Avaliação dos requisitos para teste de um sistema operacional embarcado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Beque, Luciéli Tolfo
Orientador(a): Cota, Erika Fernandes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/17799
Resumo: A sociedade está cada vez mais dependente de sistemas embarcados, sendo que na grande maioria das vezes eles operam de maneira invisível aos seus usuários. Essa dependência torna esses usuários vulneráveis a riscos, devido às falhas que podem ocorrer. Essas falhas podem provocar perdas de vidas ou sérios danos materiais e financeiros. Devido a estes fatos, a qualidade destes produtos torna-se um ponto essencial para se ter um sistema estável, livre de erros e com todas as suas funcionalidades sendo executadas. De encontro a isso, a etapa de teste apresenta-se como indispensável e de relevada importância para a obtenção de um produto com uma boa qualidade. Devido ao alto custo de produção e energia gasto com testes, surge a necessidade de novos estudos, sobre diversificados métodos, para se testar um sistema embarcado. Neste contexto, este trabalho tem como objetivo apresentar os estudos iniciais do teste de um Sistema Operacional Embarcado (SOE), através de um estudo de caso focado na rotina de tratamento de exceção do eCos (Embedded Configurable Operating System), pois ela apresenta uma forte interação entre software e hardware, sendo que esta interação é um dos principais desafios encontrados no teste de um software embarcado. Com isso, este trabalho pretende dar o passo inicial para pesquisas relacionadas aos testes de um Sistema Operacional Embarcado. Após a análise dos experimentos, pôde-se notar que a principal característica do Sistema Operacional Embarcado eCos, a configurabilidade, é um ponto de dificuldade extra para a realização dos testes, pois exige um estudo detalhado do código do SOE, o qual é totalmente genérico, antes do planejamento dos testes, podendo ser gasto muito tempo nessa atividade. Outro ponto é que o teste torna-se totalmente dependente do hardware. Entretanto, os resultados experimentais apresentados para o estudo de caso do presente trabalho foram satisfatórios.
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spelling Beque, Luciéli TolfoCota, Erika Fernandes2009-12-04T04:16:21Z2009http://hdl.handle.net/10183/17799000725176A sociedade está cada vez mais dependente de sistemas embarcados, sendo que na grande maioria das vezes eles operam de maneira invisível aos seus usuários. Essa dependência torna esses usuários vulneráveis a riscos, devido às falhas que podem ocorrer. Essas falhas podem provocar perdas de vidas ou sérios danos materiais e financeiros. Devido a estes fatos, a qualidade destes produtos torna-se um ponto essencial para se ter um sistema estável, livre de erros e com todas as suas funcionalidades sendo executadas. De encontro a isso, a etapa de teste apresenta-se como indispensável e de relevada importância para a obtenção de um produto com uma boa qualidade. Devido ao alto custo de produção e energia gasto com testes, surge a necessidade de novos estudos, sobre diversificados métodos, para se testar um sistema embarcado. Neste contexto, este trabalho tem como objetivo apresentar os estudos iniciais do teste de um Sistema Operacional Embarcado (SOE), através de um estudo de caso focado na rotina de tratamento de exceção do eCos (Embedded Configurable Operating System), pois ela apresenta uma forte interação entre software e hardware, sendo que esta interação é um dos principais desafios encontrados no teste de um software embarcado. Com isso, este trabalho pretende dar o passo inicial para pesquisas relacionadas aos testes de um Sistema Operacional Embarcado. Após a análise dos experimentos, pôde-se notar que a principal característica do Sistema Operacional Embarcado eCos, a configurabilidade, é um ponto de dificuldade extra para a realização dos testes, pois exige um estudo detalhado do código do SOE, o qual é totalmente genérico, antes do planejamento dos testes, podendo ser gasto muito tempo nessa atividade. Outro ponto é que o teste torna-se totalmente dependente do hardware. Entretanto, os resultados experimentais apresentados para o estudo de caso do presente trabalho foram satisfatórios.Society is increasingly dependent on embedded systems, which in most cases operate in an invisible manner to its users. This dependence makes the user vulnerable to risks due to failures that may occur. These failures can cause loss of lives or serious property and financial damage. Because of these facts, the quality of these products becomes a key point to have a stable system, free of errors and with all the features running. This testing is of essential importance to obtain a product with good quality. Due to the high cost of production and energy spent on tests, there is a need for further studies on different methods, to test an embedded system. In this context, this work aims at presenting the initial studies as the testing of the Embedded Operating System. The case study was focused on the exception handling routine of the eCos (Embedded Configurable Operating System), because it has a strong interaction between software and hardware, and this interaction is one of the main challenges encountered in testing embedded software. Therefore, this work aims at taking the first steps towards research related to testing an Embedded Operating System. After analyzing the experiments, it was noted that the main feature of the Embedded Operating System, eCos, the configurability, is an extra point of difficulty for the tests. It requires a detailed study of the code eCos, which is completely general, before the planning of tests, and could be spent much time in this activity. Another point is that the test becomes totally dependent on hardware. However, the experimental results presented for the case study of this study showed satisfactory.application/pdfporMicroeletrônicaSistemas embarcadosEmbedded systemEmbedded system testEmbedded operating system testException handlingException handling testAvaliação dos requisitos para teste de um sistema operacional embarcadoTesting requirements for an embedded operating system info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de InformáticaPrograma de Pós-Graduação em ComputaçãoPorto Alegre, BR-RS2009mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT000725176.pdf.txt000725176.pdf.txtExtracted Texttext/plain117618http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/17799/2/000725176.pdf.txt3f2b40e7515b314cc7852f9724db3a91MD52ORIGINAL000725176.pdf000725176.pdfTexto completoapplication/pdf1003982http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/17799/1/000725176.pdfad5691c19e64f526bd057e4117dc4887MD51THUMBNAIL000725176.pdf.jpg000725176.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1060http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/17799/3/000725176.pdf.jpgd9550741c3b90b872da0f596223e83deMD5310183/177992018-10-17 08:33:03.707oai:www.lume.ufrgs.br:10183/17799Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532018-10-17T11:33:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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