Membrana de celulose incorporada com óxido de grafeno prata apresenta superioridade em relação ao controle na cicatrização de feridas de queimaduras em pele de ratos
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Instituto Presbiteriano Mackenzie
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Resumo: | Introdução: Queimaduras são lesões teciduais causadas por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos, cuja gravidade depende da profundidade e da extensão atingida. Os curativos tradicionalmente utilizados, como sulfadiazina de prata e gazes, apresentam limitações quanto ao controle microbiano, à aderência ao leito da ferida e à manutenção de um ambiente favorável à cicatrização. Novos materiais permitiram o desenvolvimento de curativos inteligentes com propriedades bactericidas, alta absorção e liberação controlada de bioativos. Contudo, permanece a necessidade de soluções eficazes, economicamente acessíveis e sustentáveis, sobretudo para sistemas de saúde com recursos limitados, o que torna necessário a pesquisa contínua de elementos novos e suas combinações. Objetivos: Avaliar o efeito de membranas de celulose incorporadas com óxido de grafeno e nanopartículas de prata na cicatrização de queimaduras profundas. Métodos: Estudo experimental com a utilização de 18 ratos Wistar, submetidos a duas queimaduras térmicas por contato, circulares com 1cm de diâmetro, no dorso do animal. Os ratos foram debridados no segundo dia após a queimadura. Uma ferida do dorso recebeu curativo de gaze estéril e a outra ferida, curativo de celulose, óxido de grafeno e prata. Nove ratos foram mortos no 7º dia e nove ratos foram mortos no 14º dia. Avaliados o aspecto macroscópico da ferida, taxa de contração da ferida e parâmetros histológicos como infiltrado inflamatório, densidade capilar e reepitelização. Resultados: Nenhuma ferida apresentou sinais de infecção. A ferida com celulose, óxido de grafeno e prata apresentou tendência de maior taxa de contração da ferida aos 14 dias, maior densidade vascular, menor infiltrado inflamatório aos 7 dias, infiltração precoce de fibroblastos, maturação mais rápida de colágeno e maior reepitelização. Conclusão: a membrana composta por celulose, óxido de grafeno e prata demonstra inflamação mais branda, maior densidade vascular, infiltração mais precoce de fibroblastos e maturação mais precoce de colágeno, refletindo-se no aspecto macroscópico, com uma tendência de contração mais rápida da ferida. |
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Broska Júnior, César AugustoTabushi, Fernando Issamu2026-02-06T12:24:29Z2025-12-11https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41815Introdução: Queimaduras são lesões teciduais causadas por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos, cuja gravidade depende da profundidade e da extensão atingida. Os curativos tradicionalmente utilizados, como sulfadiazina de prata e gazes, apresentam limitações quanto ao controle microbiano, à aderência ao leito da ferida e à manutenção de um ambiente favorável à cicatrização. Novos materiais permitiram o desenvolvimento de curativos inteligentes com propriedades bactericidas, alta absorção e liberação controlada de bioativos. Contudo, permanece a necessidade de soluções eficazes, economicamente acessíveis e sustentáveis, sobretudo para sistemas de saúde com recursos limitados, o que torna necessário a pesquisa contínua de elementos novos e suas combinações. Objetivos: Avaliar o efeito de membranas de celulose incorporadas com óxido de grafeno e nanopartículas de prata na cicatrização de queimaduras profundas. Métodos: Estudo experimental com a utilização de 18 ratos Wistar, submetidos a duas queimaduras térmicas por contato, circulares com 1cm de diâmetro, no dorso do animal. Os ratos foram debridados no segundo dia após a queimadura. Uma ferida do dorso recebeu curativo de gaze estéril e a outra ferida, curativo de celulose, óxido de grafeno e prata. Nove ratos foram mortos no 7º dia e nove ratos foram mortos no 14º dia. Avaliados o aspecto macroscópico da ferida, taxa de contração da ferida e parâmetros histológicos como infiltrado inflamatório, densidade capilar e reepitelização. Resultados: Nenhuma ferida apresentou sinais de infecção. A ferida com celulose, óxido de grafeno e prata apresentou tendência de maior taxa de contração da ferida aos 14 dias, maior densidade vascular, menor infiltrado inflamatório aos 7 dias, infiltração precoce de fibroblastos, maturação mais rápida de colágeno e maior reepitelização. Conclusão: a membrana composta por celulose, óxido de grafeno e prata demonstra inflamação mais branda, maior densidade vascular, infiltração mais precoce de fibroblastos e maturação mais precoce de colágeno, refletindo-se no aspecto macroscópico, com uma tendência de contração mais rápida da ferida.OutrosInstituto Presbiteriano MackenziequeimaduraferidacicatrizaçãocurativosMembrana de celulose incorporada com óxido de grafeno prata apresenta superioridade em relação ao controle na cicatrização de feridas de queimaduras em pele de ratosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/8393056590921303http://lattes.cnpq.br/4346272288002794Ribas Filho, Jurandir Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/7077398001188294Greca, Claudio de Paula Soareshttp://lattes.cnpq.br/2276333209972546Ioshii, Sérgio Ossamuhttp://lattes.cnpq.br/0515201301625481Introduction: Burns are tissue injuries caused by thermal, chemical, electrical, or radioactive agents, the severity of which depends on the depth and extent of the burn. Traditionally used dressings, such as silver sulfadiazine and gauze, have limitations regarding microbial control, adherence to the wound bed, and maintenance of an environment conducive to healing. New materials have allowed the development of intelligent dressings with bactericidal properties, high absorption, and controlled release of bioactive compounds. However, the need for effective, economically accessible, and sustainable solutions remains, especially for healthcare systems with limited resources, making continuous research into new materials and their combinations necessary. Objectives: To evaluate the effect of cellulose membranes incorporated with graphene oxide and silver nanoparticles on the healing of deep burns. Material and method: Experimental study using 18 Wistar rats, subjected to two circular thermal contact burns, 1 cm in diameter, on the animal's back. The rats were debrided on the second day after the burn. One wound on the back received a sterile gauze dressing and the other wound, a dressing of cellulose, graphene oxide, and silver. Nine rats were killed on the 7th day and nine on the 14th day. Were evaluated the macroscopic appearance of the wound, wound contraction rate, and histological parameters such as inflammatory infiltrate, capillary density, and re-epithelialization. Results: No wound showed signs of infection. The wound treated with cellulose, graphene oxide, and silver showed a tendency toward a higher rate of wound contraction at 14 days, greater vascular density, less inflammatory infiltrate at 7 days, early fibroblast infiltration, faster collagen maturation, and greater re-epithelialization. Conclusion: the membrane composed of cellulose, graphene oxide, and silver demonstrates milder inflammation, higher vascular density, earlier fibroblast infiltration, and earlier collagen maturation, reflected in the macroscopic appearance, with a tendency for faster wound contraction.PROSUP/Taxasburnswounds and injurieswound healingbandagesBrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)UPMPrincípios da CirurgiaCIENCIAS DA SAUDEORIGINALCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdfCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdfapplication/pdf2605320https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/12700816-c7e7-4afb-834e-d541e720b6e8/downloadc1e4347dc03b8dcf2cf65f7090399475MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/f22282d3-cc0b-47f4-9e38-c4af09b65791/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.txtCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.txtExtracted texttext/plain102036https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/bbb1ddc7-5d40-40b8-8a6a-1b7049e04d4a/download3d43d092173e4f98544ffa6cb17ffce3MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.jpgCÉSAR AUGUSTO BROSKA JÚNIOR - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3028https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/a3eb1c47-49ed-442d-a6f4-705a6d258fa7/downloade0a32d050c05f480df9072c56e561ce6MD54falseAnonymousREAD10899/418152026-02-07T06:02:14.425070Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41815https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-02-07T06:02:14Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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