Design de joias e seleção de materiais : simulação do efeito aventurina utilizando polímero e partículas minerais
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/127648 |
Resumo: | Esta pesquisa trata do desenvolvimento de um material compósito que apresente ou evidencie o efeito aventurina e apresenta sugestões de sua aplicação em joalheria. O efeito aventurina, ou aventurescencia, é uma propriedade óptica que pode ocorrer em alguns minerais transparentes a translúcidos, como o quartzo e o feldspato, caracterizado pela presença de inclusões de minerais lamelares brilhantes, que produzem reflexos metálicos intensos e cintilantes. A escolha desse tema foi motivada pela necessidade de criar uma cultura de inovação e diferenciação no design de joias. Após uma caracterização inicial dos minerais que apresentam efeito aventurina, realizou-se a seleção de materiais de baixo custo e de fácil elaboração e que pudessem reproduzir as características ópticas desse efeito. Essa etapa resultou no desenvolvimento de um compósito formulado a partir de uma matriz polimérica de resina poliéster com inclusões de partículas de biotita e muscovita. Por meio da análise das amostras iniciais pode-se concluir que a muscovita reproduziu melhor o efeito aventurina, uma vez que manteve a sua reflexão na interação com o filme de poliéster. Já a biotita não manteve a reflexão com a interação do meio, o que não descarta a possibilidade de utilizá-la para outros fins que não os de reprodução dessa propriedade. Após a padronização do tamanho e da composição das amostras de resina poliéster com muscovita, foram realizados testes de refletância, absorção de água e de envelhecimento acelerado, para avaliar se o material gerado pode ser utilizado em joalheria. De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que o efeito aventurina pôde ser reproduzido com os materiais selecionados e há viabilidade de aplicação desse compósito em joalheria. |
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Wilm, MarinaJuchem, Pedro Luiz2015-10-14T02:37:08Z2015http://hdl.handle.net/10183/127648000971045Esta pesquisa trata do desenvolvimento de um material compósito que apresente ou evidencie o efeito aventurina e apresenta sugestões de sua aplicação em joalheria. O efeito aventurina, ou aventurescencia, é uma propriedade óptica que pode ocorrer em alguns minerais transparentes a translúcidos, como o quartzo e o feldspato, caracterizado pela presença de inclusões de minerais lamelares brilhantes, que produzem reflexos metálicos intensos e cintilantes. A escolha desse tema foi motivada pela necessidade de criar uma cultura de inovação e diferenciação no design de joias. Após uma caracterização inicial dos minerais que apresentam efeito aventurina, realizou-se a seleção de materiais de baixo custo e de fácil elaboração e que pudessem reproduzir as características ópticas desse efeito. Essa etapa resultou no desenvolvimento de um compósito formulado a partir de uma matriz polimérica de resina poliéster com inclusões de partículas de biotita e muscovita. Por meio da análise das amostras iniciais pode-se concluir que a muscovita reproduziu melhor o efeito aventurina, uma vez que manteve a sua reflexão na interação com o filme de poliéster. Já a biotita não manteve a reflexão com a interação do meio, o que não descarta a possibilidade de utilizá-la para outros fins que não os de reprodução dessa propriedade. Após a padronização do tamanho e da composição das amostras de resina poliéster com muscovita, foram realizados testes de refletância, absorção de água e de envelhecimento acelerado, para avaliar se o material gerado pode ser utilizado em joalheria. De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que o efeito aventurina pôde ser reproduzido com os materiais selecionados e há viabilidade de aplicação desse compósito em joalheria.This research is about the development of a composite material in order to simulate the aventurine effect, with suggestions for its use in jewelry. The aventurine effect, or aventurescence, is an optical property that can occur in transparent to translucent minerals, like quartz and feldspar, which has inclusions of platy bright minerals that produce strong and shimmering metallic reflections. The selection of this research theme has as reason the need to create a culture of innovation and differentiation in the jewelry design. After a characterization of the minerals with aventurine effect, were selected low-cost and easy-made materials that may reproduce the optical characteristics of aventurescence. After these steps, it was decided to develop a composite made from a polymeric matrix of polyester resin with inclusions of particles of muscovite and biotite. The analysis of the first composite proof samples show that muscovite may reproduce better the aventurine effect, since it retained its reflection in interactions with the polyester film. Biotite did not show a good reflection effect, which does not rule out the possibility of using these composite for other purposes than reproduction of his property. After a standardization of the size and composition of the samples of polyester resin with muscovite, some tests like reflectance, water absorption and accelerating ageing were carried out, in order to evaluate if this material can be used in jewelery. According to these results, it can be concluded that the aventurine effect can be reproduced with the selected materials and that is possible to use this composite in jewelery.application/pdfporDesign de jóiasSeleção de materiaisCompósitosAventurinaJewelery designMaterial selectionAventurineMineral particlesPolymerDesign de joias e seleção de materiais : simulação do efeito aventurina utilizando polímero e partículas mineraisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulEscola de EngenhariaFaculdade de ArquiteturaPrograma de Pós-Graduação em DesignPorto Alegre, BR-RS2015mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL000971045.pdf000971045.pdfTexto completoapplication/pdf6189027http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/127648/1/000971045.pdfab1a7eb3b753ea8981b20fb72236f1ddMD51TEXT000971045.pdf.txt000971045.pdf.txtExtracted Texttext/plain201450http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/127648/2/000971045.pdf.txt555a9fb86311e43da5a733948cbdfc52MD52THUMBNAIL000971045.pdf.jpg000971045.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1112http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/127648/3/000971045.pdf.jpge0000179ab6b5bb698c197ae2fa2e486MD5310183/1276482019-01-17 04:25:28.364223oai:www.lume.ufrgs.br:10183/127648Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532019-01-17T06:25:28Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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