Deslocamentos e retornos : fronteiras do sensível e multiterritorialidade mítica em White is for witching, de Helen Oyeyemi e Borderlands – La frontera, de Gloria Anzaldúa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: Bonatti, Diego
Orientador(a): Tettamanzy, Ana Lúcia Liberato
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/303916
Resumo: Este trabalho teve como objetivo a realizar a leitura comparada das obras White is for witching (2009), de Helen Oyeyemi, e Borderlands – La Frontera (1987; 2016), de Gloria Anzaldúa no que diz respeito aos processos de deslocamento pelas fronteiras, à formação de identidades sensíveis e aos processos de retorno mítico a multiterritorialidades ancestrais. Como objetivos específicos, realizou-se a investigação sobre novas formações de autoria em contextos contemporâneos, sobretudo a escrita de mulheres negras e indígenas em lugares marcados pela colonialidade, a discussão sobre os processos de cisão e ruptura causados pela imposição de fronteiras no mundo colonial, o movimento de retorno sensível através do mito como forma de acesso à ancestralidade e os processos de cura associados à reterritorialização. Este trabalho foi construído a partir de um posicionamento sensível e sentipensado que reconhece diferentes tipos de agência a partir das culturas tradicionais. Como linha teórica, utilizou de perspectivas de autores(as) decoloniais, sobretudo latino-americanos(as), incluindo pessoas racializadas, povos indígenas, pensadores africanos e demais trabalhos críticos da história da colonização, tais como Bento (2003), Cardoso (2014), Escobar (2014), Fanon (1968, 2020, 2008), Gonzalez (2018), Grosfoguel (2008), Hampâté Bâ (2010), Hooks (2008, 2018), Krenak (2022), Kusch (2007), Mbembe (2016), Spivak (2010), dentre vários(as) outros(as). Como resultados, podem ser destacados os seguintes pontos: a) a literatura de autoria feminina em contextos decoloniais, produzida por uma escritora negra e outra indígena, não pode ser interpretada com base em teorias literárias clássicas porque, ao negar a presença da autoria na interpretação da obra, perde-se um importante elemento de significação e agência política; b) a fronteira é formada a partir de uma percepção brancocentrada e constitui uma arbitrariedade colonial, junto dela são criadas barreiras simbólicas de exclusão, tais como a raça, o gênero, a orientação sexual, a língua e a religião hegemônicas, a nacionalidade, dentre outros critérios usados para separar aqueles que podem ou não cruzar a fronteira; c) o mito é um dos elementos centrais da identidade e da ancestralidade das populações tradicionais e caracteriza importante força simbólica de pertencimento e retorno a lugares de pertencimento; d) o cruzamento através da fronteira, o retorno à ancestralidade e a conciliação com a própria identidade pelas protagonistas é um caminho percorrido simbolicamente pela aceitação das habilidades espirituais e do enfrentamento de questões opressoras colonizatórias, como racismo, homofobia e xenofobia, nos respectivos contextos; e) cura e adoecimento são situações comuns na colonialidade e decorrem da adoção da branquitude como um status racial e social superior e hegemônico que tem, como consequência, a tentativa de epistemicídio e apagamento das identidades de povos tradicionais ou de seus descendentes; f) as obras White is for witching e Borderlands – La Frontera podem ser lidas como expressão de literatura decolonial, isto é, com posicionamentos políticos e críticas da sociedade ao promoverem a representação de mulheres protagonistas coexistindo com diferentes saberes e temporalidades, o que desafia a homogeneização imposta pela modernidade ocidental.
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Este trabalho foi construído a partir de um posicionamento sensível e sentipensado que reconhece diferentes tipos de agência a partir das culturas tradicionais. Como linha teórica, utilizou de perspectivas de autores(as) decoloniais, sobretudo latino-americanos(as), incluindo pessoas racializadas, povos indígenas, pensadores africanos e demais trabalhos críticos da história da colonização, tais como Bento (2003), Cardoso (2014), Escobar (2014), Fanon (1968, 2020, 2008), Gonzalez (2018), Grosfoguel (2008), Hampâté Bâ (2010), Hooks (2008, 2018), Krenak (2022), Kusch (2007), Mbembe (2016), Spivak (2010), dentre vários(as) outros(as). Como resultados, podem ser destacados os seguintes pontos: a) a literatura de autoria feminina em contextos decoloniais, produzida por uma escritora negra e outra indígena, não pode ser interpretada com base em teorias literárias clássicas porque, ao negar a presença da autoria na interpretação da obra, perde-se um importante elemento de significação e agência política; b) a fronteira é formada a partir de uma percepção brancocentrada e constitui uma arbitrariedade colonial, junto dela são criadas barreiras simbólicas de exclusão, tais como a raça, o gênero, a orientação sexual, a língua e a religião hegemônicas, a nacionalidade, dentre outros critérios usados para separar aqueles que podem ou não cruzar a fronteira; c) o mito é um dos elementos centrais da identidade e da ancestralidade das populações tradicionais e caracteriza importante força simbólica de pertencimento e retorno a lugares de pertencimento; d) o cruzamento através da fronteira, o retorno à ancestralidade e a conciliação com a própria identidade pelas protagonistas é um caminho percorrido simbolicamente pela aceitação das habilidades espirituais e do enfrentamento de questões opressoras colonizatórias, como racismo, homofobia e xenofobia, nos respectivos contextos; e) cura e adoecimento são situações comuns na colonialidade e decorrem da adoção da branquitude como um status racial e social superior e hegemônico que tem, como consequência, a tentativa de epistemicídio e apagamento das identidades de povos tradicionais ou de seus descendentes; f) as obras White is for witching e Borderlands – La Frontera podem ser lidas como expressão de literatura decolonial, isto é, com posicionamentos políticos e críticas da sociedade ao promoverem a representação de mulheres protagonistas coexistindo com diferentes saberes e temporalidades, o que desafia a homogeneização imposta pela modernidade ocidental.This Ph.D. thesis intended to accomplish a comparative reading between Helen Oyeyemi’s White is for witching (2009), and Gloria Anzaldúa’s Borderlands – La Frontera (1987; 2016) regarding the displacement course through borders, the formation of sensitive identities and the mythical comeback processes to ancestral multiterritorialities. As specific objectives, new authorship formations in contemporaneity were investigated, especially the writings of black and indigenous women in places marked by coloniality; discussions about splitting and rupture caused by the imposition of borders in the colonized world; the movement of sensitive mythological return as a way of accessing ancestry and the healing development connected to reterritorialization. This research was performed based on a sensitive positioning, sentipensada [feeling-thinking] and it recognizes different types of agencies from traditional cultures. As theoretical perspectives, authors from different domains were cited here from fields such as decolonial, Latin-American, racialized peoples, indigenous, African, among others authors that criticize colonization, like: Bento (2003), Cardoso (2014), Escobar (2014), Fanon (1968, 2020, 2008), Gonzalez (2018), Grosfoguel (2008), Hampâté (2010), Hooks (2008, 2018), Krenak (2022), Kusch (2007), Mbembe (2016), Spivak (2010), among many others. As results, the following points can be highlighted: a) the literature produced by female authorship in decolonial contexts, written in these cases by a black and an indigenous authors cannot be interpreted based on classic literary theories because when denying the presence of authorship in interpretation of the books, important elements of signification and political agencies are lost; b) in the analyzed books the borders are created from a white-centered perspective and it constitutes a colonial arbitrariness since along with it are built symbolic barriers of exclusion such as race, gender, sexual orientation, hegemonic languages and religions, nationality among other criteria used to separate those that can or cannot cross the border; c) the myth is one of the central points in the traditional peoples’ identities and ancestries and it is an important and symbolic force of membership and return to their places of belonging; d) in the books analyzed, the act of crossing the borders, returning to ancestry and concealing to their own identity is the way that Miranda and Gloria walk back symbolically by accepting their spiritual abilities and fighting back oppressive colonizing issues like racism, homophobia and xenophobia, in their respective diegetic contexts; e) the comparison between the books allowed to discuss how cure and sickening are common situations in coloniality and how they occur due to the adoption of whiteness as a superior and hegemonic racial and social status that leads to consequences like epistemic-genocide and erasing of traditional peoples and their descendants’ identities; f) the books White is for witching e Borderlands – La Frontera can be read as an expression of decolonial values on literature on account of political views expressed on them and the problematization of society on promoting the representation of female protagonists that coexist with different traditional knowledges and times, which challenges the homogenization imposed by the occidental modernity.application/pdfporOyeyemi, HelenAnzaldúa, GloriaMultiterritorialidade culturalMitoLiteratura comparadaWhite is for witchingBorderlands – La FronteraSensitive bordersMythMultiterritorialityDeslocamentos e retornos : fronteiras do sensível e multiterritorialidade mítica em White is for witching, de Helen Oyeyemi e Borderlands – La frontera, de Gloria AnzaldúaDisplacement and comebach : sensitive borders and mythical multiterritoriality in Helen Oyeyemi's White is for witching, and Gloria Anzaldúa's Borderlands – La fronterainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de LetrasPrograma de Pós-Graduação em LetrasPorto Alegre, BR-RS2026doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001305160.pdf.txt001305160.pdf.txtExtracted Texttext/plain524796http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/303916/2/001305160.pdf.txte9fc8bb542868397cf25acbc4f188ad3MD52ORIGINAL001305160.pdfTexto completoapplication/pdf2888495http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/303916/1/001305160.pdfae8d6af1b34db228377c6b77415809dbMD5110183/3039162026-04-29 08:01:58.783453oai:www.lume.ufrgs.br:10183/303916Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532026-04-29T11:01:58Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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