixa de renda: Classe E (63%), D (24%), C (11%) e a A/B com (2%). Por meio da análise multivariada com o uso de dendrogramas identificaram-se quatro grupos principais: o agrupamento de horticultores tradicionais e diversificados (63%), dos horticultores em transição tecnológica e especializados (24%), dos produtores rurais modernos e orgânicos (5%) e, por último, o grupo de modernos e convencionais (2%). Conclui-se que a renda agrícola obtida com as produções de hortaliças, plantas medicinais e frutíferas orgânicas em campo aberto, assim como as de tomates e pimentões em ambientes protegidos (estufas agrícolas), e agriões, rúculas e alfaces em sistema de hidroponia foram os sistemas de cultivos evidenciados mais rentáveis. Corrobora com estes resultados o fato de os horticultores que recebem a assistência técnica e extensão rural possuírem correlação positiva sobre a melhoria da gestão administrativa e técnica da propriedade rural.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Ming, Lin ChauPinto, Leonardo de BarrosUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Campos, Marcio Gonçalves [UNESP]2019-01-29T18:21:04Z2024-03-26T18:56:06Z2019-01-29T18:21:04Z2024-03-26T18:56:06Z2018-11-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://hdl.handle.net/11449/18059100091209633004064014P000885084674322524390073683610512porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-08-29T06:07:21Zoai:repositorio.unesp.br:11449/180591Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-08-29T06:07:21Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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O município de Botucatu é reconhecido por ser importante fornecedor de produtos orgânicos e por possuir diversos sistemas de produção ligados à horticultura. A ausência de dados oficiais sobre a produção no município tem impedido o planejamento adequado de ações que visem o seu desenvolvimento, o que justifica o olhar científico sobre este tema. Propõe-se analisar o sistema de produção de plantas hortícolas, caracterizar o desenvolvimento de técnicas culturais e as condições socioeconômicas destes produtores rurais do interior paulista. Realizaram-se entrevistas com o planejamento amostral totalizando 89 agricultores familiares e não familiares. Utilizou-se o método estatístico multivariado. Os horticultores pesquisados caracterizam-se por níveis tecnológicos de produção como tradicionais (70%), em transição (11%) e modernos (19%). Houve a definição de classes econômicas (A, B, C, D, E) com base na análise da renda agrícola obtida com a horticultura, que referiu a seguinte porcentagem de distribuição por faixa de renda: Classe E (63%), D (24%), C (11%) e a A/B com (2%). Por meio da análise multivariada com o uso de dendrogramas identificaram-se quatro grupos principais: o agrupamento de horticultores tradicionais e diversificados (63%), dos horticultores em transição tecnológica e especializados (24%), dos produtores rurais modernos e orgânicos (5%) e, por último, o grupo de modernos e convencionais (2%). Conclui-se que a renda agrícola obtida com as produções de hortaliças, plantas medicinais e frutíferas orgânicas em campo aberto, assim como as de tomates e pimentões em ambientes protegidos (estufas agrícolas), e agriões, rúculas e alfaces em sistema de hidroponia foram os sistemas de cultivos evidenciados mais rentáveis. Corrobora com estes resultados o fato de os horticultores que recebem a assistência técnica e extensão rural possuírem correlação positiva sobre a melhoria da gestão administrativa e técnica da propriedade rural. |
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