Intolerância, ética e alteridade no fundamentalismo: um estudo sobre a intolerância e a ética na matriz do fundamentalismo norte americano nos séculos xvii a xix

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Oliveira, Lamartine Gaspar de lattes
Orientador(a): Gomes, Antonio Máspoli de Araújo lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25688
Resumo: Esta pesquisa tem o objetivo de estudar a Intolerância, a ética e a alteridade na matriz do fundamentalismo norte-americano entre os séculos XVII e XIX. Considerando que muito embora a sociedade americana tivesse a sua gênese pautada na liberdade religiosa e, ainda por conta disso, a independência fora proclamada também sob a mesma intencionalidade, àquela dos filósofos iluministas, no discorrer de sua historiografia o que se viu, principalmente em seu aspecto teológico baseado no pensamento de João Calvino, foi fazer prevalecer a intolerância. Assim, não respeitando o Outro, viveram muito longe do que se entende por alteridade. Porque a relação da ética com a alteridade é exatamente a afirmação da vida que brota da experiência de viver em comunidade, a relação de amor e de justiça entre irmãos. A nação americana sabia disso muito bem, pois eram oriundos de uma perseguição religiosa dentro da Inglaterra e fugiam para começar, ou melhor, recomeçar uma nova vida. Como eles definiram muito bem no Ato de Tolerância de Maryland, em abril de 1649, que diz: Que nenhuma pessoa ou grupo de pessoas seja quem for nos limites desta Província, ou das Ilhas, Portos, Embarcadouros, Hospedarias, ou Enseadas a ela pertencentes, que professam a crença de Jesus Cristo, devam de agora em diante ser perturbadas de qualquer modo, criticadas ou molestadas por ou em respeito de sua ou suas religiões, nem quanto ao livre exercício de culto dentro desta Província ou nas Ilhas a ela adjuntas, e nem poderão ser constrangidas de algum modo à crença ou prática de qualquer outra Religião , embora não tenham procedido assim. Por conta disso, entende-se que a intolerância mais perigosa é sempre aquela que, na ausência de qualquer doutrina, nasce dos impulsos elementares, de modo que, é difícil identificá-la e combatê-la com a ajuda de argumentos racionais. Sendo assim, evoca-se a alteridade para poder convocar a noção de identidade tanto quanto a de pluralidade e não enxergar mais o Outro como uma coisa, um objeto, ou talvez como o DEMÔNIO. Por fim, entender que a boa hermenêutica é um tópico relevante para o resultado final ao qual se quer chegar, mesmo reconhecendo que a interpretação é e sempre será uma coisa espinhosa, mas pela qual valerá a pena ponderar. Os fundamentalistas, por exemplo, têm sempre a tendência de historicizar o que não tem pretensão de historicidade. Daí o fato de serem denominados fundamentalistas. Uma das lições da hermenêutica textual de Paul Ricouer é respeitar melhor o equilíbrio entre a palavra e a escritura.
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Considerando que muito embora a sociedade americana tivesse a sua gênese pautada na liberdade religiosa e, ainda por conta disso, a independência fora proclamada também sob a mesma intencionalidade, àquela dos filósofos iluministas, no discorrer de sua historiografia o que se viu, principalmente em seu aspecto teológico baseado no pensamento de João Calvino, foi fazer prevalecer a intolerância. Assim, não respeitando o Outro, viveram muito longe do que se entende por alteridade. Porque a relação da ética com a alteridade é exatamente a afirmação da vida que brota da experiência de viver em comunidade, a relação de amor e de justiça entre irmãos. A nação americana sabia disso muito bem, pois eram oriundos de uma perseguição religiosa dentro da Inglaterra e fugiam para começar, ou melhor, recomeçar uma nova vida. Como eles definiram muito bem no Ato de Tolerância de Maryland, em abril de 1649, que diz: Que nenhuma pessoa ou grupo de pessoas seja quem for nos limites desta Província, ou das Ilhas, Portos, Embarcadouros, Hospedarias, ou Enseadas a ela pertencentes, que professam a crença de Jesus Cristo, devam de agora em diante ser perturbadas de qualquer modo, criticadas ou molestadas por ou em respeito de sua ou suas religiões, nem quanto ao livre exercício de culto dentro desta Província ou nas Ilhas a ela adjuntas, e nem poderão ser constrangidas de algum modo à crença ou prática de qualquer outra Religião , embora não tenham procedido assim. Por conta disso, entende-se que a intolerância mais perigosa é sempre aquela que, na ausência de qualquer doutrina, nasce dos impulsos elementares, de modo que, é difícil identificá-la e combatê-la com a ajuda de argumentos racionais. Sendo assim, evoca-se a alteridade para poder convocar a noção de identidade tanto quanto a de pluralidade e não enxergar mais o Outro como uma coisa, um objeto, ou talvez como o DEMÔNIO. Por fim, entender que a boa hermenêutica é um tópico relevante para o resultado final ao qual se quer chegar, mesmo reconhecendo que a interpretação é e sempre será uma coisa espinhosa, mas pela qual valerá a pena ponderar. Os fundamentalistas, por exemplo, têm sempre a tendência de historicizar o que não tem pretensão de historicidade. Daí o fato de serem denominados fundamentalistas. Uma das lições da hermenêutica textual de Paul Ricouer é respeitar melhor o equilíbrio entre a palavra e a escritura.This research wants to study the intolerance, the ethics and the upright in the middle of the fundamentalism north-American in the centuries XVII to XIX, considering that the American society is based in religion liberty and although this the independence was proclaimed at the same reason, the idea of iluminism philosophy and basic the ideas of Juan Calvin, that the intolerance is the center of all the things when the disrespect is the point. They live far from the concept of upright. Because the relation between and upright begin in the experience of living in community in the relation of love and justice between brothers and the American nation know that because they suffered religion press in England and run away and settle a new life. Due to that we may say that the most dangerous intolerance is the one that in the back of doctrine and because of that it is difficult to be identified and repressed with the rational arguments. We should see and analyze the human beings with upright in order not to analyze then as objects or may be devils. In conclusion we may say that the good hermeneutic is a path to the final results even though the path is dangerous and difficult it worth s walking through it the fundamentalist, for example have the tendency to make history all the things that can not be history. Because of all this they are fundamentalists. One of the lessons of the hermeneutic of Paul Ricouer is respect the balance of what's written and of what's spoken.Fundo Mackenzie de Pesquisaapplication/pdfporUniversidade Presbiteriana MackenzieintolerânciaéticaalteridadefundamentalismointoleranceethicsuprightfundamentalismCNPQ::CIENCIAS HUMANASIntolerância, ética e alteridade no fundamentalismo: um estudo sobre a intolerância e a ética na matriz do fundamentalismo norte americano nos séculos xvii a xixinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://tede.mackenzie.br/jspui/retrieve/4772/Lamartine%20Gaspar%20de%20Oliveira.pdf.jpginfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEPereira, João Baptista Borgeshttp://lattes.cnpq.br/7998288335836364Chaves, Arthur Pintohttp://lattes.cnpq.br/3855733672656727BRReligiãoUPMCiências da ReligiãoORIGINALLamartine Gaspar de Oliveira.pdfLamartine Gaspar de Oliveira.pdfapplication/pdf809791https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/ca4ead40-7262-498a-be78-39a17c81db89/download37b4e037dae2647ac43e837a1a0dcec2MD51trueAnonymousREADTEXTLamartine Gaspar de Oliveira.pdf.txtLamartine Gaspar de Oliveira.pdf.txtExtracted texttext/plain295247https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/db80f819-332d-4cc5-bdd6-eff295e1dc9a/download5b735f9c1bcc6c79a8663934bc02a7d9MD52falseAnonymousREADTHUMBNAILLamartine Gaspar de Oliveira.pdf.jpgLamartine Gaspar de Oliveira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1293https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e3afaf93-d995-4909-9566-3886672ef0ba/download0b47122930f150e3b1e19c1f33dc7b57MD53falseAnonymousREAD10899/256882023-11-13T19:10:08.564Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/25688https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772023-11-13T19:10:08Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)false
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