Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing
| Ano de defesa: | 2017 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/178975 |
Resumo: | No capítulo I desta dissertação apresentamos uma revisão da literatura discutindo as evidências recentes sobre o seguimento clínico do pós-operatório de Cirurgia Transesfenoidal (CTE) para o tratamento de Doença de Cushing (DC). Após o diagnóstico e tratamento adequado dos pacientes portadores de DC, os clínicos e endocrinologistas envolvidos no manejo desses pacientes enfrentam dilemas importantes. Atualmente a literatura possui variáveis critérios para definir se o paciente apresenta remissão cirúrgica imediata ou se permanece com a doença ativa. Há consenso na literatura que os pacientes com quedas mais acentuadas nos valores da cortisolemia nas primeiras horas de pós-operatório parecem ter maiores chances de remissão clínica. Entretanto, até o momento nenhum valor de cortisolemia conseguiu determinar quais pacientes apresentarão recidiva da DC tardiamente, visto que esta pode ocorrer após muitos anos de controle da doença. Justamente essa é a grande questão que se sobrepõe na prática clínica dos neuroendocrinologistas: definir quais os pacientes com maior risco de apresentar recidiva tardia da DC após obterem remissão da doença com o tratamento cirúrgico. Nesta introdução discutimos os artigos publicados recentemente que estudaram métodos laboratoriais diferentes para definição de remissão e recidiva tardia em pacientes submetidos à CTE. Enfocamos a revisão nos artigos que avaliaram o teste de estímulo com desmopressina realizado no pós-operatório e seus resultados na determinação de recidiva tardia. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de 12 desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva. |
| id |
URGS_0d599eb506040c94774a00f8dca3b186 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:www.lume.ufrgs.br:10183/178975 |
| network_acronym_str |
URGS |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Boschi, ArturCzepielewski, Mauro Antonio2018-05-31T02:28:20Z2017http://hdl.handle.net/10183/178975001056487No capítulo I desta dissertação apresentamos uma revisão da literatura discutindo as evidências recentes sobre o seguimento clínico do pós-operatório de Cirurgia Transesfenoidal (CTE) para o tratamento de Doença de Cushing (DC). Após o diagnóstico e tratamento adequado dos pacientes portadores de DC, os clínicos e endocrinologistas envolvidos no manejo desses pacientes enfrentam dilemas importantes. Atualmente a literatura possui variáveis critérios para definir se o paciente apresenta remissão cirúrgica imediata ou se permanece com a doença ativa. Há consenso na literatura que os pacientes com quedas mais acentuadas nos valores da cortisolemia nas primeiras horas de pós-operatório parecem ter maiores chances de remissão clínica. Entretanto, até o momento nenhum valor de cortisolemia conseguiu determinar quais pacientes apresentarão recidiva da DC tardiamente, visto que esta pode ocorrer após muitos anos de controle da doença. Justamente essa é a grande questão que se sobrepõe na prática clínica dos neuroendocrinologistas: definir quais os pacientes com maior risco de apresentar recidiva tardia da DC após obterem remissão da doença com o tratamento cirúrgico. Nesta introdução discutimos os artigos publicados recentemente que estudaram métodos laboratoriais diferentes para definição de remissão e recidiva tardia em pacientes submetidos à CTE. Enfocamos a revisão nos artigos que avaliaram o teste de estímulo com desmopressina realizado no pós-operatório e seus resultados na determinação de recidiva tardia. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de 12 desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva.application/pdfporHipersecreção hipofisária de ACTHRecidivaConfiabilidade dos dadosDesamino arginina vasopressinaEstudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushinginfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em Ciências Médicas: EndocrinologiaPorto Alegre, BR-RS2017mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001056487.pdf.txt001056487.pdf.txtExtracted Texttext/plain111639http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/178975/2/001056487.pdf.txt1ddae19eef92423b99c8d5a73559dc02MD52ORIGINAL001056487.pdf001056487.pdfTexto completoapplication/pdf641344http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/178975/1/001056487.pdf8f258e399225ef6103c175c603d25bddMD5110183/1789752022-08-12 04:46:34.03588oai:www.lume.ufrgs.br:10183/178975Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532022-08-12T07:46:34Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| title |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| spellingShingle |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing Boschi, Artur Hipersecreção hipofisária de ACTH Recidiva Confiabilidade dos dados Desamino arginina vasopressina |
| title_short |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| title_full |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| title_fullStr |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| title_full_unstemmed |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| title_sort |
Estudo da acurácia do teste com estímulo por desmopressina realizado em 14 dias de pós-operatório de cirurgia transesfenoidal para a predição de recidiva tardia em coorte de pacientes com Doença de Cushing |
| author |
Boschi, Artur |
| author_facet |
Boschi, Artur |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Boschi, Artur |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Czepielewski, Mauro Antonio |
| contributor_str_mv |
Czepielewski, Mauro Antonio |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Hipersecreção hipofisária de ACTH Recidiva Confiabilidade dos dados Desamino arginina vasopressina |
| topic |
Hipersecreção hipofisária de ACTH Recidiva Confiabilidade dos dados Desamino arginina vasopressina |
| description |
No capítulo I desta dissertação apresentamos uma revisão da literatura discutindo as evidências recentes sobre o seguimento clínico do pós-operatório de Cirurgia Transesfenoidal (CTE) para o tratamento de Doença de Cushing (DC). Após o diagnóstico e tratamento adequado dos pacientes portadores de DC, os clínicos e endocrinologistas envolvidos no manejo desses pacientes enfrentam dilemas importantes. Atualmente a literatura possui variáveis critérios para definir se o paciente apresenta remissão cirúrgica imediata ou se permanece com a doença ativa. Há consenso na literatura que os pacientes com quedas mais acentuadas nos valores da cortisolemia nas primeiras horas de pós-operatório parecem ter maiores chances de remissão clínica. Entretanto, até o momento nenhum valor de cortisolemia conseguiu determinar quais pacientes apresentarão recidiva da DC tardiamente, visto que esta pode ocorrer após muitos anos de controle da doença. Justamente essa é a grande questão que se sobrepõe na prática clínica dos neuroendocrinologistas: definir quais os pacientes com maior risco de apresentar recidiva tardia da DC após obterem remissão da doença com o tratamento cirúrgico. Nesta introdução discutimos os artigos publicados recentemente que estudaram métodos laboratoriais diferentes para definição de remissão e recidiva tardia em pacientes submetidos à CTE. Enfocamos a revisão nos artigos que avaliaram o teste de estímulo com desmopressina realizado no pós-operatório e seus resultados na determinação de recidiva tardia. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva. No capítulo II apresentamos o artigo original onde descrevemos a coorte de 65 pacientes portadores de DC submetidos à CTE e que realizaram teste de estímulo com desmopressina após 14 dias de pós-operatório. O objetivo deste estudo foi determinar a acurácia dos valores de cortisol e ACTH após o estímulo de 12 desmopressina em definir o risco de recidiva tardia da DC precocemente nestes pacientes. Nossa hipótese era que os pacientes com respostas maiores nos valores de ACTH e/ou cortisol apresentassem maior chance de recidiva. Estudamos 65 pacientes, sendo que 49 apresentaram critérios de remissão da DC por 6 meses e 16 permaneceram com doença ativa após CTE. Dentre os 49 pacientes em remissão imediata, 39 permaneceram em remissão prolongada e 10 pacientes apresentaram recidiva da DC após um seguimento médio de 83 meses. Identificamos em nossa amostra que os pacientes com recidiva tardia apresentaram valores medianos de cortisol e ACTH mais elevados após o estímulo com desmopressina. Através da análise das curvas ROC para esses parâmetros, determinamos que o pico de ACTH > 47 pg/mL apresentou valor preditivo positivo (VPP)= 50% e valor preditivo negativo (VPN)= 93% para recidiva e o pico de cortisol > 17,05 μg/dL apresentou VPP= 52% e VPN= 96% para recidiva. |
| publishDate |
2017 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2017 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2018-05-31T02:28:20Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/10183/178975 |
| dc.identifier.nrb.pt_BR.fl_str_mv |
001056487 |
| url |
http://hdl.handle.net/10183/178975 |
| identifier_str_mv |
001056487 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS instname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) instacron:UFRGS |
| instname_str |
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| instacron_str |
UFRGS |
| institution |
UFRGS |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/178975/2/001056487.pdf.txt http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/178975/1/001056487.pdf |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
1ddae19eef92423b99c8d5a73559dc02 8f258e399225ef6103c175c603d25bdd |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| repository.mail.fl_str_mv |
lume@ufrgs.br||lume@ufrgs.br |
| _version_ |
1831316044678955008 |