Romaria das Águas e Caminho de Sepé Tiaraju : religião, território e cosmopolítica no Rio Grande do Sul

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Pieve, Stella Maris Nunes
Orientador(a): Steil, Carlos Alberto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/114456
Resumo: Este trabalho analisa dois rituais inter-religiosos e ecológicos, a Romaria das Águas e o Caminho de Sepé Tiaraju, que ocorrem no Rio Grande do Sul. Eles se constituem como formas de expressividade e reivindicação de direitos sociais, territoriais e políticos a partir de uma perspectiva cosmopolítica. Esses rituais têm como proposta a construção de espaços de reivindicação social a partir de redes de trabalho das quais fazem parte instituições religiosas, o poder público e organizações sociais formais e informais. Três pontos principais – que busquei articular acompanhando seriamente romeiros e bicicleteiros em peregrinação e suas concepções acerca das possibilidades de investir nos rituais dos quais participavam – permitem relações entre os rituais: ecologia, política e religião. A Romaria das Águas teve início no bairro Arquipélago, em Porto Alegre, a partir da organização da reciclagem do lixo entre seus moradores. Em seguida, foram surgindo ritos que compõem a romaria até hoje, formados por peregrinações entre as Ilhas, peregrinações maiores no Estado e pela procissão fluvial. A Romaria das Águas tem como focos principais a questão inter-religiosa e ecológica e, atualmente, organizada principalmente por católicos e umbandistas, tem como padroeira e Mãe, Nossa Senhora das Águas, e Oxum, o Orixá das Águas Doces. Já a peregrinação ciclística, no Caminho de Sepé Tiaraju, tem foco no encontro entre diferentes grupos de excluídos, especialmente jovens da periferia urbana. A proposta é percorrer de bicicleta, entre os dias 1 a 7 de fevereiro, a última rota de Sepé Tiaraju, que vai das atuais cidades de Rio Pardo a São Gabriel. Durante esse percurso, os bicicleteiros podem conhecer a realidade rural, trocar experiências com seus moradores, saber sobre suas necessidades e demandas assim como mostrar a bicicleta como um meio de transporte não poluente. São visitados locais que fazem referência histórica à guerra guaranítica (1750-1756), além de quilombos, casas de umbanda, associações comunitárias, comunidades rurais, entre outros. Nos últimos dias da pedalada, os bicicleteiros encontram-se com os Guarani, em São Gabriel/RS. Esses Guarani ali reúnem-se, todos os anos, para discutir políticas públicas destinadas a eles e homenagear os companheiros mortos na batalha do Caiboaté, a última batalha entre Guaranis e exército luso-hispânico, na qual resultaram 1500 guaranis mortos. A partir do trabalho de campo, entrevistas semiestruturadas e análise de materiais produzidos pelos grupos que acompanhei, foi possível concluir que a Romaria das Águas e o Caminho de Sepé apresentam formas territorializantes, nas quais a questão fundiária é inserida numa pauta a ser compartilhada e que passa a ser permeada por diversas outras pautas – políticas, sociais e ambientais. A luta pela terra e a possibilidade de existir no mundo, impulsionadas por diferentes grupos passam a ser atualizadas nesses momentos. No âmbito desses rituais, Nossa Senhora das Águas e Sepé Tiaraju agenciam outros modos de acionar políticas públicas e, ainda, de promover reivindicação social, permitindo que os múltiplos grupos aqui evidenciados possam agir em conjunto, mas como grupos diferentes, com práticas divergentes. Nessa perspectiva, o que liga os grupos participantes dos rituais aqui apresentados é a condição de vulnerabilidade social na qual se encontram as pessoas que compõem tais grupos e as possibilidades de reivindicação daquilo que lhes é necessário – direito à terra, ao território, à moradia, à manifestação religiosa e a pautas socioambientais – a partir de uma ação cosmopolítica, ou seja, uma relação que evidencie uma interação entre as divindades e o regime de político sob o qual convivem e ainda a possibilidade de compor um ritual que apresente diferentes pautas que se aliem, mas não se unifiquem, mobilizando uma forma de composição de mundos.
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spelling Pieve, Stella Maris NunesSteil, Carlos Alberto2015-03-24T02:02:26Z2014http://hdl.handle.net/10183/114456000953919Este trabalho analisa dois rituais inter-religiosos e ecológicos, a Romaria das Águas e o Caminho de Sepé Tiaraju, que ocorrem no Rio Grande do Sul. Eles se constituem como formas de expressividade e reivindicação de direitos sociais, territoriais e políticos a partir de uma perspectiva cosmopolítica. Esses rituais têm como proposta a construção de espaços de reivindicação social a partir de redes de trabalho das quais fazem parte instituições religiosas, o poder público e organizações sociais formais e informais. Três pontos principais – que busquei articular acompanhando seriamente romeiros e bicicleteiros em peregrinação e suas concepções acerca das possibilidades de investir nos rituais dos quais participavam – permitem relações entre os rituais: ecologia, política e religião. A Romaria das Águas teve início no bairro Arquipélago, em Porto Alegre, a partir da organização da reciclagem do lixo entre seus moradores. Em seguida, foram surgindo ritos que compõem a romaria até hoje, formados por peregrinações entre as Ilhas, peregrinações maiores no Estado e pela procissão fluvial. A Romaria das Águas tem como focos principais a questão inter-religiosa e ecológica e, atualmente, organizada principalmente por católicos e umbandistas, tem como padroeira e Mãe, Nossa Senhora das Águas, e Oxum, o Orixá das Águas Doces. Já a peregrinação ciclística, no Caminho de Sepé Tiaraju, tem foco no encontro entre diferentes grupos de excluídos, especialmente jovens da periferia urbana. A proposta é percorrer de bicicleta, entre os dias 1 a 7 de fevereiro, a última rota de Sepé Tiaraju, que vai das atuais cidades de Rio Pardo a São Gabriel. Durante esse percurso, os bicicleteiros podem conhecer a realidade rural, trocar experiências com seus moradores, saber sobre suas necessidades e demandas assim como mostrar a bicicleta como um meio de transporte não poluente. São visitados locais que fazem referência histórica à guerra guaranítica (1750-1756), além de quilombos, casas de umbanda, associações comunitárias, comunidades rurais, entre outros. Nos últimos dias da pedalada, os bicicleteiros encontram-se com os Guarani, em São Gabriel/RS. Esses Guarani ali reúnem-se, todos os anos, para discutir políticas públicas destinadas a eles e homenagear os companheiros mortos na batalha do Caiboaté, a última batalha entre Guaranis e exército luso-hispânico, na qual resultaram 1500 guaranis mortos. A partir do trabalho de campo, entrevistas semiestruturadas e análise de materiais produzidos pelos grupos que acompanhei, foi possível concluir que a Romaria das Águas e o Caminho de Sepé apresentam formas territorializantes, nas quais a questão fundiária é inserida numa pauta a ser compartilhada e que passa a ser permeada por diversas outras pautas – políticas, sociais e ambientais. A luta pela terra e a possibilidade de existir no mundo, impulsionadas por diferentes grupos passam a ser atualizadas nesses momentos. No âmbito desses rituais, Nossa Senhora das Águas e Sepé Tiaraju agenciam outros modos de acionar políticas públicas e, ainda, de promover reivindicação social, permitindo que os múltiplos grupos aqui evidenciados possam agir em conjunto, mas como grupos diferentes, com práticas divergentes. Nessa perspectiva, o que liga os grupos participantes dos rituais aqui apresentados é a condição de vulnerabilidade social na qual se encontram as pessoas que compõem tais grupos e as possibilidades de reivindicação daquilo que lhes é necessário – direito à terra, ao território, à moradia, à manifestação religiosa e a pautas socioambientais – a partir de uma ação cosmopolítica, ou seja, uma relação que evidencie uma interação entre as divindades e o regime de político sob o qual convivem e ainda a possibilidade de compor um ritual que apresente diferentes pautas que se aliem, mas não se unifiquem, mobilizando uma forma de composição de mundos.This research analyses two inter-religious and ecological rituals, the Romaria das Águas and the Caminho de Sepé Tiaraju that occurs in Rio Grande do Sul state, Brazil. They constitute expression forms of social and territorial claim to political rights, from a cosmopolitics perspective. These rituals propose a construction of spaces of social networks with religious institutions, the government and the formal and informal social organizations. Three main points allow relations between them: ecology, politics and religion. The Romaria das Águas began in the Archipelago neighborhood in Porto Alegre, from the organization of waste recycling among its residents. From that, other rites took part in the event, the pilgrimages between the neighborhood, pilgrimages in the state and the fluvial procession. The Romaria das Águas focuses the interreligious and ecological issues and Catholics and Umbandistas currently organize it. Their deity and Mother are Nossa Senhora das Águas, and Oxum, the Orixá of the waters. The cycling pilgrimage, the Caminho de Sepé Tiaraju focuses on the encounter between different types of excluded groups, especially the urban youth from periphery. The proposal is riding a bike, between 1-7 Februarys, the last Sepé Tiaraju’s route, from Rio Pardo to São Gabriel/RS. During this journey, the bicicleteiros may know the rural reality, exchange experiences with their residents, know about their needs and demands as well as introduce the bicycle as a symbol of non-polluting transportation. Historic sites that refer to the Guerra Guaranítica (an Indigenous War) (1750-1756) are visited, Quilombos, Umbanda's houses, communities associations, rural communities, among others. In the last days of pedaling, the bicicleteiros meet with the Guarani, in São Gabriel/RS. These Guarani gather there every year to discuss public policies to them and honor the fallen ancestors in the Caiboaté battle, the last battle between the Guarani and the Luso-Hispanic army, which resulted in 1500 dead Guarani. From the fieldwork, semi-structured interviews and analysis of materials produced by groups that I have followed, I concluded that the Romaria das Águas and the Caminho de Sepé articulate territory. These rituals share several agendas: political, social and environmental. The struggle for land and the possibility of being in the world, driven by different groups permits an updated of the fight for the land. Within these rituals, Nossa Senhora das Águas and Sepé Tiaraju trigger another ways to public policy, and also to promote social demands, allowing multiple groups to act together, but as different groups and with divergent practices. From this perspective, the linking groups of participants in these rituals presented here in the condition of social vulnerability in which they are. So, the people who make up these groups and the possibilities of claiming what they require – right to land, territory, housing, religious expression and the social and environmental agendas – show a cosmopolitics action, a relation that evidence an interaction between the deities and the political regime under which they have been living and the possibility of composing a ritual to present different agendas that combine, but not unify, mobilizing a form of composition worlds.application/pdfporAntropologia da religiãoCosmopolíticaTerritórioRio Grande do SulRomaria das Águas e Caminho de Sepé Tiaraju : religião, território e cosmopolítica no Rio Grande do Sulinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de Filosofia e Ciências HumanasPrograma de Pós-Graduação em Antropologia SocialPorto Alegre, BR-RS2014doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL000953919.pdf000953919.pdfTexto completoapplication/pdf7601710http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/114456/1/000953919.pdf1f9f0a1f9d92555e4425b1d76d2de3afMD51TEXT000953919.pdf.txt000953919.pdf.txtExtracted Texttext/plain466941http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/114456/2/000953919.pdf.txtd894949094f93903319087e2b794ed5bMD52THUMBNAIL000953919.pdf.jpg000953919.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg906http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/114456/3/000953919.pdf.jpg03687e264167d83a36cdede9caba1da7MD5310183/1144562019-02-21 02:34:32.911131oai:www.lume.ufrgs.br:10183/114456Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532019-02-21T05:34:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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