Simulação de ejeções de massa e sua detecção em trânsitos planetários
| Ano de defesa: | 2026 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/42096 |
Resumo: | Desde a identificação inicial dos exoplanetas (planetas situados fora do nosso Sistema Solar) nos anos 1990, e a primeira detecção de um trânsito planetário em 2000, a técnica de trânsito para detectar planetas tem sido amplamente utilizada por vários observatórios espaciais, como CoRoT, Kepler e TESS. Essas descobertas foram fundamentais para o estudo e caracterização dos exoplanetas, além de contribuírem significativamente na busca por mundos potencialmente habitáveis, semelhantes à Terra, que possam abrigar água líquida em suas superfícies. Ao observar os trânsitos na curva de luz da estrela anfitriã de um exoplaneta, é possível deduzir alguns parâmetros do planeta, como seu raio, inclinação e semieixo da órbita. No entanto, uma estrela hospedeira pode exibir regiões ativas em sua superfície, que causam pequenas flutuações na luminosidade quando o planeta passa na frente dessas manchas. Essas variações nas curvas de luz durante o trânsito resultam em uma determinação menos precisa e até subestimada dos parâmetros planetários. Neste projeto, foi desenvolvido um conjunto de programas em Python para calibrar, analisar e modelar as variações nas curvas de luz devido à presença de regiões ativas em sua superfície, com o objetivo de aprimorar a precisão dos parâmetros planetários e orbitais, além da correlação entre impactos sofridos na atmosfera do planeta e a atividade estelar. Um aprimoramento deste modelo foi a modelagem de Ejeções de Massa Coronal (CMEs do inglês Coronal Mass Ejection) e seu efeito de escurecimento coronal (dimming). Para isso, a metodologia incluiu a análise de observações solares em Ultra Violeta (UV) para propor uma possível assinatura fotométrica do dimming. Com a assinatura modelada, realizou-se a análise de curvas de luz UV daestrela HD 189733 A (obtidas pelo observatório XMM-Newton), durante janelas de trânsito, a fim de procurar por evidências de CMEs. A partir da modelagem de um possível sinal de CME no trânsito de HD 189733, foi possível obter estimativa de sua massa e energia cinética, muito superior aos valores solares. Com isso, o modelo de trânsitos planetários é expandido de forma inovadora, permitindo não apenas a obtenção de parâmetros, mas também uma melhor compreensão das CMEs. Essa abordagem contribui diretamente para estudos sobre a atividade solar e seus impactos na Terra, estabelecendo paralelos entre sistemas planetários distantes e o nosso próprio ambiente espacial. |
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Silva, Beatriz Duque Estrada Teixeira daValio, Adriana Benetti Marques2026-04-09T19:33:33Z2026-02-04https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/42096Desde a identificação inicial dos exoplanetas (planetas situados fora do nosso Sistema Solar) nos anos 1990, e a primeira detecção de um trânsito planetário em 2000, a técnica de trânsito para detectar planetas tem sido amplamente utilizada por vários observatórios espaciais, como CoRoT, Kepler e TESS. Essas descobertas foram fundamentais para o estudo e caracterização dos exoplanetas, além de contribuírem significativamente na busca por mundos potencialmente habitáveis, semelhantes à Terra, que possam abrigar água líquida em suas superfícies. Ao observar os trânsitos na curva de luz da estrela anfitriã de um exoplaneta, é possível deduzir alguns parâmetros do planeta, como seu raio, inclinação e semieixo da órbita. No entanto, uma estrela hospedeira pode exibir regiões ativas em sua superfície, que causam pequenas flutuações na luminosidade quando o planeta passa na frente dessas manchas. Essas variações nas curvas de luz durante o trânsito resultam em uma determinação menos precisa e até subestimada dos parâmetros planetários. Neste projeto, foi desenvolvido um conjunto de programas em Python para calibrar, analisar e modelar as variações nas curvas de luz devido à presença de regiões ativas em sua superfície, com o objetivo de aprimorar a precisão dos parâmetros planetários e orbitais, além da correlação entre impactos sofridos na atmosfera do planeta e a atividade estelar. Um aprimoramento deste modelo foi a modelagem de Ejeções de Massa Coronal (CMEs do inglês Coronal Mass Ejection) e seu efeito de escurecimento coronal (dimming). Para isso, a metodologia incluiu a análise de observações solares em Ultra Violeta (UV) para propor uma possível assinatura fotométrica do dimming. Com a assinatura modelada, realizou-se a análise de curvas de luz UV daestrela HD 189733 A (obtidas pelo observatório XMM-Newton), durante janelas de trânsito, a fim de procurar por evidências de CMEs. A partir da modelagem de um possível sinal de CME no trânsito de HD 189733, foi possível obter estimativa de sua massa e energia cinética, muito superior aos valores solares. Com isso, o modelo de trânsitos planetários é expandido de forma inovadora, permitindo não apenas a obtenção de parâmetros, mas também uma melhor compreensão das CMEs. Essa abordagem contribui diretamente para estudos sobre a atividade solar e seus impactos na Terra, estabelecendo paralelos entre sistemas planetários distantes e o nosso próprio ambiente espacial.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelporengUniversidade Presbiteriana Mackenzietrânsito planetárioatividade estelarejeções de massa coronalexoplanetaspogramação PythonSimulação de ejeções de massa e sua detecção em trânsitos planetáriosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/1041565102315246https://orcid.org/0000-0002-1671-8370http://lattes.cnpq.br/0240604816731248https://orcid.org/0000-0001-7042-8289Simões, Paulo José de Aguiarhttp://lattes.cnpq.br/9281522944369099http://orcid.org/0000-0002-4819-1884Santos, Israel Florentino doshttp://lattes.cnpq.br/1930945754504116Since the initial identification of exoplanets (planets located outside our Solar Sys tem) in the 1990s, and the first detection of a planetary transit in 2000, the transit technique for detecting planets has been widely used by various space observatories, such as CoRoT, Kepler, and TESS. These discoveries have been fundamental to the study and characterization of exoplanets, as well as contributing significantly to the search for potentially habitable, Earth-like worlds that may harbor liquid water on their surfaces. By observing transits in the light curve of an exoplanet’s host star, it is possible to deduce some parameters of the planet, such as its radius, orbital inclination and semi-axis. However, a host star may exhibit active regions on its surface, which cause small fluctuations in luminosity when the planet passes in front of these spots. These variations in the light curves during the transit result in a less precise and even underestimated determination of planetary parameters. Therefore, it becomes essential to employ techniques for analyzing and modeling these starspots for a more accurate estimate of exoplanet characteristics, taking into account the changes caused by stellar activity. In this project, a set of Python programs was developed to calibrate, analyze, and model variations in light curves due to the presence of active regions on the stellar surface. The aim is to improve the accuracy of planetary and orbital parameters, as well as the correlation between impacts on the planet’s atmosphere and stellar activity. An improvement to this model was the modeling of Coronal Mass Ejections (CMEs) and their coronal dimming effect. For this, the methodology included the analysis of solar observations in Ultraviolet (UV) to propose a possible photometric signature of the dimming. With the modeled signature, UV light curves from the star HD 189733 A (obtained by the XMM-Newton Observatory) were analyzed during transits to search for evidence of CMEs. From modeling a possible CME signal during the transits of HD 189733, it was possible to estimate its mass and kinetic energy, both significantly higher than typical solar values. This innovatively expands the planetary transit model, allowing not only the acquisition of more realistic parameters but also a better understanding of the effects of CMEs on the atmospheres of exoplanets. This approach directly contributes to studies on solar activity and its impacts on Earth, establishing parallels between distant planetary systems and our own space environment.planetary transitstellar activitycoronal mass ejectionsexoplanetsPython programmingBrasilEscola de Engenharia Mackenzie (EE)UPMEngenharia Elétrica e ComputaçãoCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO::METODOLOGIA E TECNICAS DA COMPUTACAO::ENGENHARIA DE SOFTWAREORIGINALBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdfBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdfapplication/pdf13166300https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/2a3fd91a-61a3-430f-8590-de5efd708c80/download14f560ba9970dac7e5571520fd45fb73MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/33c606b1-90fb-448e-86c5-f380a8b13446/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdf.txtBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdf.txtExtracted texttext/plain102880https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5c629789-6d5c-44b1-9441-f718d3106ab5/downloadc3603da42efaadca48297e6b682f5dd1MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdf.jpgBEATRIZ DUQUE ESTRADA TEIXEIRA DA SILVA - protegido.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3174https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/cd4dc1d1-e9ba-4c82-ac7c-df5c72163b8b/download3944999117b166b07031e33d52544f53MD54falseAnonymousREAD10899/420962026-04-10T06:02:21.173283Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/42096https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-04-10T06:02:21Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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