Mitigação da autonomia das instâncias e equilíbrio do direito administrativo sancionador

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: Lourenço, Diego Leonardo
Orientador(a): Nohara, Irene Patrícia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/42046
Resumo: O presente trabalho investiga a independência das instâncias no sistema punitivo brasileiro demonstrando que a leitura tradicional, fragmentada e incomunicável entre esferas, fomenta duplicidade sancionatória sobre os mesmos fatos e fundamentos (bis in idem) e compromete a coerência do ordenamento. Com base em fundamentos constitucionais e na hermenêutica consequencialista positivada pela LINDB, sustenta-se que a autonomia entre instâncias deve ser mitigada por critérios de coordenação decisória, de modo a evitar sobreposições punitivas e a produzir respostas estatais proporcionais, necessárias e sistêmicas. A partir do emprego do método hipotético-dedutivo, a pesquisa reconstrói o percurso histórico-dogmático da independência das instâncias, identifica suas insuficiências práticas e propõe um modelo em que o julgador (administrativo ou judicial) tem o dever de considerar sanções prévias decorrentes do mesmo fato e calibrar a resposta subsequente, prevenindo incongruências. Metodologicamente, o estudo combina análise normativa e jurisprudencial com diálogo crítico de fontes, evidenciando que a coerência decisória constitui imperativo constitucional dirigido à racionalidade do poder sancionador, assunto aderente à linha de pesquisa “O Poder Econômico e seus Limites Jurídicos”. Expõe que o paradigma fragmentado não exige reforma constitucional, bastando a aplicação vinculante de parâmetros já disponíveis, com reforço de deveres de ponderação, integração e motivação, de modo a preservar a autonomia funcional das instâncias sem abrir mão da unidade do Direito e da proteção efetiva de direitos fundamentais.
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A partir do emprego do método hipotético-dedutivo, a pesquisa reconstrói o percurso histórico-dogmático da independência das instâncias, identifica suas insuficiências práticas e propõe um modelo em que o julgador (administrativo ou judicial) tem o dever de considerar sanções prévias decorrentes do mesmo fato e calibrar a resposta subsequente, prevenindo incongruências. Metodologicamente, o estudo combina análise normativa e jurisprudencial com diálogo crítico de fontes, evidenciando que a coerência decisória constitui imperativo constitucional dirigido à racionalidade do poder sancionador, assunto aderente à linha de pesquisa “O Poder Econômico e seus Limites Jurídicos”. 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Drawing on constitutional foundations and on the consequentialist hermeneutics codified in the Law of Introduction to the Norms of Brazilian Law, it argues that the autonomy among instances should be tempered by criteria for decision-making coordination, so as to avoid punitive overlaps and to produce state responses that are proportionate, necessary, and systemically coherent. Using the hypothetical-deductive method, this research reconstructs the historical-dogmatic trajectory of the independence of instances, identifies its practical shortcomings, and proposes a model in which the decision-maker (administrative or judicial) has a duty to consider prior sanctions arising from the same facts and to calibrate any subsequent response, thereby preventing incongruences. Methodologically, the study combines normative and case-law analysis with a critical dialogue of sources, showing that decision-making coherence constitutes a constitutional imperative directed toward the rationality of the state’s sanctioning power, a topic aligned with the research line “Economic Power and Its Legal Limits”. It contends that the fragmented paradigm does not require constitutional amendment; rather, the binding application of parameters already available, reinforced by duties of balancing, integration, and reason-giving, is sufficient to preserve the functional autonomy of the instances without relinquishing the unity of the law and the effective protection of fundamental rights.independence of instancesne bis in idemdecision-making coherenceadministrative sanctions lawBrasilFaculdade de Direito (FDIR)UPMDireito Político e EconômicoCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PUBLICO::DIREITO ADMINISTRATIVOCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PUBLICO::DIREITO CONSTITUCIONALORIGINALPublicação não autorizada pelo autor.pdfPublicação não autorizada pelo autor.pdfapplication/pdf35288https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/28f43bd3-5502-4026-9b37-17ec6d132ec4/download8c1b93612996abb8f72b990751d263bbMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/2ee11cc9-e8f1-4dbf-a8e0-d881f57c6478/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTPublicação não autorizada pelo autor.pdf.txtPublicação não autorizada pelo autor.pdf.txtExtracted texttext/plain44https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/a5fa6b37-e3fc-470e-9777-2f3dd9b2d652/download259402efdd7acac4a44f17b5a2a87d0aMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILPublicação não autorizada pelo autor.pdf.jpgPublicação não autorizada pelo autor.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1910https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/b96d6ca4-a050-40b2-a8b1-3106b1aed288/download42e67c6a98f96ebc5c84f27428075a7eMD54falseAnonymousREAD10899/420462026-03-26T06:00:49.262007Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/42046https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-03-26T06:00:49Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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