O que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados? Entre diagnósticos e intervenções pedagógicas
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/300895 |
Resumo: | O tema mostra-se pertinente diante do crescente número de crianças que chegam à escola já marcadas por diagnósticos, ou que são encaminhadas para avaliações externas, deslocando para a área da saúde um foco que deveria estar na Educação. A questão central da pesquisa foi: “o que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados no AEE?”. A partir dela, buscou-se inverter a lógica em funcionamento, recusando a visão biologizante do aluno apenas pelas lentes do diagnóstico e defendendo o reconhecimento da pluralidade dos modos de aprender. O objetivo geral consistiu em “analisar o que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados no AEE”, desdobrado em cinco objetivos específicos: 1) Investigar, onde são armazenados os registros produzidos sobre e pelos alunos; 2) Examinar se os registros existentes dos alunos são de caráter pedagógico;3) Investigar como as professoras selecionam e organizam os registros pedagógicos de aprendizagens no contexto do AEE; 4) Compreender o que as professoras entendem por aprendizagem; e 5) Analisar os registros produzidos no contexto do AEE, identificando o que mostram e o que silenciam das aprendizagens dos alunos. A metodologia inspirou-se na cartografia proposta por Virgínia Kastrup (2009), entendendo o processo investigativo como um caminhar aberto e atento, atravessado por movimentos de rastreio, toque, pouso e reconhecimento atento. Nesse percurso, emerge um quinto passo, que denomino galeria cartográfica, tendo como aporte a noção de autopoiese de Humberto R. Maturana e Francisco J. Varela (2001), compreendendo que conhecer é criar mundos. Foi realizada uma revisão integrativa em bases acadêmicas e o trabalho de campo se deu em duas escolas municipais, onde foram realizadas entrevistas semiestruturadas com as professoras do AEE. O referencial teórico mobilizou autores como Michel Foucault, Allen Frances, David Lapoujade, Alicia Fernández, Maria Aparecida Affonso Moysés, Cecília Azevedo Lima Collares, Ana Carolina Christofari e Cláudia Rodrigues de Freitas, entre outros, que contribuem para a crítica à medicalização e para a defesa de uma mudança de olhar na escola, especialmente no sentido de recolocar o foco nas aprendizagens como processo singular e relacional. Os resultados indicam que, ao narrarem suas práticas no Atendimento Educacional Especializado, as professoras acionam uma lógica institucional centrada no armazenamento dos registros dos alunos em drive digital, que passa a operar como uma forma de vigilância e controle do trabalho docente. Nesse funcionamento, os diagnósticos permanecem ocupando um lugar central, configurando-se como principal critério de acesso ao atendimento. Em diálogo com as narrativas das professoras, a observação dos registros produzidos no contexto do Atendimento Educacional Especializado evidencia a escassez de registros pedagógicos que deem visibilidade às aprendizagens e aos modos singulares de aprender, prevalecendo padrões que silenciam as diferenças e reduzem o aprender à lógica da ausência ou do déficit. Reafirma-se, assim, a necessidade de desfocar o diagnóstico e de recolocar em cena o protagonismo pedagógico, reconhecendo que os modos de aprender e as aprendizagens são múltiplos. |
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Petersen, Michele LucianaFreitas, Claudia Rodrigues de2026-01-30T08:01:54Z2025http://hdl.handle.net/10183/300895001300895O tema mostra-se pertinente diante do crescente número de crianças que chegam à escola já marcadas por diagnósticos, ou que são encaminhadas para avaliações externas, deslocando para a área da saúde um foco que deveria estar na Educação. A questão central da pesquisa foi: “o que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados no AEE?”. A partir dela, buscou-se inverter a lógica em funcionamento, recusando a visão biologizante do aluno apenas pelas lentes do diagnóstico e defendendo o reconhecimento da pluralidade dos modos de aprender. O objetivo geral consistiu em “analisar o que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados no AEE”, desdobrado em cinco objetivos específicos: 1) Investigar, onde são armazenados os registros produzidos sobre e pelos alunos; 2) Examinar se os registros existentes dos alunos são de caráter pedagógico;3) Investigar como as professoras selecionam e organizam os registros pedagógicos de aprendizagens no contexto do AEE; 4) Compreender o que as professoras entendem por aprendizagem; e 5) Analisar os registros produzidos no contexto do AEE, identificando o que mostram e o que silenciam das aprendizagens dos alunos. A metodologia inspirou-se na cartografia proposta por Virgínia Kastrup (2009), entendendo o processo investigativo como um caminhar aberto e atento, atravessado por movimentos de rastreio, toque, pouso e reconhecimento atento. Nesse percurso, emerge um quinto passo, que denomino galeria cartográfica, tendo como aporte a noção de autopoiese de Humberto R. Maturana e Francisco J. Varela (2001), compreendendo que conhecer é criar mundos. Foi realizada uma revisão integrativa em bases acadêmicas e o trabalho de campo se deu em duas escolas municipais, onde foram realizadas entrevistas semiestruturadas com as professoras do AEE. O referencial teórico mobilizou autores como Michel Foucault, Allen Frances, David Lapoujade, Alicia Fernández, Maria Aparecida Affonso Moysés, Cecília Azevedo Lima Collares, Ana Carolina Christofari e Cláudia Rodrigues de Freitas, entre outros, que contribuem para a crítica à medicalização e para a defesa de uma mudança de olhar na escola, especialmente no sentido de recolocar o foco nas aprendizagens como processo singular e relacional. Os resultados indicam que, ao narrarem suas práticas no Atendimento Educacional Especializado, as professoras acionam uma lógica institucional centrada no armazenamento dos registros dos alunos em drive digital, que passa a operar como uma forma de vigilância e controle do trabalho docente. Nesse funcionamento, os diagnósticos permanecem ocupando um lugar central, configurando-se como principal critério de acesso ao atendimento. Em diálogo com as narrativas das professoras, a observação dos registros produzidos no contexto do Atendimento Educacional Especializado evidencia a escassez de registros pedagógicos que deem visibilidade às aprendizagens e aos modos singulares de aprender, prevalecendo padrões que silenciam as diferenças e reduzem o aprender à lógica da ausência ou do déficit. Reafirma-se, assim, a necessidade de desfocar o diagnóstico e de recolocar em cena o protagonismo pedagógico, reconhecendo que os modos de aprender e as aprendizagens são múltiplos.The topic proves relevant given the growing number of children arriving at school already marked by diagnoses, or who are referred for external evaluations, shifting the focus to the health field when it should be in Education. The central question of the research was: "what do the teachers of Specialized Educational Services say about the students they support in Specialized Educational Services?". From this, the aim was to reverse the prevailing logic, rejecting the biologizing view of the student solely through the lens of diagnosis and advocating for the recognition of the plurality of learning styles. The general objective was to "analyze what the teachers of Specialized Educational Services say about the students they support in Specialized Educational Services", broken down into five specific objectives: 1) To investigate where the records produced about and by the students are stored; 2) To examine whether the existing student records are of a pedagogical nature; 3) To investigate how teachers select and organize pedagogical learning records in the context of Special Education Services; 4) To understand what teachers understand by learning; and 5) To analyze the records produced in the context of Special Education Services, identifying what they show and what they omit about student learning. The methodology was inspired by the cartography proposed by Virgínia Kastrup (2009), understanding the investigative process as an open and attentive walk, traversed by movements of tracking, touching, landing, and attentive recognition. In this journey, a fifth step emerges, which I call a cartographic gallery, supported by the notion of autopoiesis by Humberto R. Maturana and Francisco J. Varela (2001), understanding that to know is to create worlds. An integrative review was conducted in academic databases, and fieldwork took place in two municipal schools, where semi-structured interviews were conducted with the Special Education Services teachers. The theoretical framework drew upon authors such as Michel Foucault, Allen Frances, David Lapoujade, Alicia Fernández, Maria Aparecida Affonso Moysés, Cecília Azevedo Lima Collares, Ana Carolina Christofari, and Cláudia Rodrigues de Freitas, among others, who contribute to the critique of medicalization and the defense of a shift in perspective within schools, especially in the sense of refocusing on learning as a singular and relational process. The results indicate that, in narrating their practices in Specialized Educational Services, the teachers employ an institutional logic centered on storing student records on a digital drive, which then operates as a form of surveillance and control of teaching work. In this functioning, diagnoses remain central, constituting the main criterion for accessing services. In dialogue with the teachers' narratives, the observation of records produced in the context of Specialized Educational Services reveals a scarcity of pedagogical records that give visibility to learning and unique ways of learning, with patterns prevailing that silence differences and reduce learning to the logic of absence or deficit. This reaffirms the need to shift the focus away from diagnosis and reinstate pedagogical protagonism, recognizing that learning styles and experiences are multiple.application/pdfporInclusão escolarAtendimento especializadoSpecialized Educational Assistance (AEE)Medicalization of educationDiagnosis; learningLearningPedagogical recordsO que contam as professoras do Atendimento Educacional Especializado sobre os alunos acompanhados? Entre diagnósticos e intervenções pedagógicasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoPorto Alegre, BR-RS2025doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001300895.pdf.txt001300895.pdf.txtExtracted Texttext/plain343712http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/300895/2/001300895.pdf.txt8a27cd9971c592c29d12d67129d35371MD52ORIGINAL001300895.pdfTexto completoapplication/pdf2758252http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/300895/1/001300895.pdfba1d27ae1acfad96b508afeeedf03f95MD5110183/3008952026-01-31 07:56:11.597492oai:www.lume.ufrgs.br:10183/300895Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532026-01-31T09:56:11Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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