Efeitos da ventilação mecânica não invasiva por capacete em pacientes com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/303701 |
Resumo: | Introdução: A Ventilação Não Invasiva (VNI) é uma das primeiras linhas de tratamento indicada para pacientes com Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) hipoxêmica, que pode ser ofertada a partir de diferentes interfaces, sendo o capacete uma opção. Porém existem poucos estudos que avaliaram o efeito das interfaces brasileiras no manejo da IRpA hipoxêmica, seja pela não padronização de protocolos ou seja pela escassez do dispositivo capacete no Brasil. Objetivos: Avaliar os efeitos da VNI por interface capacete em pacientes adultos críticos com diagnóstico de IRpA hipoxêmica. Para este propósito foram definidos três objetivos específicos: (1) avaliar aplicabilidade e segurança da VNI por interface capacete em diferentes modos e ajustes ventilatórios em indivíduos saudáveis (2) Comparar a VNI por interface capacete e a VNI por máscara orofacial quanto a aplicabilidade e segurança em indivíduos saudáveis (3) avaliar o efeito da VNI por interface capacete em pacientes com IRpA hipoxêmica. Métodos: Para contemplar os objetivos específicos (1) e (2) foi realizado um ensaio clínico crossover no qual indivíduos saudáveis foram randomizados para testagem em diferentes dispositivos (1) e diferentes interfaces (2). Os dispositivos utilizados foram: sistema de pressão positiva contínua por oferta de fluxos de mistura de gases, equipamento de ventilação não invasiva em ramo único (Respironics V60Ⓡ) na modalidade CPAP e equipamento de ventilação pulmonar de ramo duplo em modo Não-Invasivo Maquet SERVO-air na modalidade bilevel. Para comparação entre o capacete e a máscara orofacial foi utilizada máscara nariz-boca sem exalação (não ventilada) da marca Fisher & PaykelⓇ. A randomização dos indivíduos entre diferentes dispositivos (1) e diferentes interfaces (2) foi seguida de um protocolo de coletas que associou diferentes ajustes pressóricos com pressões de suporte e PEEP que variaram entre 8cmH20 e 15cmH20, intercaladas por períodos de washout. Os desfechos avaliados foram análise da reinalação de gás carbônico através de capnografia sidestream, Fração Inspirada de CO2 (FiCO2) através de óculos nasal e para análise do grau de conforto foi utilizada a Escala Visual Analógica (EVA). Para contemplar o objetivo específico (3) foram incluídos indivíduos com idade superior a 18 anos, diagnóstico de IRpA (PaO2/FiO2 menor que 200mmHg) e com oxigenoterapia convencional de baixo fluxo de pelo menos 6 L/min por pelo menos 15 minutos. Sujeitos foram submetidos à VNI por capacete e acompanhados até o momento da retirada do suporte ventilatório e da alta hospitalar. Os desfechos avaliados foram necessidade de Intubação Orotraqueal em até 48 horas e nível de conforto. Resultados: Para responder ao objetivo 1, foram incluídos 10 sujeitos, tendo sido encontrado menor potencial de reinalação no dispositivo capacete Elmo acoplado ao sistema de geração de fluxo e maior potencial de reinalação no dispositivo Respironics V60Ⓡ na modalidade CPAP (FiCO2 de 3±1 versus 7±2 p=0,00). Na modalidade bilevel os ajustes com maior nível de pressão apresentaram significativamente menor reinalação de gás carbônico (FiCO2 -1,50 p=0,00). Em relação à comparação Elmo e máscara orofacial (objetivo 2), foram incluídos 23 sujeitos. Não houve diferença significativa entre as interfaces e entre os ajustes realizados quanto a reinalação de gás carbônico (-0,57 (-2,04 a 0,91) p=0,453). O conforto diferiu somente em um ajuste (PS 8cmH20 e PEEP 8 cmH20) tendo sido maior no grupo máscara (-0,91 (-1,55 a -0,28) p = 0,005), porém a diferença não foi clinicamente relevante. Para responder ao objetivo 3, foram incluídos quatro pacientes com IRpA hipoxêmica. Ambos receberam a VNI por capacete após oferta de 15L/min de oxigênio por máscara de reservatório não reinalante e manutenção do quadro de hipoxemia grave. O capacete Elmo foi capaz de prevenir intubação orotraqueal (IOT) 5 em dois pacientes. Um paciente não tolerou uso da interface e outro, apesar de ter normalizado a relação PaO2/FiO2 e amenizar sintomas respiratórios, foi submetido a IOT após 43 horas de uso por agitação psicomotora. Conclusão: Dos diferentes dispositivos analisados o Elmo acoplado ao gerador de fluxo apresentou menor potencial de reinalação e quando analisada a modalidade bilevel os maiores níveis de pressão foram mais seguros. Máscara orofacial e capacete Elmo não diferiram entre si em relação ao potencial de reinalação de gás carbônico. O capacete Elmo para manejo da IRpA hipoxêmica mostrou potencial benéfico tanto para evitar IOT quanto para auxiliar na resolução de quadros de hipoxemia grave. Mais estudos com metodologias mais robustas e maior número amostral são necessários para generalização dos resultados obtidos até o momento. |
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