O impacto das práticas de sustentabilidade no custo de capital próprio das empresas
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40006 |
Resumo: | As práticas de sustentabilidade têm despertado um interesse crescente nas empresas, mercados e países. Sua adoção gera a expectativa de melhoria da performance financeira das companhias, por meio da valorização de suas ações e redução do seu custo de capital próprio. Entretanto, os estudos empíricos realizados não apresentam um consenso sobre esses efeitos. Ademais, o papel moderador do nível de desenvolvimento dos países – na implementação dessas práticas – também impacta o custo de oportunidade dos investidores. Assim sendo, este estudo busca responder aos seguintes questionamentos: i) A adoção de práticas sustentáveis e o fato de o país ser desenvolvido ou em desenvolvimento influenciam o custo de capital próprio das empresas?, ii) A adoção de práticas sustentáveis em países desenvolvidos apresenta menor custo de capital próprio do que em países em desenvolvimento e iii) A adoção de práticas sustentáveis tem impacto distinto no custo de capital próprio das empresas em países desenvolvidos ou em desenvolvimento? Essas questões são analisadas por meio de uma regressão multinível, a partir de uma amostra de 72,873 observações e 5,638 companhias não financeiras de 10 países – em diferentes níveis desenvolvimento. Os países desenvolvidos (emergentes) são Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e França (China, Indonésia, Índia, África do Sul e Brasil). Os dados são obtidos a partir das bases da Bloomberg, Capital IQ Pro e Banco Mundial, para o período de 2010 a 2022. Como resultado, há a confirmação das hipóteses H1 – Quanto maior o score de ESG, menor o custo de capital próprio das empresas e H3 – A adoção de práticas sustentáveis tem impacto distinto no COE das empresas em países desenvolvidos e em desenvolvimento. |
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Balassiano, Rafael SalimJucá, Michele Nascimento2025-02-12T14:31:57Z2025-02-12T14:31:57Z2023-12-18https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40006As práticas de sustentabilidade têm despertado um interesse crescente nas empresas, mercados e países. Sua adoção gera a expectativa de melhoria da performance financeira das companhias, por meio da valorização de suas ações e redução do seu custo de capital próprio. Entretanto, os estudos empíricos realizados não apresentam um consenso sobre esses efeitos. Ademais, o papel moderador do nível de desenvolvimento dos países – na implementação dessas práticas – também impacta o custo de oportunidade dos investidores. Assim sendo, este estudo busca responder aos seguintes questionamentos: i) A adoção de práticas sustentáveis e o fato de o país ser desenvolvido ou em desenvolvimento influenciam o custo de capital próprio das empresas?, ii) A adoção de práticas sustentáveis em países desenvolvidos apresenta menor custo de capital próprio do que em países em desenvolvimento e iii) A adoção de práticas sustentáveis tem impacto distinto no custo de capital próprio das empresas em países desenvolvidos ou em desenvolvimento? Essas questões são analisadas por meio de uma regressão multinível, a partir de uma amostra de 72,873 observações e 5,638 companhias não financeiras de 10 países – em diferentes níveis desenvolvimento. Os países desenvolvidos (emergentes) são Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e França (China, Indonésia, Índia, África do Sul e Brasil). Os dados são obtidos a partir das bases da Bloomberg, Capital IQ Pro e Banco Mundial, para o período de 2010 a 2022. Como resultado, há a confirmação das hipóteses H1 – Quanto maior o score de ESG, menor o custo de capital próprio das empresas e H3 – A adoção de práticas sustentáveis tem impacto distinto no COE das empresas em países desenvolvidos e em desenvolvimento.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelporengUniversidade Presbiteriana MackenzieUPMBrasilpráticas de sustentabilidadeESGcusto de capital própriomodelo multinívelOECDO impacto das práticas de sustentabilidade no custo de capital próprio das empresasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/6770985264140454https://orcid.org/0000-0002-8610-6193http://lattes.cnpq.br/6650971902894701https://orcid.org/0000-0003-1779-4225Basso , Leonardo Fernando Cruzhttp://lattes.cnpq.br/1866154361601651https://orcid.org/0000-0002-3064-0194Serra, Ricardo Goularthttp://lattes.cnpq.br/0957404902684044https://orcid.org/0000-0003-0962-1500Sustainable practices have aroused growing interest in companies, markets and countries. Its adoption generates the expectation of improving the financial performance of companies, through the appreciation of their shares and the reduction of their cost of equity. However, the empirical studies carried out do not present a consensus on these effects. Furthermore, the moderating role of the countries' level of development – in the implementation of these practices – also impacts the opportunity cost of investors. Therefore, this study seeks to answer the following questions: i) Does the adoption of sustainable practices and the fact that the country is developed or developing influence the cost of equity of companies?ii) Does the adoption of sustainable practices and the fact that the country is developed or developing presents a lower cost of equity than in developed countries? and iii) Does the adoption of sustainable practices have a different impact on the cost of equity of companies in developed or developing countries? These questions are analyzed using a multilevel regression, based on a sample of 72,873 observations and 5,638 non-financial companies from 10 countries - at different levels of development. The developed (emerging) countries are the United States, Japan, Germany, the United Kingdom and France (China, Indonesia, India, South Africa and Brazil). The data is obtained from the Bloomberg, Capital IQ Pro and World Bank databases, for the period from 2010 to 2022. As a result, there is the confirmation of hypotheses H1 – The higher the ESG score, the lower the companies' COE and H3 – The adoption of sustainable practices has a different impact on the COE of companies in developed and developing countries.sustainability practicesESGcost of equitymultilevel modelOECDCentro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA)Administração de EmpresasCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO DE EMPRESAS::ADMINISTRACAO FINANCEIRAORIGINALRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdfRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdfapplication/pdf1415673https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/8bda5a27-8700-4076-875f-8b22ab29740c/download29324210b7291d20487be63739c022f4MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/7ed2cff0-bea7-4d4b-9746-b56a364237f7/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52falseAnonymousREADTEXTRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdf.txtRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdf.txtExtracted texttext/plain135982https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e1228e15-cd49-41af-bc23-7d0bb412fb15/download35480ccd4a40b548fa2670473bd00d02MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdf.jpgRAFAEL SALIM BALASSIANO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3203https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/c5076fb9-3106-42f6-867a-b1103d763056/download06173968359a21ce813c891fc0d78005MD54falseAnonymousREAD10899/400062025-02-13T06:02:40.704Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/40006https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-02-13T06:02:40Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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