A realidade do metaverso como um habitat primário de inovação tecnológica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Teixeira, Carlos Marcelo Campos
Orientador(a): Perrone, Rafael Antônio Cunha
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41511
Resumo: O avanço exponencial das tecnologias digitais tem provocado uma reconfiguração substancial na forma como o futuro é concebido. De um horizonte longínquo e incerto, o porvir passa a ser percebido como uma extensão imediata do presente, impulsionado por ciclos acelerados de inovação e transformação. Esse deslocamento de perspectiva redefine o papel do tempo na ação humana e nas práticas sociotécnicas contemporâneas. Ao longo da tradição ocidental, múltiplas correntes filosóficas ofereceram visões contrastantes sobre o futuro, a tecnologia e todo o arcabouço criativo que os associa a inovação. Assim atingimos o ápice de uma era digital, de extrema velocidade comunicacional, onde a cada instante, surgem novos meios de interação que atuam como vetor de transformação nos ecossistemas tecnológicos emergentes. É nesse contexto, que se insere a presente tese propondo uma análise detalhada das possibilidades, desafios e oportunidades, que a integração entre o metaverso com os habitats de inovação tecnológica pode oferecer. Fundamentada na convergência entre referenciais científicos, ficcionais e técnicos, a presente investigação associa tais constructos a práticas experimentais desenvolvidas em living labs digitais. Almeja-se, com isso, consolidar uma cultura de colaboração híbrida, pautada na articulação entre ações físicas e digitais. Essa sobreposição sinérgica visa à otimização dos processos de desenvolvimento tecnológico, destacando o metaverso como agente catalisador de ambientes experimentais, na reconfiguração dos ecossistemas de inovação aberta. Ao término, almeja-se que as evidências apuradas, sustentem uma base teórico-prática consistente. Primeiro, para a formulação de uma definição de futuro, a partir de 2025, que segundo o autor pode ser compreendido como construção subjetiva, que transcende uma mera sucessão cronologia, sendo derivada do repertório existencial de cada individuo e constituída pela articulação de memórias, saberes e valores, que entrelaçam passado e presente na projeção de horizontes singulares. Segundo, para a consolidação de um conceito estável de metaverso, que se estabelece como uma espacialidade digital emergente, de natureza polimórfica e transdimensional, complexa, com domínio de interação social e criativa, que promove práticas virtuais colaborativas, produtivas e reiterativas. Sua característica nuclear, reside na edificação de vínculos sociais, promovendo inovação produtiva, cultural e tecnológica. Realiza se por meio de colaboração criativa e orientada ao desenvolvimento de negócios disruptivos em sua totalidade organizacional, operando em escalas que abrangem sistemas imersivos e formas comunicacionais cotidianas. Transcende trajetórias lineares e métricas puramente econômicas, atuando nos ambientes de concepção e difusão tecnológica de maneira integral e integrada.
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É nesse contexto, que se insere a presente tese propondo uma análise detalhada das possibilidades, desafios e oportunidades, que a integração entre o metaverso com os habitats de inovação tecnológica pode oferecer. Fundamentada na convergência entre referenciais científicos, ficcionais e técnicos, a presente investigação associa tais constructos a práticas experimentais desenvolvidas em living labs digitais. Almeja-se, com isso, consolidar uma cultura de colaboração híbrida, pautada na articulação entre ações físicas e digitais. Essa sobreposição sinérgica visa à otimização dos processos de desenvolvimento tecnológico, destacando o metaverso como agente catalisador de ambientes experimentais, na reconfiguração dos ecossistemas de inovação aberta. Ao término, almeja-se que as evidências apuradas, sustentem uma base teórico-prática consistente. 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Once regarded as a distant and uncertain horizon, the future is now increasingly perceived as an immediate extension of the present, driven by accelerated cycles of innovation and transformation. This shift in perspective redefines the role of time in human agency and contemporary sociotechnical practices. Throughout Western intellectual tradition, diverse philosophical schools have offered contrasting interpretations of the future, technology, and the creative frameworks that intertwine them with innovation. We have thus reached the apex of a digital era marked by extreme communicational velocity, in which new modes of interaction continually emerge, acting as vectors of transformation within emergent technological ecosystems. It is within this context that the present thesis is situated, proposing a detailed analysis of the possibilities, challenges, and opportunities that the integration of the metaverse with technological innovation habitats may offer. Grounded in the convergence of scientific, fictional, and technical paradigms, this research articulates these constructs through experimental practices developed in digital living labs. The study aims to consolidate a hybrid culture of collaboration, based on the articulation of physical and digital actions. This synergistic overlay seeks to optimize technological development processes, positioning the metaverse as a catalytic agent of experimental environments in the reconfiguration of open innovation ecosystems. At the conclusion, it is expected that the gathered evidence will support a consistent theoretical-practical foundation. First, for the formulation of a definition of the future from 2025 onward, which, according to the author, can be understood as a subjective construction that transcends a mere chronological succession, being derived from the existential repertoire of each individual and constituted through the articulation of memories, knowledge, and values, which interweave past and present in the projection of singular horizons. Second, for the consolidation of a stable concept of the metaverse, established as an emerging digital spatiality of a polymorphic and transdimensional nature, complex, with a domain of social and creative interaction, promoting collaborative, productive, and reiterative virtual practices. Its core feature lies in the construction of social bonds, fostering productive, cultural, and technological innovation. It is realized through creative collaboration oriented toward the development of disruptive businesses in their organizational totality, operating at scales encompassing immersive systems and everyday communicational forms. It transcends linear trajectories and purely economic metrics, acting integrally and cohesively within environments of technological conception and diffusion.futurehigh technologymetaverseopen innovationtechnological innovation habitatsBrasilFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)UPMArquitetura e UrbanismoCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMO::TECNOLOGIA DE ARQUITETURA E URBANISMOORIGINALCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdfCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdfapplication/pdf5540167https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d37db3d4-f3c4-4570-96a6-24e945a3089b/download25639aba33ae7445a54ce685cff7cf68MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e013738a-6914-4bb3-9cb9-0c1bbd72a525/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdf.txtCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdf.txtExtracted texttext/plain102960https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/c415f4f3-6630-48e8-bfdb-c1dd8c3a45c7/download0b59082fc4413c95cf29a2631aff076aMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdf.jpgCarlos Marcelo Campos Teixeira..pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2576https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/bcc7fe3d-c19d-4935-8b5c-274d554a31b4/download3a5ad64cfa88667d8bb2e431de6930b2MD54falseAnonymousREAD10899/415112025-10-24T06:00:59.078818Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41511https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-10-24T06:00:59Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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