Ser menina : um olhar bioecológico para o gênero feminino na infância e na adolescência
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/157167 |
Resumo: | Esta dissertação teve por objetivo investigar a visão de crianças e adolescentes do gênero feminino, na faixa etária de 6 a 14 anos, sobre a condição de “ser menina e adolescente-menina”, à luz da Abordagem Bioecológica do Desenvolvimento Humano. Este trabalho é um recorte da pesquisa nacional “Por Ser Menina”.Participaram do estudo 39 meninas, sendo 8 na faixa etária de 6 a 10 anos, e 31, dos 11 aos 14 anos. O método de análise foi a Análise Temática, através da qual chegou-se a temas e subtemas referentes às atividades, características e, principalmente, relações destacadas pelas participantes de cada faixa etária quanto ao que é ser menina para elas. Concluiu-se que a percepção do que é ser menina se modifica no curso do desenvolvimento, que discursos tradicionais e atuais sobre gênero coexistem na fala das meninas e que ser menina é principalmente vivenciar diversos processos, tanto positivos como negativos. |
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Oliveira, Milady da SilvaKoller, Silvia Helena2017-04-27T02:24:08Z2016http://hdl.handle.net/10183/157167001018482Esta dissertação teve por objetivo investigar a visão de crianças e adolescentes do gênero feminino, na faixa etária de 6 a 14 anos, sobre a condição de “ser menina e adolescente-menina”, à luz da Abordagem Bioecológica do Desenvolvimento Humano. Este trabalho é um recorte da pesquisa nacional “Por Ser Menina”.Participaram do estudo 39 meninas, sendo 8 na faixa etária de 6 a 10 anos, e 31, dos 11 aos 14 anos. O método de análise foi a Análise Temática, através da qual chegou-se a temas e subtemas referentes às atividades, características e, principalmente, relações destacadas pelas participantes de cada faixa etária quanto ao que é ser menina para elas. Concluiu-se que a percepção do que é ser menina se modifica no curso do desenvolvimento, que discursos tradicionais e atuais sobre gênero coexistem na fala das meninas e que ser menina é principalmente vivenciar diversos processos, tanto positivos como negativos.This dissertation aimed to investigate the vision of female children and adolescents, aged from 6 to 14 year old, about the condition of “being a girl and girl in transition to adolescent”, following the approach of the bioecological model of human development. This work is a part of a Brazilian national research titled “Por Ser Menina” (“For Being a Girl”). The study included 39 girls, 8 of which aged from 6 to 10, and 31, aged from 11 to 14 years old. The method of analysis used was the Thematic Analysis, through which some themes and sub-themes emerged about the activities, characteristics and, most importantly, relationships highlighted by participants of each age group about what is meant to them to be a girl. The conclusion included a discussion of how the perception of being a girl changes across of the development, where traditional and modern speeches about gender coexist in girls´ statements and, that being a girl is mainly to live different processes that can be both, positive and negative.application/pdfporCriançaAdolescenteGêneroFeminilidadeIdentidade de gêneroEcologia humanaSer menina : um olhar bioecológico para o gênero feminino na infância e na adolescênciaBeing a girl : a bioecological approach to the female gender in childhood and adolescenceinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de PsicologiaCurso de Pós-Graduação em PsicologiaPorto Alegre, BR-RS2016mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL001018482.pdf001018482.pdfTexto completoapplication/pdf1843938http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/157167/1/001018482.pdf0f5ae020f01131b979f4ef4b1ee57ed3MD51TEXT001018482.pdf.txt001018482.pdf.txtExtracted Texttext/plain489699http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/157167/2/001018482.pdf.txt9ef62251ba2b912170c5c2a72227d772MD52THUMBNAIL001018482.pdf.jpg001018482.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1037http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/157167/3/001018482.pdf.jpg858fa66da476f56fc8e89403c5837775MD5310183/1571672018-10-29 08:45:03.681oai:www.lume.ufrgs.br:10183/157167Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532018-10-29T11:45:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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