Ressonância magnética e dinamometria isocinética para avaliação do volume e força do músculo quadríceps antes e após cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Introdução: A ressonância magnética e dinamometria isocinética para avaliação do volume e da força do músculo quadríceps antes e após a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (RLCA) contribuem para o melhor acompanhamento do paciente nos períodos pré e pós-cirúrgicos, além de garantir melhor monitorização e reabilitação pós-operatória. Objetivos: Avaliar o volume e a força do músculo quadríceps antes e após a cirurgia de RLCA, como estas medidas se correlacionam e quais as variáveis preditivas da força muscular pré e pós-operatória. Métodos: Estudo coorte prospectivo de 37 pacientes atletas amadores submetidos à cirurgia de RLCA com enxerto quádruplo dos músculos semitendíneo e grácil. Os pacientes foram avaliados, no período pré-operatório e com quatro meses após a cirurgia, por meio de ressonância magnética e dinamometria isocinética. O tratamento fisioterápico foi iniciado na fase pré-operatória e no pós-operatório imediato com protocolo de reabilitação acelerada, 24 horas após o procedimento cirúrgico. As medidas do membro submetido à cirurgia de RLCA (mRLCA) foram comparadas ao membro contralateral (mControle). Resultados: O volume do músculo quadríceps foi de 65,2+13,4 cm3 antes e de 63,4+15,9 cm3 após a RLCA, significativamente menor no mRLCA que no mControle (p<0,001) (68,2+10,7 cm3 e 71,2+11,5 cm3) nos dois momentos de avaliação. Esta redução foi de 3,0 cm3 (4,1%) no pré-operatório e maior no período pós-operatório (7,8 cm3), correspondente a perda de 12,0%. A força do músculo quadríceps foi de 105,5+29,9 N/m antes e de 100,9+28,6 N/m após o procedimento, também significativamente menor no mRLCA que no mControle (p<0,001) (126,4+28,2 N/m e 129,6+27,6 N/m). Esta redução foi semelhante nos dois momentos de avaliação, em média de 17,5 N/m (16,3%) no pré-operatório e de 22,8 N/m (22,5%) no período pós-operatório (p = 0,28). A perda de força foi, assim, maior que a perda de volume muscular (p<0,001). O volume muscular e o tempo da lesão do LCA foram as principais variáveis determinantes da força do músculo quadríceps no pré-operatório, sendo ambos responsáveis por 50,0% da sua variabilidade (Coeficiente ß=0,50, p<0,001). Já a força pós-operatória foi determinada principalmente pela força pré-operatória (Coeficiente ß=0,74, p<0,001). Conclusão: Observou-se perda de volume e força do músculo quadríceps antes e após a RLCA. A perda de força muscular foi quatro vezes maior que a perda de volume no período pré-operatório e duas vezes maior no pós-operatório, indicando melhora e início da recuperação com quatro meses após a cirurgia. A correlação entre a força e o volume do músculo quadríceps foi moderada, independente do membro ou momento de avaliação. |
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Thiele, André Luis Menezes SchwanseeRibas, Jurandir Marcondes2026-02-06T13:03:03Z2024-04-12https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41830Introdução: A ressonância magnética e dinamometria isocinética para avaliação do volume e da força do músculo quadríceps antes e após a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (RLCA) contribuem para o melhor acompanhamento do paciente nos períodos pré e pós-cirúrgicos, além de garantir melhor monitorização e reabilitação pós-operatória. Objetivos: Avaliar o volume e a força do músculo quadríceps antes e após a cirurgia de RLCA, como estas medidas se correlacionam e quais as variáveis preditivas da força muscular pré e pós-operatória. Métodos: Estudo coorte prospectivo de 37 pacientes atletas amadores submetidos à cirurgia de RLCA com enxerto quádruplo dos músculos semitendíneo e grácil. Os pacientes foram avaliados, no período pré-operatório e com quatro meses após a cirurgia, por meio de ressonância magnética e dinamometria isocinética. O tratamento fisioterápico foi iniciado na fase pré-operatória e no pós-operatório imediato com protocolo de reabilitação acelerada, 24 horas após o procedimento cirúrgico. As medidas do membro submetido à cirurgia de RLCA (mRLCA) foram comparadas ao membro contralateral (mControle). Resultados: O volume do músculo quadríceps foi de 65,2+13,4 cm3 antes e de 63,4+15,9 cm3 após a RLCA, significativamente menor no mRLCA que no mControle (p<0,001) (68,2+10,7 cm3 e 71,2+11,5 cm3) nos dois momentos de avaliação. Esta redução foi de 3,0 cm3 (4,1%) no pré-operatório e maior no período pós-operatório (7,8 cm3), correspondente a perda de 12,0%. A força do músculo quadríceps foi de 105,5+29,9 N/m antes e de 100,9+28,6 N/m após o procedimento, também significativamente menor no mRLCA que no mControle (p<0,001) (126,4+28,2 N/m e 129,6+27,6 N/m). Esta redução foi semelhante nos dois momentos de avaliação, em média de 17,5 N/m (16,3%) no pré-operatório e de 22,8 N/m (22,5%) no período pós-operatório (p = 0,28). A perda de força foi, assim, maior que a perda de volume muscular (p<0,001). O volume muscular e o tempo da lesão do LCA foram as principais variáveis determinantes da força do músculo quadríceps no pré-operatório, sendo ambos responsáveis por 50,0% da sua variabilidade (Coeficiente ß=0,50, p<0,001). Já a força pós-operatória foi determinada principalmente pela força pré-operatória (Coeficiente ß=0,74, p<0,001). Conclusão: Observou-se perda de volume e força do músculo quadríceps antes e após a RLCA. A perda de força muscular foi quatro vezes maior que a perda de volume no período pré-operatório e duas vezes maior no pós-operatório, indicando melhora e início da recuperação com quatro meses após a cirurgia. A correlação entre a força e o volume do músculo quadríceps foi moderada, independente do membro ou momento de avaliação.OutrosInstituto Presbiteriano Mackenziereconstrução do ligamento cruzado anteriorressonância magnéticadinamometria isocinéticamúsculo quadrícepsRessonância magnética e dinamometria isocinética para avaliação do volume e força do músculo quadríceps antes e após cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anteriorinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/7077398001188294http://lattes.cnpq.br/7049091518323192Zini, Cássiohttp://lattes.cnpq.br/5388614664849822Pedrinelli, Andrehttp://lattes.cnpq.br/7093080993201027Thiele, Edilson Schwanseehttp://lattes.cnpq.br/4440175850197896Tebexreni, Antonio Sergiohttp://lattes.cnpq.br/4581187212026917Introduction: Magnetic resonance imaging and isokinetic dynamometry to assess the volume and strength of the quadriceps muscle before and after anterior cruciate ligament reconstruction (ACLR) surgery contribute to better patient follow-up in the pre- and post-surgical periods, as well as ensuring better monitoring and post-operative rehabilitation. Objectives: To evaluate the volume and strength of the quadriceps muscle before and after ACLR surgery, how these measurements correlate and which variables are predictive of pre- and post-operative muscle strength. Methods: Cohort prospective study of 37 amateur athlete patients who underwent ACLR surgery with quadruple grafts of the semitendinosus and gracilis muscles. The patients were assessed preoperatively and four months after surgery using magnetic resonance imaging and isokinetic dynamometry. Physiotherapy treatment was started in the preoperative phase and in the immediate postoperative period with an accelerated rehabilitation protocol, 24-hours after the surgical procedure. The measurements of the limb submitted to RLCA surgery (RLCAm) were compared to the contralateral limb (Controlm). Results: The volume of the quadriceps muscle was 65.2+13.4 cm3 before and 63.4+15.9 cm3 after the RLCA, significantly lower in the RLCAm than in the Controlm (p<0.001) (68.2+10.7 cm3 and 71.2+1.5 cm3) at both assessment times. This reduction was 3.0 cm3 (4.1%) preoperatively and greater in the postoperative period (7.8 cm3), corresponding to a loss of 12.0%. The strength of the quadriceps muscle was 105.5+29.9 N/m before and 100.9+28.6 N/m after the procedure, also significantly lower in RLCAm than in the Controlm (p<0.001) (126.4+28.2 N/m and 129.6+27.6 N/m). This reduction was similar at both assessment times, on average 17.5 N/m (16.3%) preoperatively and 22.8 N/m (22.5%) postoperatively (p=0.28). The loss of strength was therefore greater than the loss of muscle volume (p<0.001). Muscle volume and time since injury were the main variables determining quadriceps muscle strength preoperatively, both accounting for 50.0% of its variability (Coefficient ß=0.50, p<0.001). Post-operative strength, on the other hand, was mainly determined by pre-operative strength (Coefficient ß=0.74, p<0.001). Conclusion: There was a loss of volume and strength in the quadriceps muscle before and after the RLCA. The loss of muscle strength was four times greater than the loss of volume in the preoperative period and two times greater in the postoperative period, indicating improvement and the start of recovery four months after surgery. The correlation between quadriceps muscle strength and volume was moderate, regardless of the limb or time of assessment.PROSUP/Taxasanterior cruciate ligament reconstructionmagnetic resonanceisokinetic dynamometryquadriceps muscleBrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)UPMPrincípios da CirurgiaCIENCIAS DA SAUDEORIGINALANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdfANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdfapplication/pdf2911917https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/89a16278-a189-4c93-ac46-e88bc7bd0d71/download137cf702680079e2b63899c03eb9ffc5MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/76d30d9e-4c47-47aa-a8c0-c64f70103ed4/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.txtANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.txtExtracted texttext/plain102675https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/da13aec6-cb31-4b69-afe0-9665cc819f0d/downloadea83c2945388a29598ff3ea81b2a609dMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.jpgANDRE LUIS MENEZES SCHWANSEE THIELE - DISSERTAÇÃO PÓS BANCA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2920https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3a8d4bad-f6a2-475f-8fba-dfb9d7dce03a/download367829e2405c3a5dc14cb4aee6a3b30fMD54falseAnonymousREAD10899/418302026-02-07T06:02:17.111515Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41830https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-02-07T06:02:17Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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