Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto
| Ano de defesa: | 2019 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | eng |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/256541 |
Resumo: | O objetivo da pesquisa foi de construir e buscar evidências de validade e fidedignidade para uma versão alternativa da escala de adaptabilidade de carreira, tendo em vista a limitação observada no instrumento já existente em termos de poder discriminativo. Assim, pretendeu-se criar uma nova medida com o constructo sendo explorado em maior abrangência de conteúdo, conforme descrição teórica. Além disso, os itens do instrumento foram contextualizados para seu público alvo, em seguida dando origem a versão estudante e trabalhador. A etapa de construção do instrumento contou com a participação de um grupo de pós-graduandos familiarizados com os conceitos básicos de psicometria e de adaptabilidade de carreira para criar os itens, a avaliação destes conteúdos por juízes experts e, finalmente, um estudo piloto com cada público alvo (estudantes e trabalhadores). Os participantes foram convidados a participar através da plataforma online Survey Monkey e concordaram em participar da pesquisa através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Participaram das análises fatoriais exploratórias 810 estudantes e 540 trabalhadores, obtendo-se a partir dos dados evidências do ajustamento ao modelo de cinco fatores, conforme expectativa teórica, em ambas as versões do instrumento (estudantes e trabalhadores). Já nas análises fatoriais confirmatórias participaram 647 estudantes e 316 trabalhadores, encontrando-se maior ajuste ao modelo correlacionado do que ao hierárquico, tanto na versão de estudantes e como na de trabalhadores. Este achado difere de outros encontrados na literatura que encontraram maior ajuste ao modelo hierárquico. Além disso, alguns resultados são discutidos, chama-se atenção para dimensão controle, na qual sobreviveram apenas itens invertidos. É lançada a questão sobre a viabilidade de avaliar adaptabilidade de carreira a partir de seu pólo oposto. Talvez a “baixa adaptabilidade de carreira”, ou nesse caso mais específico, baixo controle sobre a carreira, esteja mais associado ao neuroceticismo ou a uma desregulação emocional. Ademais, os resultados que apresentaram poucos itens compondo o instrumento podem mostrar que os seus conteúdos, contextualizados e específicos podem ser exemplo de respostas adaptativas de carreira e não a adaptabilidade de carreira (conceito do modelo de adaptação de carreira da teoria construtivista). Finalmente, os resultados demonstram que infelizmente o objetivo de obter-se um instrumento com conteúdos mais abrangentes não foi atingido, algumas subescalas tiveram um índice de fidedignidade abaixo do ideal, em função da pouca quantidade de itens por dimensão. |
| id |
URGS_13c3352c14eae842b7dce659d7ab469e |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:www.lume.ufrgs.br:10183/256541 |
| network_acronym_str |
URGS |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Sacramento, Adriana MalheirosTeixeira, Marco Antonio Pereira2023-03-31T03:22:39Z2019http://hdl.handle.net/10183/256541001164410O objetivo da pesquisa foi de construir e buscar evidências de validade e fidedignidade para uma versão alternativa da escala de adaptabilidade de carreira, tendo em vista a limitação observada no instrumento já existente em termos de poder discriminativo. Assim, pretendeu-se criar uma nova medida com o constructo sendo explorado em maior abrangência de conteúdo, conforme descrição teórica. Além disso, os itens do instrumento foram contextualizados para seu público alvo, em seguida dando origem a versão estudante e trabalhador. A etapa de construção do instrumento contou com a participação de um grupo de pós-graduandos familiarizados com os conceitos básicos de psicometria e de adaptabilidade de carreira para criar os itens, a avaliação destes conteúdos por juízes experts e, finalmente, um estudo piloto com cada público alvo (estudantes e trabalhadores). Os participantes foram convidados a participar através da plataforma online Survey Monkey e concordaram em participar da pesquisa através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Participaram das análises fatoriais exploratórias 810 estudantes e 540 trabalhadores, obtendo-se a partir dos dados evidências do ajustamento ao modelo de cinco fatores, conforme expectativa teórica, em ambas as versões do instrumento (estudantes e trabalhadores). Já nas análises fatoriais confirmatórias participaram 647 estudantes e 316 trabalhadores, encontrando-se maior ajuste ao modelo correlacionado do que ao hierárquico, tanto na versão de estudantes e como na de trabalhadores. Este achado difere de outros encontrados na literatura que encontraram maior ajuste ao modelo hierárquico. Além disso, alguns resultados são discutidos, chama-se atenção para dimensão controle, na qual sobreviveram apenas itens invertidos. É lançada a questão sobre a viabilidade de avaliar adaptabilidade de carreira a partir de seu pólo oposto. Talvez a “baixa adaptabilidade de carreira”, ou nesse caso mais específico, baixo controle sobre a carreira, esteja mais associado ao neuroceticismo ou a uma desregulação emocional. Ademais, os resultados que apresentaram poucos itens compondo o instrumento podem mostrar que os seus conteúdos, contextualizados e específicos podem ser exemplo de respostas adaptativas de carreira e não a adaptabilidade de carreira (conceito do modelo de adaptação de carreira da teoria construtivista). Finalmente, os resultados demonstram que infelizmente o objetivo de obter-se um instrumento com conteúdos mais abrangentes não foi atingido, algumas subescalas tiveram um índice de fidedignidade abaixo do ideal, em função da pouca quantidade de itens por dimensão.application/pdfengAdaptabilidade (Personalidade)Desenvolvimento de carreiraEstudantesTrabalhadoresValidade dos testesPsicometriaPsicologia : Testes e medidas : BrasilConstrução e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contextoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de PsicologiaPrograma de Pós-Graduação em PsicologiaPorto Alegre, BR-RS2021mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001164410.pdf.txt001164410.pdf.txtExtracted Texttext/plain175806http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/256541/2/001164410.pdf.txt72783f21c5b168c1444bf2e6d1178387MD52ORIGINAL001164410.pdfTexto completoapplication/pdf2019802http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/256541/1/001164410.pdf32bbe359d98bd20695aff27cc6b6f90aMD5110183/2565412023-04-01 03:28:57.820834oai:www.lume.ufrgs.br:10183/256541Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532023-04-01T06:28:57Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| title |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| spellingShingle |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto Sacramento, Adriana Malheiros Adaptabilidade (Personalidade) Desenvolvimento de carreira Estudantes Trabalhadores Validade dos testes Psicometria Psicologia : Testes e medidas : Brasil |
| title_short |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| title_full |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| title_fullStr |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| title_full_unstemmed |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| title_sort |
Construção e evidências de validade e fidedignidade de uma escala de adaptabilidade de carreira em contexto |
| author |
Sacramento, Adriana Malheiros |
| author_facet |
Sacramento, Adriana Malheiros |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Sacramento, Adriana Malheiros |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Teixeira, Marco Antonio Pereira |
| contributor_str_mv |
Teixeira, Marco Antonio Pereira |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Adaptabilidade (Personalidade) Desenvolvimento de carreira Estudantes Trabalhadores Validade dos testes Psicometria Psicologia : Testes e medidas : Brasil |
| topic |
Adaptabilidade (Personalidade) Desenvolvimento de carreira Estudantes Trabalhadores Validade dos testes Psicometria Psicologia : Testes e medidas : Brasil |
| description |
O objetivo da pesquisa foi de construir e buscar evidências de validade e fidedignidade para uma versão alternativa da escala de adaptabilidade de carreira, tendo em vista a limitação observada no instrumento já existente em termos de poder discriminativo. Assim, pretendeu-se criar uma nova medida com o constructo sendo explorado em maior abrangência de conteúdo, conforme descrição teórica. Além disso, os itens do instrumento foram contextualizados para seu público alvo, em seguida dando origem a versão estudante e trabalhador. A etapa de construção do instrumento contou com a participação de um grupo de pós-graduandos familiarizados com os conceitos básicos de psicometria e de adaptabilidade de carreira para criar os itens, a avaliação destes conteúdos por juízes experts e, finalmente, um estudo piloto com cada público alvo (estudantes e trabalhadores). Os participantes foram convidados a participar através da plataforma online Survey Monkey e concordaram em participar da pesquisa através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Participaram das análises fatoriais exploratórias 810 estudantes e 540 trabalhadores, obtendo-se a partir dos dados evidências do ajustamento ao modelo de cinco fatores, conforme expectativa teórica, em ambas as versões do instrumento (estudantes e trabalhadores). Já nas análises fatoriais confirmatórias participaram 647 estudantes e 316 trabalhadores, encontrando-se maior ajuste ao modelo correlacionado do que ao hierárquico, tanto na versão de estudantes e como na de trabalhadores. Este achado difere de outros encontrados na literatura que encontraram maior ajuste ao modelo hierárquico. Além disso, alguns resultados são discutidos, chama-se atenção para dimensão controle, na qual sobreviveram apenas itens invertidos. É lançada a questão sobre a viabilidade de avaliar adaptabilidade de carreira a partir de seu pólo oposto. Talvez a “baixa adaptabilidade de carreira”, ou nesse caso mais específico, baixo controle sobre a carreira, esteja mais associado ao neuroceticismo ou a uma desregulação emocional. Ademais, os resultados que apresentaram poucos itens compondo o instrumento podem mostrar que os seus conteúdos, contextualizados e específicos podem ser exemplo de respostas adaptativas de carreira e não a adaptabilidade de carreira (conceito do modelo de adaptação de carreira da teoria construtivista). Finalmente, os resultados demonstram que infelizmente o objetivo de obter-se um instrumento com conteúdos mais abrangentes não foi atingido, algumas subescalas tiveram um índice de fidedignidade abaixo do ideal, em função da pouca quantidade de itens por dimensão. |
| publishDate |
2019 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2019 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2023-03-31T03:22:39Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/10183/256541 |
| dc.identifier.nrb.pt_BR.fl_str_mv |
001164410 |
| url |
http://hdl.handle.net/10183/256541 |
| identifier_str_mv |
001164410 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
eng |
| language |
eng |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS instname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) instacron:UFRGS |
| instname_str |
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| instacron_str |
UFRGS |
| institution |
UFRGS |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/256541/2/001164410.pdf.txt http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/256541/1/001164410.pdf |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
72783f21c5b168c1444bf2e6d1178387 32bbe359d98bd20695aff27cc6b6f90a |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| repository.mail.fl_str_mv |
lume@ufrgs.br||lume@ufrgs.br |
| _version_ |
1831316153288359936 |