Associação entre empregabilidade e saúde mental em adultos com Transtorno do Espectro Autista
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/39732 |
Resumo: | O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na interação social e comunicação. Pessoas com TEA geralmente enfrentam desafios na saúde mental e no acesso a serviços. Este estudo explorou a associação entre empregabilidade e saúde mental em 50 adultos com TEA, divididos em 30 empregados com suporte e 20 sem vínculo empregatício. Foram utilizados o Inventário de Autoavaliação para Adultos (ASR), um questionário sociodemográfico e o Critério de Classificação Econômica BRASIL (ABEP). Análises incluíram o teste de Mann-Whitney, correlação de Spearman e teste de Cohen. Os resultados mostraram que adultos empregados apresentaram melhores resultados de saúde mental, com níveis mais baixos de ansiedade e depressão e menor isolamento social. Empregados tiveram média de ansiedade/depressão de 67,07 (desvio padrão = 10,28) comparado a 73,4 (desvio padrão = 10,5) dos sem vínculo empregatício (U = 395.500, p = 0,006, d de Cohen = 0,32). Para o isolamento, a média foi de 69,7 (desvio padrão = 10,56) para empregados e 74,7 (desvio padrão = 10,14) para sem vínculo (U = 399.000, p = 0,005, d de Cohen = 0,33). Maior número de amigos (r= 0,43, p < 0,05) e maior índice de funcionamento adaptativo (r= 0,48, p < 0,05) correlacionaram-se positivamente com a satisfação no emprego. Participantes satisfeitos com os serviços de saúde mental apresentaram menores índices de problemas de atenção (r= -0,64, p < 0,05) e de problemas depressivos (r= -0,62, p < 0,05). Maiores índices de depressão associaram-se com menor satisfação no emprego (r= -0,40, p < 0,05). Níveis mais altos de escolaridade, acesso a serviços de saúde mental e suporte no ambiente de trabalho correlacionaram-se positivamente com melhor saúde mental entre os empregados. Os achados destacam a importância de políticas de emprego inclusivas e acomodações adequadas no local de trabalho para apoiar a saúde mental de adultos com TEA. Pesquisas futuras devem conduzir estudos longitudinais para estabelecer relações causais e examinar os efeitos a longo prazo do emprego na saúde mental. Estudos com amostras maiores e mais diversificadas em termos de raça, etnia, níveis socioeconômicos e gênero são recomendados para explorar o impacto de outras variáveis na saúde mental. |
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Lourenço, Daiane Patrícia LisboaTeixeira, Maria Cristina Triguero Veloz2024-11-11T17:38:17Z2024-11-11T17:38:17Z2024-09-23https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/39732O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na interação social e comunicação. Pessoas com TEA geralmente enfrentam desafios na saúde mental e no acesso a serviços. Este estudo explorou a associação entre empregabilidade e saúde mental em 50 adultos com TEA, divididos em 30 empregados com suporte e 20 sem vínculo empregatício. Foram utilizados o Inventário de Autoavaliação para Adultos (ASR), um questionário sociodemográfico e o Critério de Classificação Econômica BRASIL (ABEP). Análises incluíram o teste de Mann-Whitney, correlação de Spearman e teste de Cohen. Os resultados mostraram que adultos empregados apresentaram melhores resultados de saúde mental, com níveis mais baixos de ansiedade e depressão e menor isolamento social. Empregados tiveram média de ansiedade/depressão de 67,07 (desvio padrão = 10,28) comparado a 73,4 (desvio padrão = 10,5) dos sem vínculo empregatício (U = 395.500, p = 0,006, d de Cohen = 0,32). Para o isolamento, a média foi de 69,7 (desvio padrão = 10,56) para empregados e 74,7 (desvio padrão = 10,14) para sem vínculo (U = 399.000, p = 0,005, d de Cohen = 0,33). Maior número de amigos (r= 0,43, p < 0,05) e maior índice de funcionamento adaptativo (r= 0,48, p < 0,05) correlacionaram-se positivamente com a satisfação no emprego. Participantes satisfeitos com os serviços de saúde mental apresentaram menores índices de problemas de atenção (r= -0,64, p < 0,05) e de problemas depressivos (r= -0,62, p < 0,05). Maiores índices de depressão associaram-se com menor satisfação no emprego (r= -0,40, p < 0,05). Níveis mais altos de escolaridade, acesso a serviços de saúde mental e suporte no ambiente de trabalho correlacionaram-se positivamente com melhor saúde mental entre os empregados. Os achados destacam a importância de políticas de emprego inclusivas e acomodações adequadas no local de trabalho para apoiar a saúde mental de adultos com TEA. Pesquisas futuras devem conduzir estudos longitudinais para estabelecer relações causais e examinar os efeitos a longo prazo do emprego na saúde mental. Estudos com amostras maiores e mais diversificadas em termos de raça, etnia, níveis socioeconômicos e gênero são recomendados para explorar o impacto de outras variáveis na saúde mental.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelporengTranstorno do Espectro Autistaempregabilidadesaúde mentaladultosinclusãoAssociação entre empregabilidade e saúde mental em adultos com Transtorno do Espectro Autistainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/1500695593391363https://orcid.org/0000-0002-6096-8414http://lattes.cnpq.br/7656550404849627https://orcid.org/0000-0001-7599-2217Osório, Ana Alexandra Caldashttp://lattes.cnpq.br/9011606474221997https://orcid.org/0000-0002-1692-4609Silva, Luciana Coltri ehttp://lattes.cnpq.br/0454553993155662https://orcid.org/0000-0001-5618-8936Autism Spectrum Disorder (ASD) is characterized by difficulties in social interaction and communication. People with ASD often face challenges in mental health and access to services. This study explored the association between employability and mental health in 50 adults with ASD, divided into 30 employed with support and 20 unemployed individuals. The Adult Self-Report (ASR), a sociodemographic questionnaire and the Brazilian Economic Classification Criterion (ABEP) were used. Analyses included the Mann-Whitney test, Spearman correlation, and Cohen's d. The results showed that employed adults had better mental health outcomes, with lower levels of anxiety and depression and less social isolation. Employed individuals had an anxiety/depression mean of 67.07 (standard deviation = 10.28) compared to 73.4 (standard deviation = 10.5) for the unemployed (U = 395.500, p = 0.006, Cohen's d = 0.32). For isolation, the mean was 69.7 (SD = 10.56) for employed and 74.7 (standard deviation = 10.14) for unemployed individuals (U = 399.000, p = 0.005, Cohen's d = 0.33). A higher number of friends (r = 0.43, p < 0.05) and a higher adaptive functioning index (r = 0.48, p < 0.05) positively correlated with job satisfaction. Participants satisfied with mental health services had lower levels of attention problems (r = -0.64, p < 0.05) and depressive problems (r = -0.62, p < 0.05). Higher levels of depression were associated with lower job satisfaction (r = -0.40, p < 0.05). Higher education levels, access to mental health services, and workplace support positively correlated with better mental health among the employed. The findings highlight the importance of inclusive employment policies and appropriate workplace accommodations to support the mental health of adults with ASD. Future research should conduct longitudinal studies to establish causal relationships and examine the long-term effects of employment on mental health. Studies with larger and more diverse samples in terms of race, ethnicity, socioeconomic levels, and gender are recommended to explore the impact of other variables on mental health.Autism Spectrum Disorderemployabilitymental healthadultsinclusionCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)Ciências do Desenvolvimento HumanoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASORIGINALDaiane Lourenço.pdfDaiane Lourenço.pdfapplication/pdf1023973https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/57698226-c4f3-4b84-b6e5-97ef43638d15/download1ffca15009004efbd1352bdc409d3d8bMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/c959640c-d195-4344-af8e-871eca741b78/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52falseAnonymousREADTEXTDaiane Lourenço.pdf.txtDaiane Lourenço.pdf.txtExtracted texttext/plain95835https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/2d0d350a-1a9d-442c-907a-89c42674b1f2/downloadb1ed00569add7e58905a8823c7a36b84MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDaiane Lourenço.pdf.jpgDaiane Lourenço.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3025https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/9cefb332-a4b5-4bd2-84bb-6aed14742d84/download78145c17716154e4a7a71912c12e244eMD54falseAnonymousREAD10899/397322024-11-12T06:01:08.613Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/39732https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772024-11-12T06:01:08Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na interação social e comunicação. Pessoas com TEA geralmente enfrentam desafios na saúde mental e no acesso a serviços. Este estudo explorou a associação entre empregabilidade e saúde mental em 50 adultos com TEA, divididos em 30 empregados com suporte e 20 sem vínculo empregatício. Foram utilizados o Inventário de Autoavaliação para Adultos (ASR), um questionário sociodemográfico e o Critério de Classificação Econômica BRASIL (ABEP). Análises incluíram o teste de Mann-Whitney, correlação de Spearman e teste de Cohen. Os resultados mostraram que adultos empregados apresentaram melhores resultados de saúde mental, com níveis mais baixos de ansiedade e depressão e menor isolamento social. Empregados tiveram média de ansiedade/depressão de 67,07 (desvio padrão = 10,28) comparado a 73,4 (desvio padrão = 10,5) dos sem vínculo empregatício (U = 395.500, p = 0,006, d de Cohen = 0,32). Para o isolamento, a média foi de 69,7 (desvio padrão = 10,56) para empregados e 74,7 (desvio padrão = 10,14) para sem vínculo (U = 399.000, p = 0,005, d de Cohen = 0,33). Maior número de amigos (r= 0,43, p < 0,05) e maior índice de funcionamento adaptativo (r= 0,48, p < 0,05) correlacionaram-se positivamente com a satisfação no emprego. Participantes satisfeitos com os serviços de saúde mental apresentaram menores índices de problemas de atenção (r= -0,64, p < 0,05) e de problemas depressivos (r= -0,62, p < 0,05). Maiores índices de depressão associaram-se com menor satisfação no emprego (r= -0,40, p < 0,05). Níveis mais altos de escolaridade, acesso a serviços de saúde mental e suporte no ambiente de trabalho correlacionaram-se positivamente com melhor saúde mental entre os empregados. Os achados destacam a importância de políticas de emprego inclusivas e acomodações adequadas no local de trabalho para apoiar a saúde mental de adultos com TEA. Pesquisas futuras devem conduzir estudos longitudinais para estabelecer relações causais e examinar os efeitos a longo prazo do emprego na saúde mental. Estudos com amostras maiores e mais diversificadas em termos de raça, etnia, níveis socioeconômicos e gênero são recomendados para explorar o impacto de outras variáveis na saúde mental. |
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