Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Pereira, Carmem Campos
Orientador(a): Nakamura, Wilson Toshiro
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
eng
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40832
Resumo: Esta pesquisa investiga os determinantes da estrutura de capital das Operadoras de Planos de Saúde (OPS) no Brasil, explorando como variáveis setoriais específicas e condições financeiras que moldam suas decisões de alavancagem. Utilizando dados de 2018 a 2023, analisados à luz das teorias de tradeoff, pecking order e Teoria da Agência, a tese propõe um modelo que considera variáveis dependentes de alavancagem, variáveis independentes de interesse específicas do setor e variáveis de controle. Os resultados buscam identificar indicadores que satisfaçam tanto as demandas regulatórias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quanto as expectativas de investidores e acionistas. As análises mostram que a sinistralidade influencia positivamente o endividamento em alguns cenários, enquanto a tangibilidade dos ativos reforça a capacidade de acesso a crédito de longo prazo. Por outro lado, o Retorno sobre Ativos (ROA) está negativamente associado à alavancagem, em conformidade com a teoria de pecking order. Adicionalmente, a pesquisa explora diferenças entre modelos de negócios, evidenciando que operadoras odontológicas apresentam maior alavancagem em função de margens operacionais mais robustas e menor risco assistencial. Os achados contribuem para o entendimento das dinâmicas financeiras no setor de saúde suplementar, fornecendo subsídios para gestores e reguladores na formulação de estratégias e políticas econômicas que promovam a sustentabilidade das OPS. Além disso, reforçam a importância de abordagens teóricas integradas e de análises empíricas que considerem as especificidades do setor regulado da saúde no Brasil.
id UPM_d009dc1b23743a106f3bb148fd52b75b
oai_identifier_str oai:dspace.mackenzie.br:10899/40832
network_acronym_str UPM
network_name_str Repositório Digital do Mackenzie
repository_id_str
spelling Pereira, Carmem CamposNakamura, Wilson Toshiro2025-05-20T15:05:35Z2025-05-20T15:05:35Z2025-02-06https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40832Esta pesquisa investiga os determinantes da estrutura de capital das Operadoras de Planos de Saúde (OPS) no Brasil, explorando como variáveis setoriais específicas e condições financeiras que moldam suas decisões de alavancagem. Utilizando dados de 2018 a 2023, analisados à luz das teorias de tradeoff, pecking order e Teoria da Agência, a tese propõe um modelo que considera variáveis dependentes de alavancagem, variáveis independentes de interesse específicas do setor e variáveis de controle. Os resultados buscam identificar indicadores que satisfaçam tanto as demandas regulatórias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quanto as expectativas de investidores e acionistas. As análises mostram que a sinistralidade influencia positivamente o endividamento em alguns cenários, enquanto a tangibilidade dos ativos reforça a capacidade de acesso a crédito de longo prazo. Por outro lado, o Retorno sobre Ativos (ROA) está negativamente associado à alavancagem, em conformidade com a teoria de pecking order. Adicionalmente, a pesquisa explora diferenças entre modelos de negócios, evidenciando que operadoras odontológicas apresentam maior alavancagem em função de margens operacionais mais robustas e menor risco assistencial. Os achados contribuem para o entendimento das dinâmicas financeiras no setor de saúde suplementar, fornecendo subsídios para gestores e reguladores na formulação de estratégias e políticas econômicas que promovam a sustentabilidade das OPS. Além disso, reforçam a importância de abordagens teóricas integradas e de análises empíricas que considerem as especificidades do setor regulado da saúde no Brasil.porengUniversidade Presbiteriana Mackenzieestrutura de capital ótimaoperadoras de planos de saúdeagência nacional de saúde suplementarDeterminantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/1327686935533816https://orcid.org/0000-0002-4697-5685http://lattes.cnpq.br/9012701722646948Forte, Denishttp://lattes.cnpq.br/0075062531510292https://orcid.org/0000-0002-2933-2039Pamplona, Edson de Oliveirahttp://lattes.cnpq.br/1230433358991861https://orcid.org/0000-0001-6085-0240Bastos, Douglas DiasDecourt, Roberto Frotahttp://lattes.cnpq.br/6789050251423839http://lattes.cnpq.br/8877104687154282https://orcid.org/0000-0001-7294-6506This research investigates the determinants of the capital structure of Brazilian Health Plan Operators (OPS), exploring how specific sector variables and financial conditions shape their leverage decisions. Using data from 2018 to 2023, analyzed through the lenses of the trade-off, pecking order, and Agency theories, the thesis proposes a model incorporating leverage-dependent variables, sector-specific indicators, and control variables. The findings aim to identify metrics that meet both the regulatory demands of the Brazilian National Regulatory Agency for Private Health Insurance and Plans (ANS) and the expectations of investors and stakeholders. The analyses reveal that claims ratio positively influences leverage in some scenarios, while asset tangibility strengthens the capacity to access longterm credit. Conversely, the Return on Assets (ROA) is negatively associated with leverage, consistent with the pecking order theory. Additionally, the study explores differences between business models, showing that dental plan operators have higher leverage due to stronger operational margins and lower claims risk. The findings contribute to understanding the financial dynamics within the supplementary health sector, providing insights for managers and regulators to formulate strategies and economic policies that foster OPS sustainability. Moreover, they underscore the importance of integrated theoretical approaches and empirical analyses that consider the specificities of Brazil's regulated health sector.optimal capital structurehealth plan operatorsbrazilian national regulatory agency for private health insurance and plansBrasilCentro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA)UPMAdministração de EmpresasCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5f459166-8427-447e-8d91-1aa2e461d9c4/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD51falseAnonymousREADORIGINALCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdfCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdfapplication/pdf9798330https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/bed2dac3-f9f9-4186-910e-9bd13c8198fb/download15d38561b22c4e290e8bf4ddefc7667bMD52trueAnonymousREADTEXTCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdf.txtCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdf.txtExtracted texttext/plain282039https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3769eb34-1e74-47c1-9107-142aaf98ea1d/download8258ca0f2593435901eaa5284cf7aff1MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdf.jpgCARMEM CAMPOS PEREIRA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2472https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e3b323d2-235f-4073-904b-b6fed0812ffb/download580fe8e97c44af25fb1d4dfc2040dd19MD54falseAnonymousREAD10899/408322025-05-21T06:04:05.651Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/40832https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-05-21T06:04:05Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==
dc.title.none.fl_str_mv Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
title Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
spellingShingle Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
Pereira, Carmem Campos
estrutura de capital ótima
operadoras de planos de saúde
agência nacional de saúde suplementar
title_short Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
title_full Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
title_fullStr Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
title_full_unstemmed Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
title_sort Determinantes de estrutura de capital no setor de saúde do Brasil
author Pereira, Carmem Campos
author_facet Pereira, Carmem Campos
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Pereira, Carmem Campos
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Nakamura, Wilson Toshiro
contributor_str_mv Nakamura, Wilson Toshiro
dc.subject.por.fl_str_mv estrutura de capital ótima
operadoras de planos de saúde
agência nacional de saúde suplementar
topic estrutura de capital ótima
operadoras de planos de saúde
agência nacional de saúde suplementar
description Esta pesquisa investiga os determinantes da estrutura de capital das Operadoras de Planos de Saúde (OPS) no Brasil, explorando como variáveis setoriais específicas e condições financeiras que moldam suas decisões de alavancagem. Utilizando dados de 2018 a 2023, analisados à luz das teorias de tradeoff, pecking order e Teoria da Agência, a tese propõe um modelo que considera variáveis dependentes de alavancagem, variáveis independentes de interesse específicas do setor e variáveis de controle. Os resultados buscam identificar indicadores que satisfaçam tanto as demandas regulatórias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quanto as expectativas de investidores e acionistas. As análises mostram que a sinistralidade influencia positivamente o endividamento em alguns cenários, enquanto a tangibilidade dos ativos reforça a capacidade de acesso a crédito de longo prazo. Por outro lado, o Retorno sobre Ativos (ROA) está negativamente associado à alavancagem, em conformidade com a teoria de pecking order. Adicionalmente, a pesquisa explora diferenças entre modelos de negócios, evidenciando que operadoras odontológicas apresentam maior alavancagem em função de margens operacionais mais robustas e menor risco assistencial. Os achados contribuem para o entendimento das dinâmicas financeiras no setor de saúde suplementar, fornecendo subsídios para gestores e reguladores na formulação de estratégias e políticas econômicas que promovam a sustentabilidade das OPS. Além disso, reforçam a importância de abordagens teóricas integradas e de análises empíricas que considerem as especificidades do setor regulado da saúde no Brasil.
publishDate 2025
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2025-05-20T15:05:35Z
dc.date.available.fl_str_mv 2025-05-20T15:05:35Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2025-02-06
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40832
url https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/40832
dc.language.iso.fl_str_mv por
eng
language por
eng
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Presbiteriana Mackenzie
publisher.none.fl_str_mv Universidade Presbiteriana Mackenzie
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Digital do Mackenzie
instname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron:MACKENZIE
instname_str Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron_str MACKENZIE
institution MACKENZIE
reponame_str Repositório Digital do Mackenzie
collection Repositório Digital do Mackenzie
bitstream.url.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5f459166-8427-447e-8d91-1aa2e461d9c4/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/bed2dac3-f9f9-4186-910e-9bd13c8198fb/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3769eb34-1e74-47c1-9107-142aaf98ea1d/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e3b323d2-235f-4073-904b-b6fed0812ffb/download
bitstream.checksum.fl_str_mv f0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16
15d38561b22c4e290e8bf4ddefc7667b
8258ca0f2593435901eaa5284cf7aff1
580fe8e97c44af25fb1d4dfc2040dd19
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.br
_version_ 1863649797902172160