Representações dos afetos em Cantáteis, de Chico César
| Ano de defesa: | 2022 |
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Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28877 |
Resumo: | No contexto da poesia brasileira no período recente do fim do séc. XX e início do séc. XXI, o livro-poema Cantáteis. Cantos elegíacos de amozade, do poeta, compositor e cantor paraibano Francisco César Gonçalves, ou Chico César, foi composto em 1993 e publicado em 2005. A obra, contendo tom biográfico, consiste em 141 estrofes de 11 redondilhas maiores cada e se insere em uma vasta tradição poética de língua portuguesa, cujas fontes mais antigas estão nas cantigas de amor e amizade medievais. Este trabalho tem como objetivo demonstrar como os afetos são representados em Cantáteis, a saber, os afetos amorosos, a geografia dos afetos e os afetos literários, articulados por meio de tópoi presentes na poética, especialmente nas cantigas trovadorescas, buscando explicitar como, usando uma forma canônica, Cantáteis se articula com a poética contemporânea brasileira e com a obra de composição musical do próprio Chico César. A leitura de Cantáteis parte da identificação dos tópoi por meio das obras de Spina, da articulação entre obra e contexto citadino e suas possíveis relações e contribuições com poéticas brasileiras recentes. Finalmente, tal representação dos afetos não está dissociada da expressão musical. Assim como as cantigas trovadorescas eram, por natureza, veiculadas com o suporte de instrumentos musicais, Cantáteis possui estreita relação com a obra do compositor Chico César, o que a distingue da produção poética brasileira do período considerado. |
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Souza, Sílvio Lourenço deAguiar, Cristhiano Motta2022-03-24T17:44:01Z2022-03-24T17:44:01Z2022-02-16https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28877No contexto da poesia brasileira no período recente do fim do séc. XX e início do séc. XXI, o livro-poema Cantáteis. Cantos elegíacos de amozade, do poeta, compositor e cantor paraibano Francisco César Gonçalves, ou Chico César, foi composto em 1993 e publicado em 2005. A obra, contendo tom biográfico, consiste em 141 estrofes de 11 redondilhas maiores cada e se insere em uma vasta tradição poética de língua portuguesa, cujas fontes mais antigas estão nas cantigas de amor e amizade medievais. Este trabalho tem como objetivo demonstrar como os afetos são representados em Cantáteis, a saber, os afetos amorosos, a geografia dos afetos e os afetos literários, articulados por meio de tópoi presentes na poética, especialmente nas cantigas trovadorescas, buscando explicitar como, usando uma forma canônica, Cantáteis se articula com a poética contemporânea brasileira e com a obra de composição musical do próprio Chico César. A leitura de Cantáteis parte da identificação dos tópoi por meio das obras de Spina, da articulação entre obra e contexto citadino e suas possíveis relações e contribuições com poéticas brasileiras recentes. Finalmente, tal representação dos afetos não está dissociada da expressão musical. Assim como as cantigas trovadorescas eram, por natureza, veiculadas com o suporte de instrumentos musicais, Cantáteis possui estreita relação com a obra do compositor Chico César, o que a distingue da produção poética brasileira do período considerado.IPM - Instituto Presbiteriano MackenzieUniversidade Presbiteriana MackenzieAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessChico CésarCantáteispoesia brasileiraafetoscantoRepresentações dos afetos em Cantáteis, de Chico Césarinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEhttp://lattes.cnpq.br/6879955445262831http://lattes.cnpq.br/8258565810927486Santos, Elaine Cristina Prado dosAndrade, Fábio Cavalcante deIn the context of Brazilian poetry in the recent period of the end of the 20th century and early 21st century, the book-poem Cantáteis. Cantos elegíacos de amozade, by the poet, composer and singer Francisco César Gonçalves, or Chico César, was composed in 1993 and published in 2005. The work, with a biographical tone, consists of 141 stanzas of 11 verses composed of seven syllables (“redondilha maior”) each and is inserted in one vast poetic tradition of the Portuguese language, the oldest sources are in medieval love and friendship songs. This work aims to demonstrate how affections are represented in Cantáteis: the love affections, the geography of affections and the literary affections, articulated through tópoi present in poetics, especially in troubadour songs, seeking to explain how, using a canonical form, Cantáteis is articulated with a contemporary Brazilian poetics and with a work of musical composition by Chico César himself. The reading of Cantáteis starts from the identification of the topos through the works of Spina, the articulation between the work and the city context and its possible relationships and contributions to recent Brazilian poetics. Finally, such representation of affects is not dissociated from musical expression. Just as troubadour songs were, by nature, conveyed with the support of musical instruments, Cantáteis has a close relationship with the work of the composer Chico César, which distinguishes it from the Brazilian poetic production of the considered period.Chico CésarCantáteisbrazilian poetryaffectionssongBrasilCentro de Comunicação e Letras (CCL)UPMLetrasCNPQ::CIENCIAS HUMANASORIGINALSilvio Lourenço de Souza.pdfSilvio Lourenço de Souza.pdfSílvio Lourenço de Souzaapplication/pdf780087https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3c11293a-1d73-408e-bbc0-8312cb9305f7/download867ec121934f344123d62ddaa88d0bafMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/cf9f0831-6493-49d9-8522-d4ca438ae5c1/downloade39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81997https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d37c50b0-2212-4695-9172-165b5d00c7a6/downloadfb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57MD53falseAnonymousREADTEXTSilvio Lourenço de Souza.pdf.txtSilvio Lourenço de Souza.pdf.txtExtracted texttext/plain199866https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/26a55610-d7c0-484e-a56a-9701fb3c364e/download2d7c69794f9eecddb4fc5e6622f11573MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILSilvio Lourenço de Souza.pdf.jpgSilvio Lourenço de Souza.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1107https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/303ca7bb-c810-4626-8530-28894532754f/download080b4d8cc2fd8cd15de4ccd88fbe828eMD55falseAnonymousREAD10899/288772022-03-25T06:01:54.014Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/28877https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772022-03-25T06:01:54Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmFyIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRvLgoKQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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