Resgate do Milho Crioulo: de alimento de resistência a destaque na gastronomia brasileira contemporânea
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38312 |
Resumo: | A presente pesquisa parte de uma revisão bibliográfica de cunho exploratório, pretende inicialmente em um sobrevoo percorrer o trajeto do Milho Crioulo desde a origem desse cereal milenar, retomando caminhos e a história de sua domesticação e transformação por várias culturas Ameríndias, chegando aos movimentos gastronômicos contemporâneos. A disseminação do uso e cultivo do milho por terras e mares propiciou trocas de saberes e valorização de ingredientes essenciais à sobrevivência dos povos originários, mas também teve esses mesmos caminhos manchados pela exploração e ganância de colonizadores, que por necessidade aproveitaram-se desses conhecimentos. Essa pesquisa vem da motivação e valorização de um movimento tão importante para nossa gastronomia, o resgate do alimento orgânico, o alimento cultivado pela agricultura familiar e consciente, muito parecido com o trabalho que ainda é feito pelos povos originários do Brasil. Envolve profissionais que entraram na profissão com o compromisso de resgatar métodos, técnicas, receitas, ingredientes e principalmente o lado humano e afetivo do saber fazer e transmitir conhecimentos para gerações que virão. A pesquisa também explora a memória gastronômica e cultural do milho pelo olhar do cozinheiro, que adentra ao universo profissional gastronômico, tendo seus subprodutos como protagonistas formando novas identidades alimentares: “O cozinheiro e o milho”. |
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Lopes Filho, Mauricio MarquesAmbrogi, Ingrid Hotte2024-04-01T13:45:10Z2024-04-01T13:45:10Z2024-02-27A presente pesquisa parte de uma revisão bibliográfica de cunho exploratório, pretende inicialmente em um sobrevoo percorrer o trajeto do Milho Crioulo desde a origem desse cereal milenar, retomando caminhos e a história de sua domesticação e transformação por várias culturas Ameríndias, chegando aos movimentos gastronômicos contemporâneos. A disseminação do uso e cultivo do milho por terras e mares propiciou trocas de saberes e valorização de ingredientes essenciais à sobrevivência dos povos originários, mas também teve esses mesmos caminhos manchados pela exploração e ganância de colonizadores, que por necessidade aproveitaram-se desses conhecimentos. Essa pesquisa vem da motivação e valorização de um movimento tão importante para nossa gastronomia, o resgate do alimento orgânico, o alimento cultivado pela agricultura familiar e consciente, muito parecido com o trabalho que ainda é feito pelos povos originários do Brasil. Envolve profissionais que entraram na profissão com o compromisso de resgatar métodos, técnicas, receitas, ingredientes e principalmente o lado humano e afetivo do saber fazer e transmitir conhecimentos para gerações que virão. A pesquisa também explora a memória gastronômica e cultural do milho pelo olhar do cozinheiro, que adentra ao universo profissional gastronômico, tendo seus subprodutos como protagonistas formando novas identidades alimentares: “O cozinheiro e o milho”.IPM - Instituto Presbiteriano Mackenziehttps://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38312Universidade Presbiteriana MackenzieMilho Crioulocozinheirogastronomia paulistâniacaminho do PeabiruResgate do Milho Crioulo: de alimento de resistência a destaque na gastronomia brasileira contemporâneainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/6330995631263989http://lattes.cnpq.br/3920523844953401Landi, Camila de Meirelleshttp://lattes.cnpq.br/5328835670543537https://orcid.org/0000-0002-8172-905XLima, Lúcia Helena Soareshttp://lattes.cnpq.br/2621906461224706The present research initially on a flyover intends to follow the path of Crioulo Corn since the origin of this millennial cereal, resuming paths and the history of its domestication and transformation by several Amerindian cultures, reaching contemporary gastronomic movements. The spread of the use and cultivation of corn across land and seas led to exchanges of knowledge and appreciation of essential ingredients for the survival of the original peoples, but these same paths were also stained by the exploitation and greed of colonizers, who out of necessity took advantage of this knowledge. This work comes from the motivation to value such an important movement for our gastronomy, the rescue of organic food, food grown by family and conscious agriculture, very similar to the work that is still done by the original peoples of Brazil. This movement involves professionals who have already entered the profession with this commitment to recovering methods, techniques, recipes, ingredients and especially the human and affective side of know-how and transmitting knowledge to generations to come. The work is also based on a personal desire of a native from Minas Gerais, whose gastronomic and cultural memory has corn and its by-products as protagonists, later accompanying my professional trajectory, almost like an identity. Over more than 25 years, there were numerous pedagogical workshops “The Chef and the corn”, representing and rescuing my origins.Crioulo Cornchefpaulista cuisinepaulistâniaPiabiru rootsBrasilCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)UPMEducação, Arte e História da CulturaCNPQ::CIENCIAS HUMANASORIGINALMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdfMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdfapplication/pdf5015516https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/37658597-e9d8-4f57-84fc-418e7a62a514/downloadc0dbc78575b5fc4012a765b6860298f7MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/cd278e02-7bc6-4c60-9db1-cf4a27559f0c/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52TEXTMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdf.txtMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdf.txtExtracted texttext/plain129416https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d041d9b8-22c7-448d-9ea7-ecc25bc3a557/downloada63d636df41043f201a79c1c068f55e9MD53THUMBNAILMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdf.jpgMAURICIO MARQUES LOPES FILHO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2749https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/56da3071-a7fc-4778-8cc0-c727fd9eef3c/download0476b8e995300d5f16b820c394a1ce00MD5410899/383122024-04-02 03:02:02.316oai:dspace.mackenzie.br:10899/38312https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772024-04-02T03:02:02Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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