Rastreamento de explosões emocionais em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Austista de um município brasileiro.
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Introdução: o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que causa prejuízos significativos nas áreas de comunicação e interação social bem como prejuízos comportamentais. As explosões emocionais (EE) podem cursar com vários transtornos do neurodesenvolvimento e se caracterizam por comportamentos de choro, birras e acessos de raiva com frequência, duração e intensidade variáveis. Objetivo Geral: Explorar os padrões de explosões emocionais (EE) de crianças e adolescentes com TEA, caracterizando-os em função de topografias comportamentais e fatores desencadeadores bem como descrever as estratégias de manejo parental dessas EE. Método: O desenho do estudo foi transversal, descritivo e correlacional. A amostra foi selecionada sob critérios de conveniência composta por 46 cuidadores e/ou responsáveis de crianças e adolescentes com TEA, com idades entre 3 a 15 anos (M = 7,50; DP = 3,03), cadastrados no banco de dados da Associação Motivados pelo Autismo (MOPAM) do município de Macaé, Estado do Rio de Janeiro. O critério de inclusão das crianças e adolescentes foi a presença de um laudo diagnóstico de TEA. Para os pais e/ou responsáveis, o critério de inclusão foi de cuidado com o filho(a) por pelo menos 6 horas. Foram excluídos do estudo crianças e adolescentes que apresentassem outras condições clínicas como síndromes genéticas e epilepsia. Os instrumentos utilizados foram: questionário da ABEP. Critério Brasil, para classificação econômica, questionário sociodemográfico com informações tipo idade da mãe, nível de escolaridade, acesoo a serviço de saúde mental e educacional especializado, E EOQ Emotional Outburst Questionnaire (EOQ), desenvolvido no Reino Unido por pesquisadores da Universidade de Birmingham (CHUNG et al. 2022; CHUNG et al. 2023; TEIXEIRA et al. 2024ª). Este instrumento foi traduzido, adaptado culturalmente, e aguarda conclusões psicométricas para liberação de seu uso, estando disponível na versão inglesa. Do total de cuidadores a maioria é mãe da criança (n = 39; 54,35%) e a idade variou de 24 a 61 anos (M = 40,41; DP = 8,56). A maioria não trabalhava (n = 25; 54,35%). A classificação socioeconômica da maioria foi a classe C (n = 22; 47,93%). A maioria brinca com seu filho(a) com TEA (n = 43; 93,48%) com uma frequência semanal entre menos de 1 hora até duas horas ou mais (n = 43; 93,49%). Resultados: foi verificado que as EE mais graves acontecem com maior frequência se comparada às menos graves, bem como piores indicadores de regulação emocional para as EE mais graves. O fator emocional ‘estar de mau humor ou tendo um dia difícil’ foi o que reportou a maior média entre todos os fatores, seguido da fixação com ideias ou pensamentos. Nos fatores ambientais os mais frequentes foram ‘ter que esperar para receber ou poder fazer algo e barulhos repentinos. Já os fisiológicos e sensoriais foram “estar com fome ou sede ou cansado’. As estratégias de manejo aplicadas pelos cuidadores quando a criança apresenta EE foram, uso do conforto físico ou verbal, demonstrar empatia e estratégias para acalmar ou relaxar. Contudo, também são utilizados o uso do castigo ou ameaça de castigo verbal, ignorar ativamente o comportamento e discussão ou persuasão verbal. Conclusão: os dados, mesmo restritos a uma amostra pequena mostraram que estratégias baseadas em educação parental podem ser de baixo custo e eficácia na redução de EE e na promoção de habilidades de enfrentamento mais adaptativas. Estudos futuros podem ampliar a amostra e avaliar impacto nas intervenções e no fazer dos profissionais. |
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Cardoso, Denise Reis MoraesTeixeira, Maria Cristina Triguero Veloz2025-03-14T20:00:12Z2025-03-14T20:00:12Z2025-02-26https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40134Introdução: o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que causa prejuízos significativos nas áreas de comunicação e interação social bem como prejuízos comportamentais. As explosões emocionais (EE) podem cursar com vários transtornos do neurodesenvolvimento e se caracterizam por comportamentos de choro, birras e acessos de raiva com frequência, duração e intensidade variáveis. Objetivo Geral: Explorar os padrões de explosões emocionais (EE) de crianças e adolescentes com TEA, caracterizando-os em função de topografias comportamentais e fatores desencadeadores bem como descrever as estratégias de manejo parental dessas EE. Método: O desenho do estudo foi transversal, descritivo e correlacional. A amostra foi selecionada sob critérios de conveniência composta por 46 cuidadores e/ou responsáveis de crianças e adolescentes com TEA, com idades entre 3 a 15 anos (M = 7,50; DP = 3,03), cadastrados no banco de dados da Associação Motivados pelo Autismo (MOPAM) do município de Macaé, Estado do Rio de Janeiro. O critério de inclusão das crianças e adolescentes foi a presença de um laudo diagnóstico de TEA. Para os pais e/ou responsáveis, o critério de inclusão foi de cuidado com o filho(a) por pelo menos 6 horas. Foram excluídos do estudo crianças e adolescentes que apresentassem outras condições clínicas como síndromes genéticas e epilepsia. Os instrumentos utilizados foram: questionário da ABEP. 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Resultados: foi verificado que as EE mais graves acontecem com maior frequência se comparada às menos graves, bem como piores indicadores de regulação emocional para as EE mais graves. O fator emocional ‘estar de mau humor ou tendo um dia difícil’ foi o que reportou a maior média entre todos os fatores, seguido da fixação com ideias ou pensamentos. Nos fatores ambientais os mais frequentes foram ‘ter que esperar para receber ou poder fazer algo e barulhos repentinos. Já os fisiológicos e sensoriais foram “estar com fome ou sede ou cansado’. As estratégias de manejo aplicadas pelos cuidadores quando a criança apresenta EE foram, uso do conforto físico ou verbal, demonstrar empatia e estratégias para acalmar ou relaxar. Contudo, também são utilizados o uso do castigo ou ameaça de castigo verbal, ignorar ativamente o comportamento e discussão ou persuasão verbal. 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Estudos futuros podem ampliar a amostra e avaliar impacto nas intervenções e no fazer dos profissionais.porengTranstorno do Espectro Autistaexplosões emocionaisdesregulação emocionalcriançasRastreamento de explosões emocionais em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Austista de um município brasileiro.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/1500695593391363https://orcid.org/0000-0002-6096-8414http://lattes.cnpq.br/8486736325173519Carreiro, Luiz Renato Rodrigueshttp://lattes.cnpq.br/0203967709311323https://orcid.org/0000-0001-8249-1832Orsati, Fernanda Tebexrenihttp://lattes.cnpq.br/9115397040310997https://orcid.org/0009-0000-2365-4590Introduction: Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopmental disorder that causes significant impairments in the areas of communication and social interaction as well as behavioral impairments. Emotional outbursts (EE) can occur with various neurodevelopmental disorders and are characterized by crying behaviors, tantrums and fits of rage with varying frequency, duration and intensity. General Objective: To explore the patterns of emotional outbursts (EE) in children and adolescents with ASD, characterizing them according to behavioral topographies and triggering factors, as well as describing parental management strategies for these EE. Method: The study design was cross-sectional, descriptive and correlational. The sample was selected according to convenience criteria and consisted of 46 caregivers and/or guardians of children and adolescents with ASD, aged between 3 and 15 years (M = 7.50; SD = 3.03), registered in the database of the Association Motivated by Autism (MOPAM) in the municipality of Macaé, State of Rio de Janeiro. The inclusion criterion for children and adolescents was the presence of a diagnosis of ASD. For parents and/or guardians, the inclusion criterion was caring for their child for at least 6 hours. Children and adolescents with other clinical conditions such as genetic syndromes and epilepsy were excluded from the study. The instruments used were: ABEP questionnaire. Brazil Criterion questionnaire for economic classification, sociodemographic questionnaire with information such as mother's age, level of education, access to specialized mental health and educational services, and the Emotional Outburst Questionnaire (EOQ), developed in the UK by researchers at the University of Birmingham (CHUNG et al. 2022; CHUNG et al. 2023; TEIXEIRA et al. 2024ª). This instrument has been translated, culturally adapted and is awaiting psychometric conclusions for release for use. The majority of caregivers were the child's mother (n = 39; 54.35%) and ranged in age from 24 to 61 years (M = 40.41; SD = 8.56). The majority did not work (n = 25; 54.35%). The socioeconomic classification of the majority was class C (n = 22; 47.93%). Most of them play with their child with ASD (n = 43; 93.48%) on a weekly basis for between less than an hour and two hours or more (n = 43; 93.49%). Results: it was found that the more severe EEs occur more frequently than the less severe ones, as well as worse emotional regulation indicators for the more severe EEs. The emotional factor 'being in a bad mood or having a difficult day' was the one that reported the highest average among all the factors, followed by fixation with ideas or thoughts. The most frequent environmental factors were 'having to wait to receive or do something' and 'sudden noises'. The physiological and sensory factors were 'being hungry or thirsty or tired'. The management strategies applied by the caregivers when the child presents EE were the use of physical or verbal comfort, showing empathy and strategies to calm or relax. However, the use of punishment or the threat of verbal punishment, actively ignoring the behavior and discussion or verbal persuasion are also used. Conclusion: The data, even though restricted to a small sample, showed that strategies based on parental education can be low-cost and effective in reducing EE and promoting more adaptive coping skills. Future studies could expand the sample and assess the impact on interventions and the work of professionals.Autism Spectrum Disorderemotional outburstsemotional dysregulationchildrenCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)Ciências do Desenvolvimento HumanoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASORIGINALDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdfDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdfapplication/pdf7751509https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/1e87f67e-22b4-498c-a81d-755d04de3d8c/downloadcdf6f89f983440e04ac507c28d99c96eMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5434e9e1-052f-4fc5-b11a-9840e5110b98/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52falseAnonymousREADTEXTDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdf.txtDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdf.txtExtracted texttext/plain132915https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/46e1a7e9-42fa-408a-939a-771511c4b107/download3befd98d19312abcf8dc771b9b7eb4beMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdf.jpgDenise Reis Moraes Cardoso - protegido.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2622https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5e102c0f-3c75-4256-af73-a4a1ff1a761e/download65fd67754bf244ccacab9a8f8cd40286MD54falseAnonymousREAD10899/401342025-03-15T06:00:41.925Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/40134https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-03-15T06:00:41Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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