Análise sobre a aprendizagem dos empreendedores sociais brasileiros : uma pesquisa à luz da Experiental Learning Theory

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Mattos, Guilherme
Orientador(a): Nascimento, Luis Felipe Machado do
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/171362
Resumo: Os empreendedores sociais são protagonistas na abordagem de problemas sociais no Brasil. Contudo, mesmo com esse destaque, pouco ainda se sabe sobre as particularidades desses profissionais. A aprendizagem desses indivíduos é um dos assuntos que carecem da atenção dos acadêmicos. Desse modo, uma das teorias que oportuniza análises a respeito da aprendizagem desses indivíduos é a Experiential Learning Theory (ELT) de Kolb (1984), que relata que a aprendizagem é o processo de criação de conhecimentos a partir da transformação das experiências do indivíduo. Um dos subprodutos da ELT é o conceito dos estilos de aprendizagem: traços pessoais que servem como indicadores de como os indivíduos percebem, interagem e respondem aos ambientes de aprendizagem. Para Alonso et al. (1997), existem quatro diferentes tipos de estilos de aprendizagem: o pragmático, o teórico, o ativo e o reflexivo. Assim, os autores elaboraram o instrumento Cuestionario Honey y Alonso sobre Estilos de Aprendizaje (CHAEA) para verificarem os estilos de aprendizagem dos indivíduos e realizarem análises relativas ao assunto. Dessa forma, a presente pesquisa se propôs a analisar a aprendizagem dos empreendedores sociais brasileiros à luz da Experiential Learning Theory, utilizando, para isso, o instrumento CHAEA. Primeiramente, os 90 empreendedores sociais brasileiros pesquisados tiveram seus estilos de aprendizagem verificados e os resultados foram analisados por meio de análises estatísticas univariadas e bivariadas. Assim, foi constatado que o estilo pragmático, o estilo teórico, o estilo ativo e o estilo reflexivo somam, respectivamente, 36,7%, 31,1%, 24,4%, e 7,8% da preferência geral dos pesquisados. Num segundo momento, particularidades e tendências relativas à aprendizagem desses indivíduos foram discutidas, e hipóteses foram produzidas. Essas hipóteses oferecem margem para o desenvolvimento de novos estudos relacionados ao tema. É indicado que as futuras pesquisas procurem trabalhar com amostras mais numerosas e com outros tipos de análises estatísticas. À parte das descobertas em relação à aprendizagem dos pesquisados e das hipóteses desenvolvidas, esta pesquisa também teve outro desdobramento relacionado ao estudo do empreendedorismo social no Brasil: o delineamento do perfil do empreendedor social brasileiro. Foi encontrado que esse indivíduo se caracteriza, majoritariamente, por ser identificado com o gênero masculino, ser jovem, declarar-se da raça ou cor branca, possuir alto grau de escolaridade e estar envolvido há pouco tempo com iniciativas sociais. O perfil constatado corrobora o perfil encontrado por outros autores e traz maior solidez para a discussão do tema. De forma geral, esta pesquisa colaborou para o avanço das pesquisas relativas ao empreendedorismo social e à aprendizagem experiencial no Brasil. Também foi viabilizada para os empreendedores sociais brasileiros participantes a oportunidade de verificarem seus estilos de aprendizagem e, assim, entenderem melhor suas próprias particularidades quanto à aprendizagem. Por último, destaca-se a contribuição para com instituições voltadas à educação, que por meio dos resultados desta pesquisa poderão aprimorar seus cursos direcionados aos empreendedores sociais.
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(1997), existem quatro diferentes tipos de estilos de aprendizagem: o pragmático, o teórico, o ativo e o reflexivo. Assim, os autores elaboraram o instrumento Cuestionario Honey y Alonso sobre Estilos de Aprendizaje (CHAEA) para verificarem os estilos de aprendizagem dos indivíduos e realizarem análises relativas ao assunto. Dessa forma, a presente pesquisa se propôs a analisar a aprendizagem dos empreendedores sociais brasileiros à luz da Experiential Learning Theory, utilizando, para isso, o instrumento CHAEA. Primeiramente, os 90 empreendedores sociais brasileiros pesquisados tiveram seus estilos de aprendizagem verificados e os resultados foram analisados por meio de análises estatísticas univariadas e bivariadas. Assim, foi constatado que o estilo pragmático, o estilo teórico, o estilo ativo e o estilo reflexivo somam, respectivamente, 36,7%, 31,1%, 24,4%, e 7,8% da preferência geral dos pesquisados. Num segundo momento, particularidades e tendências relativas à aprendizagem desses indivíduos foram discutidas, e hipóteses foram produzidas. Essas hipóteses oferecem margem para o desenvolvimento de novos estudos relacionados ao tema. É indicado que as futuras pesquisas procurem trabalhar com amostras mais numerosas e com outros tipos de análises estatísticas. À parte das descobertas em relação à aprendizagem dos pesquisados e das hipóteses desenvolvidas, esta pesquisa também teve outro desdobramento relacionado ao estudo do empreendedorismo social no Brasil: o delineamento do perfil do empreendedor social brasileiro. Foi encontrado que esse indivíduo se caracteriza, majoritariamente, por ser identificado com o gênero masculino, ser jovem, declarar-se da raça ou cor branca, possuir alto grau de escolaridade e estar envolvido há pouco tempo com iniciativas sociais. O perfil constatado corrobora o perfil encontrado por outros autores e traz maior solidez para a discussão do tema. De forma geral, esta pesquisa colaborou para o avanço das pesquisas relativas ao empreendedorismo social e à aprendizagem experiencial no Brasil. Também foi viabilizada para os empreendedores sociais brasileiros participantes a oportunidade de verificarem seus estilos de aprendizagem e, assim, entenderem melhor suas próprias particularidades quanto à aprendizagem. Por último, destaca-se a contribuição para com instituições voltadas à educação, que por meio dos resultados desta pesquisa poderão aprimorar seus cursos direcionados aos empreendedores sociais.Social entrepreneurs are central figures in addressing societal problems in Brazil. Nevertheless, despite the spotlights being pointed on these individuals, little is known about their particularities. Their learning process, for instance, is a subject lacking academic research. Therefore, one way to analyze their learning process is through the Experiential Learning Theory (ELT) present by Kolb (1984), which says that learning is the process whereby knowledge is created through the transformation of experience. One of the ELT's sub-products is the learning styles concept, which suggests that personal traits work as indicators of how someone perceives, interacts and responds to learning environments. Alonso et al. (1997) proposed four different learning styles: pragmatist, theorist, activist and reflector. As a result, the authors created the survey Cuestionario Honey y Alonso sobre Estilos de Aprendizaje (CHAEA) to verify someone's learning style and to carry out analysis about their learning process. Thus, the present research aims to analyze Brazilian social entrepreneurs' learning process in the light of the Experiential Learning Theory, using, to that end, the CHAEA survey. Primarily, the 90 Brazilian social entrepreneurs studied in this research had their learning styles verified and their results analyzed through univariate and bivariate techniques. Thus, it was determined that the pragmatist style, the theorist style, the activist style and the reflector style represented, respectively, 36.7%, 31.1%, 24.4%, and 7.8% of the participant’s general preference. Secondly, particularities and tendencies regarding the Brazilian social entrepreneurs studied were discussed, and hypotheses were produced. This hypotheses offer a clear research path to anyone interested in developing new studies about the subject. It is indicated for future researches to work with larger samples and with other types of statistical analysis. Besides the discoveries regarding the participant's learning process and the hypotheses developed, this research also presented other outcome related to social entrepreneurship studies in Brazil: the establishment of the Brazilian social entrepreneur profile. It was found that these individuals are characterized, mostly, by recognizing themselves as males, by being young, by declaring themselves as white individuals, by possessing a high schooling level and by getting involved recently with social enterprises. The profile formed supports profiles described by other authors in their researches and brings a meaningful consolidation regarding the subject discussion. In general, this research contributed to the advance of researches related to social entrepreneurship and to experiential learning in Brazil. In a practical viewpoint, it was made possible for the Brazilian social entrepreneurs which were part of this research to verify their learning styles and, thus, understand better their own particularities regarding their learning processes. Lastly, the contribution to educational institutions needs to be addressed. Through the results of this research it will be possible for these establishments to improve their courses designed for social entrepreneurs.application/pdfporEmpreendedorismo socialAprendizagemSocial entrepreneurshipLearning stylesExperiential Learning TheoryKolbSocial entrepreneurAnálise sobre a aprendizagem dos empreendedores sociais brasileiros : uma pesquisa à luz da Experiental Learning Theoryinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulEscola de AdministraçãoPrograma de Pós-Graduação em AdministraçãoPorto Alegre, BR-RS2017mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL001055320.pdf001055320.pdfTexto completoapplication/pdf1789397http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/171362/1/001055320.pdfbea108218a28b77f8d63bdd16db3d19fMD51TEXT001055320.pdf.txt001055320.pdf.txtExtracted Texttext/plain233474http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/171362/2/001055320.pdf.txt831ee7f1092871b7a40a4a88feab213fMD52THUMBNAIL001055320.pdf.jpg001055320.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg989http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/171362/3/001055320.pdf.jpg5b9bd004c66ed431edd92923399dc00fMD5310183/1713622018-10-15 08:27:16.764oai:www.lume.ufrgs.br:10183/171362Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532018-10-15T11:27:16Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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