Tradução de The Sphinx e análise dos intertextos decadentes de Oscar Wilde
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/295544 |
Resumo: | Este trabalho apresenta uma tradução poética do poema The Sphinx, de Oscar Wilde, ao público brasileiro, buscando uma aproximação com a fluidez, a musicalidade e a estética da primeira publicação, em 1894. A pesquisa estrutura-se em análises biográficas e intertextuais, abordando o alinhamento de Wilde com o decadentismo francês e a relação intertextual entre suas três grandes obras decadentes — Salomé, O Retrato de Dorian Gray e The Sphinx — e o livro Às Avessas, de J. K. Huysmans (2011). Essas conexões intertextuais são discutidas com base nas teorias de Julia Kristeva (2005), Patrícia Ramos (1992), Perrone-Moisés (2016) e Gérard Genette (2010). No campo da tradução, o trabalho adota referenciais teóricos de Paulo Henriques Britto (1999, 2006, 2016), Amparo Hurtado Albir (2014), Rosemary Arrojo (1986), Eugene Nida (1964), Katharina Reiss (1983), Álvaro Faleiros (2012), Haroldo de Campos (2011) e Mário Laranjeira (2003, 2012), além das questões levantadas por André Lefevere (2010). A análise aborda os desafios tradutórios, com destaque para as soluções relativas à métrica, sonoridade e estética poética, integrando questões culturais e estilísticas do texto de partida. Por fim, o estudo reflete sobre os elementos estruturais e temáticos do poema, analisando sua recepção e contexto histórico, contribuindo para os estudos de tradução poética e a ampliação da compreensão da obra de Wilde no Brasil. |
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Acosta, Juan CarlosReuillard, Patrícia Chittoni RamosCunha, Andrei dos Santos2025-08-21T08:03:01Z2024http://hdl.handle.net/10183/295544001258227Este trabalho apresenta uma tradução poética do poema The Sphinx, de Oscar Wilde, ao público brasileiro, buscando uma aproximação com a fluidez, a musicalidade e a estética da primeira publicação, em 1894. A pesquisa estrutura-se em análises biográficas e intertextuais, abordando o alinhamento de Wilde com o decadentismo francês e a relação intertextual entre suas três grandes obras decadentes — Salomé, O Retrato de Dorian Gray e The Sphinx — e o livro Às Avessas, de J. K. Huysmans (2011). Essas conexões intertextuais são discutidas com base nas teorias de Julia Kristeva (2005), Patrícia Ramos (1992), Perrone-Moisés (2016) e Gérard Genette (2010). 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The study is structured around biographical and intertextual analyses, exploring Wilde's alignment with French decadence and the intertextual relationship between his three major decadent works — Salomé, The Picture of Dorian Gray, and The Sphinx — and Against Nature by J.K. Huysmans (2011). These intertextual connections are discussed based on the theories of Julia Kristeva (2005), Patrícia Ramos (1992), Perrone-Moisés (2016), and Gérard Genette (2010). In the field of translation, the research employs theoretical frameworks by Paulo Henriques Britto (1999, 2006, 2016), Amparo Hurtado Albir (2014), Rosemary Arrojo (1986), Eugene Nida (1964), Katharina Reiss (1983), Álvaro Faleiros (2012), Haroldo de Campos (2011), and Mário Laranjeira (2003, 2012), along with the insights of André Lefevere (2010). The analysis addresses translational challenges, emphasizing solutions related to meter, sound, and poetic aesthetics, while integrating cultural and stylistic considerations of the source text. Finally, the study reflects on the structural and thematic elements of the poem, analyzing its reception and historical context, contributing to the field of poetic translation and enhancing the understanding of Wilde's work in Brazil.Este trabajo presenta una traducción poética del poema The Sphinx, de Oscar Wilde, al público brasileño, buscando una aproximación a la fluidez, la musicalidad y la estética de la primera publicación, en 1894. La investigación se estructura en análisis biográficos e intertextuales, abordando la alineación de Wilde con el decadentismo francés y la relación intertextual entre sus tres grandes obras decadentistas —Salomé, El retrato de Dorian Gray y The Sphinx— y el libro À Rebours, de J. K. Huysmans (2011). Estas conexiones intertextuales se analizan con base en las teorías de Julia Kristeva (2005), Patrícia Ramos (1992), Perrone-Moisés (2016) y Gérard Genette (2010). En el ámbito de la traducción, el trabajo adopta referentes teóricos de Paulo Henriques Britto (1999, 2006, 2016), Amparo Hurtado Albir (2014), Rosemary Arrojo (1986), Eugene Nida (1964), Katharina Reiss (1983), Álvaro Faleiros (2012), Haroldo de Campos (2011) y Mário Laranjeira (2003, 2012), además de las cuestiones planteadas por André Lefevere (2010). El análisis aborda los desafíos de la traducción, con especial énfasis en las soluciones relacionadas con la métrica, la sonoridad y la estética poética, integrando cuestiones culturales y estilísticas del texto de partida. Finalmente, el estudio reflexiona sobre los elementos estructurales y temáticos del poema, analizando su recepción y contexto histórico, contribuyendo a los estudios de traducción poética y ampliando la comprensión de la obra de Wilde en Brasil.application/pdfporWilde, Oscar, 1854-1900Tradução poéticaIntertextualidadeDecadentismo (Movimento literário)Oscar WildeThe SphinxPoetic translationDecadenceIntertextualityTradução de The Sphinx e análise dos intertextos decadentes de Oscar Wildeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de LetrasPrograma de Pós-Graduação em LetrasPorto Alegre, BR-RS2024doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001258227.pdf.txt001258227.pdf.txtExtracted Texttext/plain467502http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/295544/2/001258227.pdf.txt3c5a5761d907f5a92a97f6f74306d79eMD52ORIGINAL001258227.pdfTexto completoapplication/pdf12555701http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/295544/1/001258227.pdf0b5460b16a12f4109e7422301325f04bMD5110183/2955442025-08-22 07:59:51.893616oai:www.lume.ufrgs.br:10183/295544Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-08-22T10:59:51Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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Este trabalho apresenta uma tradução poética do poema The Sphinx, de Oscar Wilde, ao público brasileiro, buscando uma aproximação com a fluidez, a musicalidade e a estética da primeira publicação, em 1894. A pesquisa estrutura-se em análises biográficas e intertextuais, abordando o alinhamento de Wilde com o decadentismo francês e a relação intertextual entre suas três grandes obras decadentes — Salomé, O Retrato de Dorian Gray e The Sphinx — e o livro Às Avessas, de J. K. Huysmans (2011). Essas conexões intertextuais são discutidas com base nas teorias de Julia Kristeva (2005), Patrícia Ramos (1992), Perrone-Moisés (2016) e Gérard Genette (2010). No campo da tradução, o trabalho adota referenciais teóricos de Paulo Henriques Britto (1999, 2006, 2016), Amparo Hurtado Albir (2014), Rosemary Arrojo (1986), Eugene Nida (1964), Katharina Reiss (1983), Álvaro Faleiros (2012), Haroldo de Campos (2011) e Mário Laranjeira (2003, 2012), além das questões levantadas por André Lefevere (2010). A análise aborda os desafios tradutórios, com destaque para as soluções relativas à métrica, sonoridade e estética poética, integrando questões culturais e estilísticas do texto de partida. Por fim, o estudo reflete sobre os elementos estruturais e temáticos do poema, analisando sua recepção e contexto histórico, contribuindo para os estudos de tradução poética e a ampliação da compreensão da obra de Wilde no Brasil. |
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