Insider trading e governança corporativa: o enfrentamento sob a perspectiva da regulação responsiva
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41513 |
Resumo: | Com o presente trabalho acadêmico, propõe-se a análise do enfretamento do insider trading sob o enfoque da teoria da regulação responsiva, desenvolvida por Ian Ayres e John Braithwaite, cuja abordagem transpassa a dicotomia público e privada advinda do desenvolvimento da globalização equidistante com a implementação da governança corporativa. Sob o fundamento de cooperação como uma aliada da transparência em termos de governança corporativa e da atividade do seu setor de compliance, a teoria em tela procura refletir sobre o pluralismo regulatório. As falhas do mercado consistem na largada da comunicação do agente regulador com os atores privados, os quais, por sua vez, redigem regras a serem submetidas a um sistema de enforcement, fundado em pirâmide de graduação de punições desenhada no relacionamento regulatório. A abordagem dos autores procura reconhecer o avanço da autorregulação, legitimada pelo reconhecimento estatal, ao mesmo tempo em que escreve o desenho da dinâmica regulatória com a personalização da escalada das punições, incentivada por grupos de interesse público, com o desenho de níveis de responsividade. No atual modelo adotado pela legislação pátria, no afã de controlar a circulação e utilização de informações privilegiadas, o Estado se utiliza de presunções tanto para criar regras para as empresas perante o mercado de capitais quanto em questões probatórias no procedimento sancionatório administrativo, cujas taxas de condenações se mostram obsoletas e desprovidas de efetividade prática. Além disso, a teoria da regulação responsiva, em espelho ao capitalismo de stakeholder, vai além do reconhecimento da mera atividade fiscalizatória e punitiva do Estado perante as atividades dos agentes econômicos perante o mercado, buscando o propósito na intersecção de impulsionamento do bem-estar, na geração de prosperidade e distribuição equânime do excedente econômico. |
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Corazza, Thais HardmanSaavedra, Giovani Agostini2025-10-23T20:57:26Z2025-08-20https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41513Com o presente trabalho acadêmico, propõe-se a análise do enfretamento do insider trading sob o enfoque da teoria da regulação responsiva, desenvolvida por Ian Ayres e John Braithwaite, cuja abordagem transpassa a dicotomia público e privada advinda do desenvolvimento da globalização equidistante com a implementação da governança corporativa. Sob o fundamento de cooperação como uma aliada da transparência em termos de governança corporativa e da atividade do seu setor de compliance, a teoria em tela procura refletir sobre o pluralismo regulatório. As falhas do mercado consistem na largada da comunicação do agente regulador com os atores privados, os quais, por sua vez, redigem regras a serem submetidas a um sistema de enforcement, fundado em pirâmide de graduação de punições desenhada no relacionamento regulatório. A abordagem dos autores procura reconhecer o avanço da autorregulação, legitimada pelo reconhecimento estatal, ao mesmo tempo em que escreve o desenho da dinâmica regulatória com a personalização da escalada das punições, incentivada por grupos de interesse público, com o desenho de níveis de responsividade. No atual modelo adotado pela legislação pátria, no afã de controlar a circulação e utilização de informações privilegiadas, o Estado se utiliza de presunções tanto para criar regras para as empresas perante o mercado de capitais quanto em questões probatórias no procedimento sancionatório administrativo, cujas taxas de condenações se mostram obsoletas e desprovidas de efetividade prática. Além disso, a teoria da regulação responsiva, em espelho ao capitalismo de stakeholder, vai além do reconhecimento da mera atividade fiscalizatória e punitiva do Estado perante as atividades dos agentes econômicos perante o mercado, buscando o propósito na intersecção de impulsionamento do bem-estar, na geração de prosperidade e distribuição equânime do excedente econômico.Universidade Presbiteriana Mackenziegovernança corporativatransparênciacomplianceinsider tradingregulação responsiva.Insider trading e governança corporativa: o enfrentamento sob a perspectiva da regulação responsivainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/5594109824546097https://orcid.org/0000-0002-5269-3844http://lattes.cnpq.br/7624525949375116https://orcid.org/0009-0003-7557-8800Bechara , Fábio Ramazzinihttp://lattes.cnpq.br/6852406985950434https://orcid.org/0000-0001-9680-537XSantorsula , Christiane Bedinihttp://lattes.cnpq.br/6816841033174970This academic paper proposes an analysis of the fight against insider trading from the perspective of the theory of responsive regulation, developed by Ian Ayres and John Braithwaite, whose approach goes beyond the public-private dichotomy arising from the development of equidistant globalization with the implementation of corporate governance. On the basis of cooperation as an ally of transparency in terms of corporate governance and the activity of its compliance sector, this theory seeks to reflect on regulatory pluralism. Market failures consist of the start of the regulatory agent's communication with private actors, who, in turn, draw up rules to be submitted to an enforcement system, based on a pyramid of graduated punishments drawn up in the regulatory relationship. The authors' approach seeks to recognize the advance of self-regulation, legitimized by state recognition, while at the same time writing about the design of regulatory dynamics with the personalization of the escalation of punishments, encouraged by public interest groups, with the design of levels of responsiveness. In the current model adopted by Brazilian legislation, in its eagerness to control the circulation and use of insider information, the state uses presumptions both to create rules for companies on the capital market and in evidentiary matters in administrative sanction procedures, whose conviction rates are obsolete and lack practical effectiveness. In addition, the theory of responsive regulation, mirroring stakeholder capitalism, goes beyond recognizing the mere supervisory and punitive activity of the state in relation to the activities of economic agents in the market, seeking its purpose at the intersection of boosting well-being, generating prosperity and equitable distribution of economic surplus.corporate governancedisclosurecomplianceinsider tradingresponsive regulation.BrasilFaculdade de Direito (FDIR)UPMDireito Político e EconômicoCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PUBLICO::DIREITO PENALCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PRIVADO::DIREITO COMERCIALORIGINALThais Hardman Corazza....pdfThais Hardman Corazza....pdfapplication/pdf1972568https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/1a5eabc2-8aef-44aa-8e53-638a01bd8269/download324eb48ce96f62c0c91e4ba48189abb8MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/7d929323-9a41-42bb-8834-bbf12094ab0f/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTThais Hardman Corazza....pdf.txtThais Hardman Corazza....pdf.txtExtracted texttext/plain103078https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/0296ecf9-d5dd-4176-bddb-b3084ba0b326/download86027ca2846cc669a3d9283df54502e9MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILThais Hardman Corazza....pdf.jpgThais Hardman Corazza....pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2327https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d8db3765-e07c-4b76-bc1d-6f48e634f09e/download03d3c45b7bdac2e0608d39e1e09db149MD54falseAnonymousREAD10899/415132025-10-24T06:02:36.221872Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41513https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-10-24T06:02:36Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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