Anxiety and mindset of medicine candidates in relation to the L1 (Portuguese) and L2 (English/ Spanish) of UFRGS vestibular

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Giusti, Marcelo Pedebôs
Orientador(a): Finger, Ingrid
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/289238
Resumo: Esta dissertação teve como objetivo investigar se existe correlação entre a ansiedade autopercebida de vestibulandos de Medicina em relação às provas L1 (Português) e a L2 escolhida (Inglês ou Espanhol) do Vestibular da UFRGS (o mais importante Vestibular do estado do Rio Grande do Sul, Brasil) e o mindset autopercebido dos participantes. O estudo envolveu 148 participantes de quatro diferentes cidades do Rio Grande do Sul que estavam em aulas presenciais em um curso particular de preparação para o Vestibular de Medicina. Três escalas Likert foram reunidas em um único formulário Google que foi utilizado para coleta de dados: uma versão adaptada da Escala de Ansiedade em Sala de Aula de Língua Estrangeira de Horwitz et al. para L1 e L2 e uma versão adaptada do Instrumento de Mindset elaborado por Dweck. Além da ansiedade e do mindset, outros três fatores também foram investigados: o gênero, a L2 escolhida para o teste e a autopercepção de proficiência dos participantes tanto na L1 quanto na L2 escolhida. Os resultados revelaram que os indivíduos com mindset fixo relataram maior autopercepção de ansiedade em relação ao teste de L1, mas não em relação ao teste de L2. Curiosamente, a ansiedade autopercebida dos participantes em relação ao teste de L2 foi superior à ansiedade autopercebida em relação ao teste de L1. Além disso, os resultados para a ansiedade autopercebida pelos participantes não diferiram em relação ao gênero, embora os participantes do sexo masculino tenham demonstrado uma maior tendência a adotar um mindset de crescimento do que os participantes do sexo feminino. A análise também revelou que a percepção de proficiência dos participantes foi um fator que contribuiu para a sua autopercepção de ansiedade, e que quanto mais proficientes na língua os alunos acreditam que são, mais baixos são os seus níveis de ansiedade. Finalmente, é discutida a contribuição das diferentes variáveis e até que ponto elas estão relacionadas em um modelo estatístico de análise de redes.
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spelling Giusti, Marcelo PedebôsFinger, Ingrid2025-03-28T06:43:57Z2024http://hdl.handle.net/10183/289238001244199Esta dissertação teve como objetivo investigar se existe correlação entre a ansiedade autopercebida de vestibulandos de Medicina em relação às provas L1 (Português) e a L2 escolhida (Inglês ou Espanhol) do Vestibular da UFRGS (o mais importante Vestibular do estado do Rio Grande do Sul, Brasil) e o mindset autopercebido dos participantes. O estudo envolveu 148 participantes de quatro diferentes cidades do Rio Grande do Sul que estavam em aulas presenciais em um curso particular de preparação para o Vestibular de Medicina. Três escalas Likert foram reunidas em um único formulário Google que foi utilizado para coleta de dados: uma versão adaptada da Escala de Ansiedade em Sala de Aula de Língua Estrangeira de Horwitz et al. para L1 e L2 e uma versão adaptada do Instrumento de Mindset elaborado por Dweck. Além da ansiedade e do mindset, outros três fatores também foram investigados: o gênero, a L2 escolhida para o teste e a autopercepção de proficiência dos participantes tanto na L1 quanto na L2 escolhida. Os resultados revelaram que os indivíduos com mindset fixo relataram maior autopercepção de ansiedade em relação ao teste de L1, mas não em relação ao teste de L2. Curiosamente, a ansiedade autopercebida dos participantes em relação ao teste de L2 foi superior à ansiedade autopercebida em relação ao teste de L1. Além disso, os resultados para a ansiedade autopercebida pelos participantes não diferiram em relação ao gênero, embora os participantes do sexo masculino tenham demonstrado uma maior tendência a adotar um mindset de crescimento do que os participantes do sexo feminino. A análise também revelou que a percepção de proficiência dos participantes foi um fator que contribuiu para a sua autopercepção de ansiedade, e que quanto mais proficientes na língua os alunos acreditam que são, mais baixos são os seus níveis de ansiedade. Finalmente, é discutida a contribuição das diferentes variáveis e até que ponto elas estão relacionadas em um modelo estatístico de análise de redes.This thesis aimed to investigate whether there is a correlation between Medicine candidates’ self-perceived anxiety in relation to the L1 (Portuguese) and the chosen L2 (English or Spanish) tests of UFRGS Vestibular (the most important University entrance exam in the state of Rio Grande do Sul, Brazil) and participants’ self perceived mindset. The study involved 148 participants from four different cities in Rio Grande do Sul who were having in-person lessons in a private course to prepare for the Medicina Vestibular. Three Likert-scales were combined in a Google form that was used for data collection containing: an adapted version of Horwitz et al.’s Foreign Language Classroom Anxiety Scale for both the L1 and L2, and an adapted version of Dweck’s Mindset Instrument. In addition to anxiety and mindset, three other factors were also investigated: gender, the chosen L2 for the test, and the participants’ self perceived proficiency in both the L1 and the chosen L2. The results revealed that individuals with a fixed mindset reported a higher self-perception of anxiety in relation to the L1 test, but not in relation to the L2 test. Interestingly, participants’ self-perceived anxiety in relation to the L2 test was higher than their self-perceived anxiety in relation to the L1 test. Also, the results for the participants’ self-perceived anxiety did not differ in relation to gender, but male participants tended to adopt a growth mindset more often than female participants. The analysis also revealed that participants’ perception of proficiency was one factor which contributed to their self-perception of anxiety, and that the more language-proficient learners believe they are, the lower their levels of anxiety. Finally, the contribution of the different variables and the extent to which they are related to each other through a model of network analyses is discussed.application/pdfengAprendizagem de língua estrangeiraAnsiedadeEmoçõesVestibular : Universidade Federal do Rio Grande do SulForeingn/second language anxietyMindsetEmotions in language learningUFRGS vestibularForeing language testsAnxiety and mindset of medicine candidates in relation to the L1 (Portuguese) and L2 (English/ Spanish) of UFRGS vestibularinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de LetrasPrograma de Pós-Graduação em LetrasPorto Alegre, BR-RS2024mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001244199.pdf.txt001244199.pdf.txtExtracted Texttext/plain231294http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/289238/2/001244199.pdf.txtf515a1d55dca82a057ff3380f2f2b41aMD52ORIGINAL001244199.pdfTexto completo (inglês)application/pdf1997497http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/289238/1/001244199.pdf63cd4e0af5b9b6c8639fa52781d50a09MD5110183/2892382025-03-29 06:49:37.438694oai:www.lume.ufrgs.br:10183/289238Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532025-03-29T09:49:37Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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