Sustentabilidade dos regimes próprios de previdência social

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Queiroz, Carla Ferreira Lopes da Silva
Orientador(a): Pierdoná, Zélia Luiza
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31090
Resumo: Esta pesquisa se concentra em um dos direitos sociais fundamentais que integra o sistema de seguridade social brasileiro, qual seja, o direito à previdência. O foco do estudo é dirigido para os efeitos jurídicos da (in)sustentabilidade do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS, que é aquele destinado aos servidores públicos efetivos brasileiros. Ao longo do trabalho, é analisada a sustentabilidade do RPPS, para além da dimensão financeira e atuarial do subsistema. Entende-se que a abordagem restrita à análise da viabilidade financeira e atuarial dos regimes obrigatórios de previdência social não demonstra toda a abrangência dos efeitos jurídicos, pois o princípio da sustentabilidade previdenciária pode ser compreendido por várias dimensões como: a social, a econômica, a financeira, a fiscal e a jurídico-política, por isso comporta análises multifacetadas que ampliam as soluções para os problemas apresentados. Outra hipótese verificada é que o princípio da sustentabilidade e da solidariedade são complementares, e como partes integrantes da formação do direito à previdência, se forem interpretados em conjunto, permitirão que o instituto se mantenha íntegro, sem que ocorra o desvirtuamento do conjunto de regras destinado a garantir o sustento dos segurados e de seus dependentes quando ocorrer a perda da capacidade laboral. Por fim, observa-se que há diversos fatores que interferem na sustentabilidade dos regimes previdenciários, que adotam o sistema de repartição simples, mas no caso do RPPS, as fontes de incerteza e os riscos do pacto intergeracional são modulados pelas opções políticas de gestão administrativa. Valendo-se da lição da jurisprudência de crise portuguesa, que analisou a aplicação do princípio da sustentabilidade, verifica-se que há um “limite de sacrifício” tanto para os atuais contribuintes do regime quanto para o próprio ente estatal diante da gestão da despesa pública e a análise da proporcionalidade e da razoabilidade, em confronto com a realidade.
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Entende-se que a abordagem restrita à análise da viabilidade financeira e atuarial dos regimes obrigatórios de previdência social não demonstra toda a abrangência dos efeitos jurídicos, pois o princípio da sustentabilidade previdenciária pode ser compreendido por várias dimensões como: a social, a econômica, a financeira, a fiscal e a jurídico-política, por isso comporta análises multifacetadas que ampliam as soluções para os problemas apresentados. Outra hipótese verificada é que o princípio da sustentabilidade e da solidariedade são complementares, e como partes integrantes da formação do direito à previdência, se forem interpretados em conjunto, permitirão que o instituto se mantenha íntegro, sem que ocorra o desvirtuamento do conjunto de regras destinado a garantir o sustento dos segurados e de seus dependentes quando ocorrer a perda da capacidade laboral. Por fim, observa-se que há diversos fatores que interferem na sustentabilidade dos regimes previdenciários, que adotam o sistema de repartição simples, mas no caso do RPPS, as fontes de incerteza e os riscos do pacto intergeracional são modulados pelas opções políticas de gestão administrativa. 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The study will be centered on the juridical effects of the (un)sustainability of the Special System of Social Welfare – RPPS, which is destined to Brazilian effective public servant. Throughout this piece of work, the sustainability of the RPPS will be analyzed, further beyond the financial and actuarial dimensions. It is believed that an approach limited to the analysis of the financial and actuarial viability of the mandatory systems of social welfare is not able to present the whole scope of juridical effects, as the principle of social security sustainability may be understood through many dimensions: the social, the economic, the financial, the fiscal and the politicaljuridical, for so, it accommodates multifaceted examinations which broaden the solutions to the featured problems. Another verified hypothesis is that the principles of solidarity and sustainability are complimentary, and as constituent parts on the formation of the right to social welfare, if interpreted together, would allow the institute to keep itself irreproachable, with no perversion to the set of rules aimed at guaranteeing the sustenance of the insured and their dependents when a loss of the laboral capacity comes to be. Lastly, it is notable that there are several factors that intervene on the sustainability of the social security systems, which adopt the model of simple repartition, but on the RPPS’s instance, the sources of unsureness and the risks of the cross-generational pact are modulated via the political options of administrative management. Bearing in mind the lesson from the Portuguese crisis jurisprudence, which analyzed the application of the principle of sustainability, it can be verified that there is a “sacrificial limit”, both to the current contributors and to the partition of State itself, facing the administration of the public spending and the weighing of proportionality, and reasonability, versus reality.social rightssocial welfare schemasocial security pensionpublic servantBrasilFaculdade de Direito (FDIR)UPMDireito Político e EconômicoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOORIGINALNão autorizado pelo autor.docxNão autorizado pelo autor.docxCARLA FERREIRA LOPES DA SILVA QUEIROZapplication/vnd.openxmlformats-officedocument.wordprocessingml.document11686https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/a0c12236-01f3-4652-b136-8047a917ff3e/downloadb5fe002730eff64e8d0bc9c40fa484ddMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/89039a2c-32a0-4388-95e7-e938d7f1686e/downloade39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81997https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/44bbaca9-47ff-482d-846e-037dbfadb48a/downloadfb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57MD53falseAnonymousREADTEXTNão autorizado pelo autor.docx.txtNão autorizado pelo autor.docx.txtExtracted texttext/plain27https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/7e7d3d22-6120-4f57-907b-a70347b5fbd7/download2516157225cbcd07b742d8b16af4760aMD54falseAnonymousREAD10899/310902023-01-06T06:14:13.248Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/31090https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772023-01-06T06:14:13Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmFyIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRvLgoKQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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