Alforrias e resistências: uma análise da luta pela liberdade na documentação do século XIX de Paracatu – MG

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Outeiro, Daniel da Silva
Orientador(a): Coutinho, Suzana Ramos
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/39848
Resumo: O principal objetivo dessa pesquisa é discutir o modo pelo qual a liberdade era concebida por escravizados e senhores, como ela era oferecida, reivindicada, conquistada ou negociada, inscrita nas leis ou praticada por autoridades coloniais, em Paracatu, durante o século XIX. É comum pensar que escravizados e senhores não possuem uma ligação direta, ou seja, que havia um distanciamento entre senhores e escravizados, mas o que se tem descoberto, por pesquisadores como Carlos Eduardo Moreira Araújo, Luiz Alberto Couceiro, Emília Viotti Costa, Manolo Florentino, Kátia de Queirós Mattoso, Eduardo França Paiva, Ângela Porto, Cristiany Miranda Rocha, é que a relação entre senhores e escravos era muito mais íntima, no sentido de existir muito mais interação entre os dois do que é proposto pela historiografia tradicional. Para essa análise foi realizada uma contextualização histórica, também foram analisados alguns casos envolvendo senhores e escravizados e por fim uma análise de 185 cartas de alforrias da região de Paracatu-MG.
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spelling Outeiro, Daniel da SilvaCoutinho, Suzana Ramos2025-01-03T17:46:25Z2025-01-03T17:46:25Z2024-02-26O principal objetivo dessa pesquisa é discutir o modo pelo qual a liberdade era concebida por escravizados e senhores, como ela era oferecida, reivindicada, conquistada ou negociada, inscrita nas leis ou praticada por autoridades coloniais, em Paracatu, durante o século XIX. É comum pensar que escravizados e senhores não possuem uma ligação direta, ou seja, que havia um distanciamento entre senhores e escravizados, mas o que se tem descoberto, por pesquisadores como Carlos Eduardo Moreira Araújo, Luiz Alberto Couceiro, Emília Viotti Costa, Manolo Florentino, Kátia de Queirós Mattoso, Eduardo França Paiva, Ângela Porto, Cristiany Miranda Rocha, é que a relação entre senhores e escravos era muito mais íntima, no sentido de existir muito mais interação entre os dois do que é proposto pela historiografia tradicional. Para essa análise foi realizada uma contextualização histórica, também foram analisados alguns casos envolvendo senhores e escravizados e por fim uma análise de 185 cartas de alforrias da região de Paracatu-MG.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelMackPesquisa - Fundo Mackenzie de Pesquisahttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/39848Universidade Presbiteriana Mackenziealforriasescravidãoséculo XIXprocesso de aboliçãointerdisciplinarAlforrias e resistências: uma análise da luta pela liberdade na documentação do século XIX de Paracatu – MGinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/5740289479298880https://orcid.org/0000-0002-5629-1914http://lattes.cnpq.br/7006099188684648Schwartz, Rosana Maria Pires Barbatohttp://lattes.cnpq.br/8177502122038987https://orcid.org/0000-0003-3734-0941Pederiva, Ana Bárbara Aparecidahttp://lattes.cnpq.br/8724899909269743The main objective of this research is to discuss the way in which freedom was conceived by slaves and masters, how it was offered, claimed, conquered or negotiated, written into laws or practiced by colonial authorities, in Paracatu, during the 19th century. It is common to think that slaves and masters do not have a direct connection, that is, that there was a distance between masters and slaves, but what has been discovered by researchers such as Carlos Eduardo Moreira Araújo, Luiz Alberto Couceiro, Emília Viotti Costa, Manolo Florentino , Kátia de Queirós Mattoso, Eduardo França Paiva, Ângela Porto, Cristiany Miranda Rocha, is that the relationship between masters and slaves was much more intimate, in the sense that there was much more interaction between the two than is proposed by traditional historiography. For this analysis, a historical contextualization was carried out, some cases involving masters and slaves were also analyzed and finally an analysis of 185 manumission letters from the Paracatu-MG region.manumissionsslavery19th centuryabolition processBrasilCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)UPMEducação, Arte e História da CulturaCNPQ::CIENCIAS HUMANASORIGINALDaniel da Silva Outeiro.pdfDaniel da Silva Outeiro.pdfapplication/pdf528013https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/9664bf28-53b1-478c-968d-fca351f89aee/download2d9d952c2f50d17b66c006d1afd7ec85MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/ea27e719-38b3-484c-a1ff-51e734f4f023/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52TEXTDaniel da Silva Outeiro.pdf.txtDaniel da Silva Outeiro.pdf.txtExtracted texttext/plain168604https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/799ef7d8-7077-4775-938a-4c9d5eb6f98c/download9e7f3a398e61867ee2c4172576bdc47eMD53THUMBNAILDaniel da Silva Outeiro.pdf.jpgDaniel da Silva Outeiro.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2461https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/6b56f9d9-a8c1-44e2-85d5-8e9966e3cbb9/download4af331c977248de635c9cfccaafe5e57MD5410899/398482025-01-04 03:00:26.607oai:dspace.mackenzie.br:10899/39848https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-01-04T03:00:26Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==
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