Impacto do estresse oxidativo em diferentes eventos envolvidos no transplante pulmonar em ratos
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/7971 |
Resumo: | O transplante é o único tratamento definitivo para doença pulmonar terminal. A injúria pulmonar induzida por isquemia-reperfusão (I-R) permanece como importante causa de mortalidade após o transplante. A injúria por I-R está relacionada com a falência do enxerto pulmonar, sendo associada ao aumento das espécies ativas de oxigênio (EAO). A preservação do enxerto tem como objetivo diminuir a incidência da falência primária do mesmo. Soluções preservadoras têm sido estudadas, sendo que a utilizada em nosso meio é a LPD (low-potassium dextran). Estudos mostram que o uso prolongado de corticóide pode causar aumento das EAO no endotélio vascular, mas quando administrado “in bolus” em doadores após declaração de morte cerebral, melhora o desempenho do pulmão doador. Nesta tese avaliamos o estresse oxidativo em situações relacionadas ao transplante pulmonar, utilizando tecido pulmonar ou sangue. A peroxidação lipídica foi determinada com a técnica de quimiluminescência (CL) e as defesas antioxidantes com as técnicas de TRAP (total radical trapping antioxidant potential) e medidas de atividade das enzimas Catalase (CAT) e Superóxido Dismutase (SOD). A tese foi dividida em três trabalhos (A, B e C). A. O estresse oxidativo periférico foi avaliado em um modelo de transplante pulmonar em ratos. Em nove transplantes o enxerto pulmonar foi conservado com solução preservadora LPD, e submetido a 90 minutos de isquemia fria. Amostras de sangue arterial periférico do receptor foram coletadas em diferentes tempos do transplante. Ocorreu aumento significativo da CL no final do período de isquemia (imediatamente antes da reperfusão) e no período de reperfusão tardia em relação aos períodos basal (antes da toracotomia) e inicial da reperfusão. Sem diferença nos demais testes. Esses resultados podem ser indicativos de resposta adaptativa e/ou efeito protetor da solução preservadora LPD contra a lipoperoxidação. B. Avaliação do impacto da administração i.v. da solução de preservação LPD no estresse oxidativo periférico. Amostras de sangue arterial foram coletadas em diferentes tempos, em duas situações: com ou sem isquemia pulmonar por meio de dois desenhos experimentais: Experimento 1: Dois grupos de ratos: LPD e SAL. Receberam 0.5 mL i.v. de solução preservadora LPD ou salina (SAL) respectivamente. Foi observado aumento significativo na TRAP do grupo LPD em relação ao grupo SAL, sem alteração na CL. Experimento 2: Quatro grupos de ratos: controle (CON), isquemia (ISQ), salina (SAL) e LPD (solução preservadora). Exceto os do grupo CON, todos os animais dos demais grupos foram submetidos à toracotomia com clampeamento do hilo pulmonar esquerdo por 30 min, acompanhado por reperfusão de 30 min. Salina ou solução preservadora LPD foram administradas, 0.5 mL i.v., imediatamente antes da remoção do clampeamento, nos grupos SAL e LPD. Os resultados mostraram aumento significativo da CL nos grupos SAL e ISQ em relação aos grupos CON e LPD. Por outro lado, na TRAP houve diferença significativa entre tempos, grupos e interação tempo-grupo com aumento significativo no grupo LPD comparado com os demais grupos. Esses resultados sugerem que a isquemia pode ser desencadeadora de estresse oxidativo, efeito esse inibido pela utilização de LPD. A LPD mostrou-se potencializadora das defesas antioxidantes, levando-nos a sugerir a possibilidade de que seja utilizada em situações de potencial estresse oxidativo tanto in vitro quanto in vivo. Sem alteração nos demais testes. C. Avaliação do estresse oxidativo em tecido pulmonar de ratos submetidos a diferentes regimes de tratamento com metilprednisolona (MP). Seis grupos de ratos, três tratados e os respectivos controles, foram submetidos a diferentes tratamentos com MP - dose única de 50 mg/kg, i.p. (agudo), e dose oral de 6 mg/kg durante 15 (sub-crônico) ou 30 dias (crônico). Ao final dos tratamentos, os animais foram mortos e os pulmões retirados foram homogeneizados para medir CL e TRAP. Os resultados mostraram aumento significativo de CL (animais submetidos a tratamento crônico), e na medida de TRAP (animais submetidos ao tratamento agudo). Os resultados sugerem que o tratamento agudo com MP não induz dano oxidativo pulmonar e melhora o sistema de defesa antioxidante, enquanto o tratamento crônico pode induzir o dano oxidativo, podendo indicar envolvimento dos radicais livres nos efeitos farmacológicos (terapêuticos ou adversos) dos corticóides. |
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Sem diferença nos demais testes. Esses resultados podem ser indicativos de resposta adaptativa e/ou efeito protetor da solução preservadora LPD contra a lipoperoxidação. B. Avaliação do impacto da administração i.v. da solução de preservação LPD no estresse oxidativo periférico. Amostras de sangue arterial foram coletadas em diferentes tempos, em duas situações: com ou sem isquemia pulmonar por meio de dois desenhos experimentais: Experimento 1: Dois grupos de ratos: LPD e SAL. Receberam 0.5 mL i.v. de solução preservadora LPD ou salina (SAL) respectivamente. Foi observado aumento significativo na TRAP do grupo LPD em relação ao grupo SAL, sem alteração na CL. Experimento 2: Quatro grupos de ratos: controle (CON), isquemia (ISQ), salina (SAL) e LPD (solução preservadora). Exceto os do grupo CON, todos os animais dos demais grupos foram submetidos à toracotomia com clampeamento do hilo pulmonar esquerdo por 30 min, acompanhado por reperfusão de 30 min. Salina ou solução preservadora LPD foram administradas, 0.5 mL i.v., imediatamente antes da remoção do clampeamento, nos grupos SAL e LPD. Os resultados mostraram aumento significativo da CL nos grupos SAL e ISQ em relação aos grupos CON e LPD. Por outro lado, na TRAP houve diferença significativa entre tempos, grupos e interação tempo-grupo com aumento significativo no grupo LPD comparado com os demais grupos. Esses resultados sugerem que a isquemia pode ser desencadeadora de estresse oxidativo, efeito esse inibido pela utilização de LPD. A LPD mostrou-se potencializadora das defesas antioxidantes, levando-nos a sugerir a possibilidade de que seja utilizada em situações de potencial estresse oxidativo tanto in vitro quanto in vivo. Sem alteração nos demais testes. C. Avaliação do estresse oxidativo em tecido pulmonar de ratos submetidos a diferentes regimes de tratamento com metilprednisolona (MP). 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