Coordenação pedagógica na educação infantil e as (im)possibilidades de uma rede (in)formativa sobre gênero e sexualidade
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/193546 |
Resumo: | Os elevados índices de feminicídios, a violência física e emocional contra meninas e mulheres, bem como discriminações e homicídios motivados pela homofobia tem assolado o país nos últimos tempos. Frente a tais situações, pensando em alternativas educacionais, busco nesta pesquisa, com base nos Estudos de Gênero na perspectiva pós-estruturalista, investigar de que forma a coordenação pedagógica vem articulando as temáticas de gênero e sexualidade na escola, procurando (im)possibilidades para a construção de uma rede (in)formativa acerca dessas temáticas de Educação Infantil. Para isso, utilizo como metodologia o grupo focal, discutindo estas questões com nove coordenadoras pedagógicas de instituições educativas do município de Novo Hamburgo/RS. A partir dos encontros foi possível atentar-se para os seguintes elementos que emergiram das categorias: a) o ethos formativo que pode ser considerado um atributo de rede (in)formativa na sua efetividade; b) no que tange o currículo, as coordenadoras pedagógicas operam com um pseudo-silenciamento acerca das temáticas de gênero e sexualidade, fazendo algumas intervenções pontuais no cotidiano sem deixar registros em documentos como PPP. c) a rede (in)formativa é encarada como manifestação de resistência e de proteção às crianças; d) as CPs percebem que os scripts de gênero e sexuais atravessam e direcionam o currículo da escola de Educação Infantil, por meio da organização dos ambientes, na polêmica das datas comemorativas e na presença do homem-professor. |
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