Gravidade do Transtorno do Espectro Autista como preditor de farmacoterapia
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28634 |
Resumo: | As intervenções farmacológicas são amplamente utilizadas no Transtorno do Espectro Autista para o manejo dos comportamentos desafiadores, incluindo irritabilidade e agressividade, além das comorbidades associadas, ainda que não existam diretrizes para o tratamento farmacoterapêutico. Investigamos o perfil e os preditores da utilização de psicofármacos em uma amostra de 129 escolares diagnosticados com esse transtorno, matriculados na rede pública municipal de ensino do município de Embu das Artes, São Paulo, Brasil, com idades entre 3 e 17 anos. Os dados foram obtidos por meio de avaliação clínica (seguindo os critérios do DSM 5) e aplicação presencial de questionário, durante entrevista dirigida aos responsáveis pelos escolares. Cerca de 57,36% estavam sob intervenção psicofarmacológica e 33,78% foram polimedicados. Os antipsicóticos típicos foram os subgrupos terapêuticos mais utilizados (35,40%), seguido pelos antipsicóticos atípicos (27,43%), antiepiléticos (19,47%) e os antidepressivos tricíclicos (7,08%). Os psicofármacos mais utilizados foram a risperidona (24,78%) e a periciazina (18,58%). Entre as combinações farmacoterapêuticas utilizadas, prevaleceu o uso de risperidona com ácido valpróico em 17,68% dos casos. Indivíduos nos níveis de gravidade 2 e 3 possuem maior tendência para a utilização de medicamentos quando comparados aos do nível 1. A presença de epilepsia se mostrou preditora para o uso de politerapia, assim como a idade. Os resultados revelam um efeito significativo da gravidade do Transtorno do Espectro Autista e a presença de comorbidade, como a epilepsia, sobre a prescrição de psicofármacos. |
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Barros Neto, Sebastião Gonçalves deCysneiros, Roberta Monterazzo2022-01-13T18:53:11Z2022-01-13T18:53:11Z2021-10-28https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28634As intervenções farmacológicas são amplamente utilizadas no Transtorno do Espectro Autista para o manejo dos comportamentos desafiadores, incluindo irritabilidade e agressividade, além das comorbidades associadas, ainda que não existam diretrizes para o tratamento farmacoterapêutico. Investigamos o perfil e os preditores da utilização de psicofármacos em uma amostra de 129 escolares diagnosticados com esse transtorno, matriculados na rede pública municipal de ensino do município de Embu das Artes, São Paulo, Brasil, com idades entre 3 e 17 anos. Os dados foram obtidos por meio de avaliação clínica (seguindo os critérios do DSM 5) e aplicação presencial de questionário, durante entrevista dirigida aos responsáveis pelos escolares. Cerca de 57,36% estavam sob intervenção psicofarmacológica e 33,78% foram polimedicados. Os antipsicóticos típicos foram os subgrupos terapêuticos mais utilizados (35,40%), seguido pelos antipsicóticos atípicos (27,43%), antiepiléticos (19,47%) e os antidepressivos tricíclicos (7,08%). Os psicofármacos mais utilizados foram a risperidona (24,78%) e a periciazina (18,58%). Entre as combinações farmacoterapêuticas utilizadas, prevaleceu o uso de risperidona com ácido valpróico em 17,68% dos casos. Indivíduos nos níveis de gravidade 2 e 3 possuem maior tendência para a utilização de medicamentos quando comparados aos do nível 1. A presença de epilepsia se mostrou preditora para o uso de politerapia, assim como a idade. Os resultados revelam um efeito significativo da gravidade do Transtorno do Espectro Autista e a presença de comorbidade, como a epilepsia, sobre a prescrição de psicofármacos.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelIPM - Instituto Presbiteriano MackenzieMackPesquisa - Fundo Mackenzie de PesquisaUniversidade Presbiteriana MackenzieAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccesstranstorno do espectro autistapsicofármacosfarmacoterapiaGravidade do Transtorno do Espectro Autista como preditor de farmacoterapiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEhttp://lattes.cnpq.br/9822955080635086http://lattes.cnpq.br/5339061061813361Delorenzi, Jan Carlo Morais Oliveira Bertassonihttp://lattes.cnpq.br/0829735257260675Almeida, Kelson James Silva dehttp://lattes.cnpq.br/5147481801080302Brunoni, Deciohttp://lattes.cnpq.br/6245382294135211Schwartzman, José SalomãoBordini, Danielahttp://lattes.cnpq.br/1470693655000888http://lattes.cnpq.br/5852390202210803Pharmacological interventions are widely used in Autism Spectrum Disorder to manage challenging behaviors (e.g., irritability and aggression) and comorbidities, although there are no guidelines for pharmacotherapeutic treatment. We investigated the profile and predictors of psychoactive drug use in 129 schoolchildren (3-17 years old) diagnosed with autism spectrum disorders, which were enrolled in the public school system in the city of Embu das Artes, São Paulo, Brazil. Data were obtained after a clinical evaluation (following DSM-5 criteria) and an in-person interview with those responsible for the students. About 57.36% of the students were under psychopharmacological treatment, while 33.78% of them were in use of multiple medications. The most used therapeutic subgroups were typical antipsychotics (35.40%), followed by atypical antipsychotics (27.43%), antiepileptics (19.47%), and tricyclic antidepressants (7.08%). Furthermore, the most used psychotropic drugs were risperidone (24.78%) and periciazine (18.58%). Among the pharmacotherapeutic combinations, the most common was risperidone with valproic acid (17.68%). Individuals diagnosed with levels 2 and 3 autism have a greater tendency to use medication when compared to those at level 1. Epilepsy and age were predictors of polytherapy use. The results reveal a significant effect of autism spectrum disorder severity and comorbidities, such as epilepsy, on the prescription of psychotropic drugs.autism spectrum disorderpsychotropic drugspharmacotherapyBrasilCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)UPMDistúrbios do DesenvolvimentoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIA::FARMACOLOGIA CLINICAORIGINALSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdfSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdfSebastião Gonçalves de Barros Netoapplication/pdf1662442https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/6f6abd5d-c76b-4504-b9b9-8b849f4c7edc/download0cd4c77f6528ecf28f30e1d26ca30663MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e9b8fab7-09c3-4d4c-8ddd-1b524298b276/downloade39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81997https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e4ab91ed-5c0f-4c6e-932d-065e2d7532f6/downloadfb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57MD53falseAnonymousREADTEXTSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdf.txtSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdf.txtExtracted texttext/plain119079https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/82325ebf-d807-4c77-9360-6200fb5afe3d/downloadcb1ec45faf4705bab269a90f41253240MD56falseAnonymousREADTHUMBNAILSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdf.jpgSebastião Gonçalves de Barros Neto.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1182https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/90e55b3d-3294-4ea4-bc95-f3267dba2ce8/download78e9aed4317aad2d5407356535f41ee6MD57falseAnonymousREAD10899/286342022-03-15T01:33:06.319Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/28634https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772022-03-15T01:33:06Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmFyIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRvLgoKQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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